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	<title>Blog Corporativo - TELTEC NETWORKS</title>
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	<description>Fique por dentro das últimas nóticias e artigos de tecnologia sobre nossas soluções, produtos e serviços.</description>
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		<title>4 tendências para garantir a continuidade dos negócios.</title>
		<link>http://blog.teltecnetworks.com.br/2012/05/17/4-tendencias-para-garantir-a-continuidade-dos-negocios/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 18:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud/Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>

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		<description><![CDATA[Virtualização, consumerização, redes sociais e cloud computing podem ajudar empresas a impulsionar os planos na área. Em TI, o fracasso não é uma opção. Não surpreendentemente, as organizações definiram o desenvolvimento e a implementação de planos de confiáveis de continuidade como prioridade, com o objetivo de garantir que os serviços de TI estejam sempre disponíveis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Virtualização, consumerização, redes sociais e cloud computing podem ajudar empresas a impulsionar os planos na área.</strong></p>
<p>Em TI, o fracasso não é uma opção. Não surpreendentemente, as organizações definiram o desenvolvimento e a implementação de planos de confiáveis de continuidade como prioridade, com o objetivo de garantir que os serviços de TI estejam sempre disponíveis para os usuários internos e externos.</p>
<p>Mas desenvolvimentos tecnológicos recentes e tendências na área, especialmente virtualização de servidores e desktop, computação em nuvem, e o surgimento de dispositivos móveis no mercado de trabalho, além das redes sociais, estão impactando a estratégia de continuidade de negócios.</p>
<p>Grande parte é para melhor, dizem os especialistas, mas tecnologias emergentes também podem criar desafios para a TI, executivos de gestão de segurança da informação e aumentar os riscos. Veja abaixo como essas megatendências estão afetando a continuidade dos negócios.</p>
<p><strong>Virtualização</strong><br />
A virtualização está tornando a continuidade de negócios mais fácil para os executivos de TI, já que contribui para a redução do número de ativos de TI, diz George Muller, vice-presidente de planejamento de vendas, cadeia de suprimentos e TI da Imperial Sugar, no Texas, que realiza o refino de açúcar.</p>
<p>Com tantos equipamentos para manter, especialmente servidores físicos no data center, garantir o uptime de sistemas tornou-se um desafio maior, diz Muller. &#8220;Com a virtualização, temos a capacidade de reduzir a pegada [de servidores], o que significa que quando planejamos a continuidade do negócio agora temos menos dispositivos para nos preocupar.&#8221;</p>
<p>No Walz Group, provedor de serviços, a virtualização de servidores tem ajudado a reduzir, de forma significativa, as interrupções e a eliminar paradas não planejadas, conta Bart Falzarano, CISO da empresa.</p>
<p>&#8220;Para manutenções, atualizações, patches críticos etc, a Walz simplesmente move as aplicações para fora da área que será impactada pela atividade de manutenção&#8221;, diz Falzarano. &#8220;Uma vez que as verificações de controle da atividade de manutenção, teste e qualidade foram completados, podemos mover o aplicativo de volta para aquela região ou área.&#8221;</p>
<p>Virtualização teve maior impacto sobre desastres do que na continuidade do negócio, avalia John Morency, pesquisa vice-presidente de pesquisa do instituto de pesquisas Gartner.</p>
<p>Rachel Dines, analista sênior de infraestrutura e de Operações, da Forrester Research, afirma que a virtualização de desktop está sendo mais efetiva na estratégia de continuidade dos negócios em comparação com a virtualização de servidores. “A virtualização de clients está fazendo a recuperação possível para muitas empresas que não podem contar com funcionários trabalhando em casa com laptops&#8221;, diz Rachel.</p>
<p><strong>Cloud computing</strong><br />
Muitos dos clientes do Gartner estão apostando no modelo software como serviço (SaaS) para apoiar os processos de negócios, percebe Morency. &#8220;Com o uso de SaaS voltado para aplicações de apoio até mesmo clientes internos há melhoria da disponibilidade contínua, mesmo na presença de interrupções maiores ou menores&#8221;, diz Morency. &#8220;Isso porque, a empresa conta com um conjunto de aplicativos entregues a partir da nuvem&#8221;.</p>
<p>O Walz Group opera uma nuvem privada e usa ferramentas de gerenciamento, que Falzarano considera  serem chave para as iniciativas da empresa em continuidade de negócios. Um desses produtos é o FlexPod, plataforma de gerenciamento de data center da Cisco Systems e NetApp, que fornece uma arquitetura de design combinado com rede e infraestrutura de armazenamento.</p>
<p>O consumo de recursos [por exemplo, CPU, memória, armazenamento, largura de banda] para esses ambientes são exibidos por meio de um painel. Alertas e relatórios de métricas de tendências como o consumo diário, semanal, mensal e trimestral ajudam no planejamento, determinação e provisionamento da capacidade necessária para a continuidade dos negócios e a recuperação de desastres.</p>
<p>Ao usar ferramentas de gerenciamento na nuvem, a Walz pode configurar políticas para escalar aplicativos adicionais, e isso permite manter a continuidade dos negócios de forma mais automatizada, explica Falzarano.</p>
<p>Já a Imperial Sugar opera um ambiente de nuvem híbrida, com cerca de 95% de suas aplicações rodando em uma nuvem privada em data center próprio e o restante acessado por meio de um software como serviço (SaaS). A cloud privada é fornecida por um prestador de serviço de rede e a do software SaaS é entregue por fornecedores de software em uma base hospedada, diz Muller.</p>
<p>Como o ambiente de nuvem é mantido pelos prestadores de serviços e fornecedores de software, a companhia pode focar na continuidade, e que pode ser um benefício, bem como um risco, avalia Muller.</p>
<p>“Enquanto eu tiver um terceiro que hospeda o ambiente, posso olhar para eles como parte do acordo de nível de serviço para garantir rápida resolução dos problemas&#8221;, diz Muller. Por outro lado, mesmo com um acordo de nível de serviço mantendo o prestador de serviço responsável, não há garantias de que o serviço não será, em algum momento interrompido, aponta.<br />
<strong><br />
Consumerização</strong><br />
A proliferação de dispositivos móveis no ambiente trabalho é um benefício para as estratégias de continuidade de negócios, pois dá mais flexibilidade para opções de recuperação da força de trabalho, acredita Rachel.</p>
<p>&#8220;Em comparação aos dias em que os funcionários só tinham desktops e laptops, a capacidade de se manter produtivo por meio de tablets e smartphones é uma vantagem significativa&#8221;, contabiliza ela. &#8220;Além disso, significa que os funcionários devem ser contatados com mais facilidade em casos de desastres.&#8221;</p>
<p>Fornecedores de software para continuidade de negócios estão se esforçando para garantir que o software e as informações necessárias para continuidade de negócios possam ser acessados por meio de dispositivos móveis, observa Morency. Isso inclui informações como o status atual de recuperação e as aplicações e os serviços que eles podem acessar para obter as atualizações mais recentes em casos de emergência.</p>
<p>“As empresas não podem contar que a sede da empresa ou o data center estejam sempre disponíveis após um evento perturbador&#8221;, assinala Morency diz. &#8220;Elas têm de assegurar que o conteúdo crítico sempre estará disponível [inclusive para usuários de dispositivos móveis], independentemente do que aconteceu.&#8221;</p>
<p>“A proliferação de dispositivos móveis torna mais fácil para as pessoas ficarem conectadas, e, certamente, facilita a comunicação em uma situação de recuperação de negócios&#8221;, diz Muller.</p>
<p><strong>Redes sociais</strong><br />
Um relatório da Forrester publicado em julho de 2011, intitulado &#8220;It&#8217;s Time to Include Social Technology in Your Crisis Communication Strategy” observa que a adoção generalizada de dispositivos móveis e o fácil acesso à internet impulsionam o uso de redes sociais como Twitter, Facebook e Skype, tornando-se componentes críticos no plano de resposta.</p>
<p>Como as empresas buscam abordagens rápidas e eficazes de comunicação com os principais interessados em casos de crise, elas devem considerar o uso de tecnologias sociais, recomenda o relatório.</p>
<p>Outro relatório, o &#8220;The Do&#8217;s and Don&#8217;ts of Using Social Media in Business Continuity Management” divulgado pelo Gartner em janeiro de 2012, aponta que a mídia social &#8220;mantém a promessa de transformar a gestão de continuidade de negócios, especialmente em momentos de crise de incidentes e práticas de comunicação&#8221;.</p>
<p>Mídias sociais são usadas por mais de 80% da população mundial, diagnosticou o Gartner, e as empresas não podem se dar ao luxo de ignorá-las como ferramenta de comunicação de crise. Mas o uso eficaz de um novo canal de comunicação requer um planejamento e prática, e tentar alavancar meios sociais pela primeira vez durante uma crise pode causar mais mal do que bem, alerta o instituto de pesquisas.</p>
<p>Entre os principais passos recomendados pelo Gartner está o uso de mídias sociais não só para se comunicar durante um desastre, mas para reunir informações e ganhar o apoio de recursos externos que podem ajudar a garantir a resiliência dos negócios. Os profissionais que atuam com a gestão de continuidade devem começar imediatamente a avaliação das oportunidades de mídia social [e os riscos], aponta o relatório do Gartner.</p>
<p>&#8220;As redes sociais são uma benção e uma maldição para a continuidade dos negócios”, opina Rachel. &#8220;Elas têm a vantagem de ser um canal de comunicação adicional para entrar em contato com os funcionários durante uma interrupção dos negócios. No entanto, podem ser uma dor de cabeça para comunicações de crise e de relações públicas na tentativa de controlar possíveis danos à reputação e à propagação de boatos”, argumenta.</p>
<p>Bob Violino, CSO/USA</p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2012/05/14/4-tendencias-para-garantir-a-continuidade-dos-negocios/" target="_blank">http://computerworld.uol.com.br</a></p>
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		<title>Cisco anuncia que planeja comprar empresa de análise de rede em tempo real.</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 12:06:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[CISCO SYSTEMS]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Truviso afirma ser capaz de mapear até 500 mil registros de dados da web por segundo. A Cisco anunciou nesta quinta-feira (3/5) que planeja adquirir a companhia de análise em tempo real de rede Truviso por uma quantia não revela. A movimentação é parte da estratégia da empresa para ajudar clientes a aprimorar a eficiência operacional. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Truviso afirma ser capaz de mapear até 500 mil registros de dados da web por segundo.</strong></p>
<p>A <strong>Cisco </strong>anunciou nesta quinta-feira (3/5) que planeja adquirir a companhia de análise em tempo real de rede Truviso por uma quantia não revela. A movimentação é parte da estratégia da empresa para ajudar clientes a aprimorar a eficiência operacional. A Truviso afirma ser capaz de analisar até 500 mil registos de dados da web por segundo.</p>
<p>A Truviso, com sede na Califórnia, deverá adicionar à plataforma Cisco Prime a capacidade de analisar o fluxo de dados, disse a empresa em comunicado. A tecnologia Cisco Prime coleta estatísticas de rede para permitir que os departamentos de TI obtenham uma imagem completa do tráfego.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.teltecnetworks.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=cisco-systems&amp;pp_image=1314422349_4.jpg" title="1314422349 4"><img src="http://www.teltecnetworks.com.br/blog/wp-content/photos/1314422349_4.jpg" class="centered" alt="1314422349 4" width="450" height="300" /></a></p>
<p>A Cisco planeja fechar o negócio no quarto trimestre de seu ano fiscal 2012, que termina em julho, e quer integrar a equipe da empresa adquirida ao time de <em>Cisco Network Management Technology Group</em>.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2012/05/03/cisco-compra-empresa-de-analise-de-rede-em-tempo-real/" target="_blank">http://computerworld.uol.com.br</a></p>
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		<title>Mobilidade impulsiona virtualização.</title>
		<link>http://blog.teltecnetworks.com.br/2012/04/27/mobilidade-impulsiona-virtualizacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 14:45:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[VMware]]></category>

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		<description><![CDATA[Tecnologia deve totalizar US$ 50 milhões em 2011 só em licenças de software. Usuários móveis aditivaram a demanda. A mobilidade, que sempre foi atraente, agora é um vício corporativo. Difícil não ser enredado pelas suas facilidades. Quem ainda não se rendeu aos encantos de gerenciar e-mails, finalizar planilhas, compartilhar informações, tomar decisões, enfim, tornar mais ágeis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Tecnologia deve totalizar US$ 50 milhões em 2011 só em licenças de software. Usuários móveis aditivaram a demanda.</strong></p>
<p>A mobilidade, que sempre foi atraente, agora é um vício corporativo. Difícil não ser enredado pelas suas facilidades. Quem ainda não se rendeu aos encantos de gerenciar e-mails, finalizar planilhas, compartilhar informações, tomar decisões, enfim, tornar mais ágeis as tarefas profissionais a qualquer hora ou lugar?</p>
<p>Indiscutível a sua influência no atual desenho do ambiente de TI, dizem uníssonos analistas do setor. Segundo eles, é um caminho sem volta que contaminou e tornou dependentes executivos e colaboradores de empresas de variados setores da economia nacional.</p>
<p>A ponto de quebrar a linha, embora tênue, mas que separava o uso de dispositivos móveis profissional do pessoal, resultando em um fenômeno chamado consumerização – caracterizado pela utilização de tecnologias pessoais no ambiente de trabalho. “Hoje, é praticamente impossível viver sem acesso à internet, smartphone ou qualquer equipamento móvel”, diz Afonso Coelho, gerente-executivo da consultoria PricewaterhouseCoopers.</p>
<p>Mas o que a mobilidade tem a ver com a virtualização? É uma das suas principais impulsionadoras. Afinal, a consequente complexidade do gerenciamento e da segurança do novo cenário levou gestores de TI a rever processos e a admitir que algo precisaria ser feito para colocar novamente os trens nos trilhos. A velha e conhecida virtualização emergiu como alternativa viável.</p>
<p>“Ao proporcionar um ambiente centralizado, ele torna-se mais controlado e, portanto, também mais seguro. Por essa razão, a virtualização cai como uma luva na atual demanda”, diz Ricardo Chisman, diretor da área de Consultoria e Tecnologia da Accenture.</p>
<p>É muito simples e rápido bloquear um smartphone que acessa a rede corporativa em um ambiente virtual, segundo Bruno Arrial dos Anjos, analista sênior de Mercado da Frost &amp; Sullivan. “Ele é apenas uma carcaça para acesso. Nada está nele, tudo é processado na nuvem, portanto, é muito seguro.”</p>
<p>Por conta dessa febre por mobilidade é a hora e a vez da virtualização de desktops, a VDI (Virtualization Desktop Infraestructure) – um dos caminhos que possibilitam levar o desktop, de qualquer lugar, para o tablet ou o netbook, por exemplo. Mais uma demanda em ascensão no universo do usuário móvel.</p>
<p>Nesse quadro, a virtualização de aplicações dá o tom, trabalhando em conjunto com a VDI. “Por meio de um aplicativo simples, já disponível no mercado, instalado no smartphone ou tablet [com qualquer sistema operacional], é possível rodar ou acessar todos os aplicativos que estão no servidor corporativo, virtualizando o processamento”, descreve Bruno da Frost. “Não é necessária robustez no dispositivo, pois, na realidade, você não precisa baixar o aplicativo, e sim, a imagem. É uma emulação”, acrescenta.</p>
<p>Carlos Eduardo Calegari, analista de Software da consultoria IDC, lembra que o mercado de virtualização de servidores já está amadurecido e, com certeza, serve de esteira para VDI. Ele aponta que a VDI deu um salto em crescimento no Brasil de 3% em 2009 para 23% em 2010. E embora ainda não tenha finalizado as análises de 2011, a estimativa é de fechar com incremento de 11%. “Totalizando movimentação de 50 milhões de dólares em solo nacional, somente com licenças de software”, revela.</p>
<p>A indústria vem avançando em VDI, mas ainda há obstáculos, embora mais amenos do que há dois anos, na avaliação de Calegari. “Gargalo da banda larga no Brasil e infraestrutura de rede inadequada são alguns deles”, destaca.</p>
<p>O executivo assinala as fortes presenças no front desse mercado da Citrix, VMware e Microsoft. Esta última afiou suas garras nessa briga com o lançamento do Windows Server 8, recheado de recursos de VDI. A cadeia de negócios em virtualização é bastante interessante, é preciso estar atento, pois muitas vezes um parceiro pode ser um concorrente em alguns momentos, ou ser aliado do oponente no tatame de outros negócios.</p>
<p><strong>Trabalho móvel </strong><br />
Uma outra alavanca da virtualização é a tendência galopante do modelo de trabalho móvel. Especialmente nos grandes centros urbanos, tem sido opção estratégica para empresas que têm obtido resultados favoráveis em produtividade com funcionários remotos, quando eliminam, entre outras agruras, os congestionamentos no trânsito, além de promover qualidade de vida.</p>
<p>Por conta disso, a virtualização de desktop deve registrar aumento significativo na demanda nos próximos dois anos. É o que mostra pesquisa global divulgada no ano passado pelo instituto de pesquisas Vanson Bourne, a pedido da Citrix.</p>
<p>Segundo o estudo, até 2013, 55% das companhias pesquisadas esperam implementar pela primeira vez virtualização de desktops e 86% citam segurança como um dos pontos fortes da tecnologia. Dos executivos de TI que pretendem aderir à virtualização de desktops até o final de 2013, 95% acreditam que a tecnologia é um meio eficiente de proteger informações.</p>
<p><em>Solange Calvo, Computerworld.</em></p>
<p><em></em><strong>Fonte</strong>: <a href="http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2012/04/24/mobilidade-impulsiona-virtualizacao/" target="_blank">http://computerworld.uol.com.br</a></p>
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		<title>AMD adota HP em seus datacenters na nuvem</title>
		<link>http://blog.teltecnetworks.com.br/2012/04/27/amd-adota-hp-em-seus-datacenters-na-nuvem/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 14:35:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[AMD]]></category>
		<category><![CDATA[datacenters]]></category>
		<category><![CDATA[HP]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Padronização com a arquitetura de redes HP ajuda a AMD a reduzir o impacto ambiental de suas operações em mais de 50%. A HP anuncia que a AMD melhorou a eficiência de seus negócios e tornou as operações mais ágeis após consolidar e padronizar os seus datacenters globais com soluções da HP Networking. “Com 18 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Padronização com a arquitetura de redes HP ajuda a AMD a reduzir o impacto ambiental de suas operações em mais de 50%.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.teltecnetworks.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=AMDHP_1.jpg" title="AMDHP 1"><img src="http://www.teltecnetworks.com.br/blog/wp-content/photos/AMDHP_1.jpg" class="centered" alt="AMDHP 1" width="294" height="143" /></a></p>
<p>A HP anuncia que a AMD melhorou a eficiência de seus negócios e tornou as operações mais ágeis após consolidar e padronizar os seus datacenters globais com soluções da HP Networking.</p>
<p>“Com 18 data centers mundiais, a AMD reconheceu a necessidade de consolidar a sua infraestrutura para otimizar recursos, além de melhorar a eficiência de energia e resfriamento. Assim, a companhia conduziu um amplo processo de testes com diversos fornecedores de soluções de rede antes de escolher a HP”, informou a Hewlett Packard. O HP 12500 Switch Series e o HP 5820 Switch Series serão usados no mais recente datacenter de nuvem privada da AMD, onde a empresa faz uso intensivo das tecnologias de virtualização e de cluster.</p>
<p>A AMD adotou também soluções de servidores HP, incluindo servidores HP ProLiant BL465c G7 com processadores AMD Opteron 6200 Series, para ajudar a melhorar a capacidade computacional da engenharia de nuvem interna, que executa até 40 milhões de simulações de desenvolvimento por mês.</p>
<p style="text-align: left;">Ao adotar soluções da HP Networking e novas tecnologias de servidor, aumentando a capacidade de rede e melhorando seu desempenho, a AMD conseguiu reduzir o impacto ambiental de seu datacenter em mais de 50%.</p>
<p>A AMD contratou ainda os serviços da HP Critical Facilities Services (CFS) para construir seu novo datacenter. O time da HP CFS oferece serviços de consultoria, arquitetura e assurance para a construção de novos datacenters ou reprojeto de ambientes legados. Trabalhando com a HP CFS, a AMD projetou o datacenter desde o início para atender a requisitos de negócio em constante evolução, com menor capital e custos operacionais.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="http://crn.itweb.com.br/35353/amd-adota-hp-em-seus-datacenters-na-nuvem/" target="_blank">http://crn.itweb.com.br</a></p>
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		<title>Por que os pequenos negócios devem virtualizar?</title>
		<link>http://blog.teltecnetworks.com.br/2012/04/27/por-que-os-pequenos-negocios-devem-virtualizar/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 14:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[VMware]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça seis razões para que empresas de porte menor invistam na tecnologia para impulsionar crescimento. A virtualização de servidores está na pauta das empresas há pelo menos dez anos e mesmo que questões como armazenamento ainda causem dor de cabeça para a TI, as vantagens da tecnologia são reais e elas valem até mesmo para as pequenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Conheça seis razões para que empresas de porte menor invistam na tecnologia para impulsionar crescimento.</strong></p>
<p>A virtualização de servidores está na pauta das empresas há pelo menos dez anos e mesmo que questões como armazenamento ainda causem dor de cabeça para a TI, as vantagens da tecnologia são reais e elas valem até mesmo para as pequenas companhias, que podem encontrar na plataforma vantagem competitiva. A seguir, seis motivos para esse nicho apostar na virtualização.</p>
<p><strong>1. Aumentar a eficiência do servidor</strong><br />
A razão tradicional e mais atraente para a implementação de servidores virtualizados é fazer uso mais eficiente dos recursos computacionais no que diz respeito a ciclos de processamento e memória RAM. Além da redução dos custos de energia e refrigeração, empresas de pequeno e médio portes podem reduzir as despesas de capital já que menos servidores físicos são comprados para substituir um número maior de máquinas ociosas.</p>
<p>Implementar servidores virtuais é uma forma simples para reunir em um host físico muitas máquinas virtuais (VMs). Ainda assim, mesmo que a virtualização de servidores possibilite diversos benefícios, ela não livra a TI das tarefas administrativas necessárias para gerenciamento de servidores físicos.</p>
<p>De fato, o gerenciamento da virtualização é ainda mais desafiador devido à facilidade com que as máquinas virtuais podem ser criadas. Além disso, é preciso monitorar o tráfego entre as máquinas virtuais na rede e identificar gargalos de performance.<br />
<strong><br />
2. Melhorar os esforços de recuperação de desastres</strong><br />
A recuperação de desastres é a capacidade de restabelecer tarefas ao seu estado natural após um desastre. Como é possível imaginar, o backup de uma infraestrutura totalmente virtualizada faz cópias de imagens de máquinas virtuais e é um processo muito mais simples quando comparado à tarefa tradicional.</p>
<p>Além disso, o processo consome apenas uma parte do equipamento original para hospedar uma infraestrutura inteira, usando virtualização. Isso significa que para empresas menores, que não contam com grandes orçamentos de TI, é possível comprar um pequeno número de servidores. Em caso de desastres, esses equipamentos podem ser realocados, se necessário, e configurados com a última versão da máquina virtual, uma movimentação que é mais rápida do que a de muitos fornecedores de TI.</p>
<p>Obviamente, o fato de que mesmo a maior infraestrutura de empresas de pequeno e médio portes pode ser consolidada dentro de algumas unidades de disco rígido, esse cenário tem implicações na segurança. Por exemplo, existe o risco de máquinas virtuais serem perdidas por um erro humano.</p>
<p>Com isso em mente, usar a virtualização como um meio de recuperação de desastres requer planejamento. Cuidados devem ser tomados para elaborar os processos e procedimentos adequados de<br />
segurança. A responsabilidade pela guarda de máquinas virtuais deve ser claramente definida.<br />
<strong><br />
3. Ampliar a estratégia de continuidade de negócios</strong><br />
Continuidade de negócios é diferente de recuperação de desastres, já que seu objetivo é atingir zero ou o mínimo de interrupções das operações. Sabendo que a fonte mais comum de falha no data center é a do hardware do servidor, esse é o lugar em que um recurso de virtualização de servidor, chamado migração em tempo real, deve entrar para ajudar a preservar a continuidade dos negócios, eliminando o tempo de inatividade.</p>
<p>Usando a migração em tempo real, os administradores são capazes de facilmente mover máquinas virtuais em tempo real entre os hosts do servidor físico. Esse tipo de migração acontece por meio da sincronização do disco e da memória em segundo plano entre dois servidores físicos.</p>
<p>A migração em tempo real pode facilitar a manutenção do servidor ou a atualização do hardware sem que seja necessário agendar qualquer parada para manutenção.</p>
<p>Embora a virtualização fortaleça a continuidade dos negócios, não faz milagres em caso de inundações ou incêndios. A implementação de failover [outro blade entra em cena automaticamente para ocupar o lugar de uma placa problemática] é, em muitos casos, cara para a maioria das pequenas e médias empresas, enquanto isso, a migração em tempo real somente exige a presença de uma rede Gigabit Ethernet [ou superior] para funcionar.</p>
<p><strong>4. Aditivar desenvolvimento de software</strong><br />
Se sua empresa trabalha com desenvolvimento de software, a virtualização proporciona a oportunidade de reduzir custos, eliminando a necessidade de desembolsar grandes quantias de dinheiro para adquirir hardware adicional. Médias empresas também se beneficiam. Isso porque as equipes de desenvolvimento economizam tempo por não ter de suportar o longo processo de requisição de novos servidores.</p>
<p>O desenvolvimento de aplicações que não são sensíveis à latência também pode ser feito em versões desktop do software de virtualização, também conhecido como Hypervisor Tipo 2. Esses são tipicamente mais baratos e também oferecem capacidades adaptadas para uma melhor experiência de desktop. Alguns dos tipos mais populares do Type 2 hypervisor são o Oracle VM VirtualBox [código aberto] e VMware Workstation para Windows, bem como o VMware Fusion e Parallels para Mac.<br />
<strong><br />
5. Facilitar o teste das atualizações e patches de segurança</strong><br />
A virtualização torna trivial a tarefa de testar novas atualizações de software ou patches de segurança antes da implementação dos sistemas. Além disso, as equipes de desenvolvimento internas poderão testar aplicações n-tier [desenvolvidas em várias camadas] lógicas em uma réplica virtual da infraestrutura atual para testar problemas decorrentes de interações inesperadas entre os vários componentes.<br />
<strong><br />
6. Tirar proveito da virtualização de desktop</strong><br />
Uma modalidade cada vez mais popular de virtualização é a de clients, o que implica rodar o ambiente desktop inteiro dentro de um servidor centralizado. Como todo o processamento é feito no servidor, dispositivos clients são tipicamente thin clients que servem como um nó de extremidade para conectar periféricos como teclado, mouse, um monitor, conectores de áudio e até mesmo portas USB por meio da rede LAN.</p>
<p>Embora haja semelhanças entre virtualização de servidores e de desktop em infraestrutura básica necessária, as empresas não devem cometer o erro de misturá-los porque os objetivos são diferentes e as considerações técnicas também. O termo Virtualization Desktop Infrastructure ou VDI é usado para descrever componentes de hardware e de software necessários para suportar uma implementação de virtualização de desktop.</p>
<p>Ingressar nesse universo requer uma análise detalhada dos fornecedores da tecnologia para que a implementação não se torne uma frustração para as empresas.</p>
<p><em>Paul Mah, cio.com.</em></p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2012/04/25/por-que-os-pequenos-negocios-devem-virtualizar/" target="_blank">http://computerworld.uol.com.br</a></p>
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		<title>Seminário: Virtualização VMware vSphere Enterprise 5, em Florianópolis.</title>
		<link>http://blog.teltecnetworks.com.br/2012/04/20/seminario-virtualizacao-vmware-vsphere-enterprise-5-em-florianopolis/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 18:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[VMware]]></category>

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		<description><![CDATA[A LinuxClass, promove o seminário de VMware vSphere Enterprise 5 nos dias 14, 15 e 16 de Maio em Florianópolis. O curso é rápido e prático e transfere aos participantes a fundamentação para desenho e implementação de projetos de Virtualização/Cloud de infra-estrutura utilizando o produto VMware ESXi e vCenter Server (vSphere Enterprise 5). Com uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <em><strong>LinuxClass</strong></em>, promove o seminário de VMware vSphere Enterprise 5 nos dias 14, 15 e 16 de Maio em Florianópolis.<br />
O curso é rápido e prático e transfere aos participantes a fundamentação para desenho e implementação de projetos de Virtualização/Cloud de infra-estrutura utilizando o produto VMware ESXi e vCenter Server (vSphere Enterprise 5).</p>
<p>Com uma metodologia 100% prática, serão introduzidos conceitos básicos de virtualização profissional para datacenters e ao mesmo tempo reforçado conteúdos avançados como: clusters de alta disponibilidade e balanceamento de carga DRS-HA, migrações com vMotion, gerenciamento de Storages SAN e NAS e gerenciamento de rede avançado; incluindo controle de banda, switchs virtuais e ajustes finos de performance. Aprenda com Material Didático atualizado para a versão 5.0 contendo 600 páginas.</p>
<p><strong>Informações</strong> no site: <a href="http://www.linuxclass.com.br/" target="_blank">www.linuxclass.com.br</a><br />
<strong>Inscrições</strong> pelo e-mail: linuxclass@linuxclass.com.br ou pelo telefone (48) 4141 2820. (08 Vagas Disponíveis).<br />
<strong>Data</strong>: 14, 15 e 16 de Maio de 2012. Local: Florianópolis – SC.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://br-linux.org/2012/seminario-virtualizacao-vmware-vsphere-enterprise-5-em-florianopolis/" target="_blank">http://br-linux.org</a></strong></p>
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		<title>Cisco planeja dobrar investimentos em smart grid.</title>
		<link>http://blog.teltecnetworks.com.br/2012/04/20/cisco-planeja-dobrar-investimentos-em-smart-grid/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 18:46:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[CISCO SYSTEMS]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Cisco vai dobrar investimento em smart grid. A informação foi confirmada por três executivos da empresa ao site americano especializado no setor, Smart Grid News. O gerente geral do grupo de tecnologia emergente da Cisco, Guido Jouret, o líder da unidade Cisco Connected Grid, Lionel Chocron, e o arquiteto-chefe de smart grid, Jeffrey Taft, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Cisco vai dobrar investimento em smart grid. A informação foi confirmada por três executivos da empresa ao site americano especializado no setor, Smart Grid News. O gerente geral do grupo de tecnologia emergente da Cisco, Guido Jouret, o líder da unidade Cisco Connected Grid, Lionel Chocron, e o arquiteto-chefe de smart grid, Jeffrey Taft, afirmaram que a companhia deve duplicar o time de vendas e o capital aplicado para suportar o lançamento de novos produtos nos próximos 18 meses. As regiões da Europa, América Latina e Ásia serão o foco da estratégia.</p>
<p>Jouret admitiu que a área de gestão de energia doméstica não foi uma boa escolha de negócio para a Cisco, mas ele ressalta que o smart grit está bem ao centro das competências da companhia. A Cisco vê o segmento como uma consolidação de tecnologias diferentes dentro de um IP, um negócio no qual se tornou especialista. “Estamos apenas repetindo o roteiro que aplicamos em outras consolidações de área”, disse o executivo. Ele citou como exemplo os segmentos de redes locais, voz sobre IP (VoIP) e vídeo sobre IP.</p>
<p>Os executivos garantiram que a área de redes FAN (field area network) junto a unidade de smart grid passam por um período de adoção acelerada pelos clientes. Isso deve ser confirmado com novos produtos e aplicações, que devem ser anunciados em breve.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Spin-in de startup</strong></p>
<p>A fabricante de equipamentos de rede anunciou nesta quinta-feira, 19, que vai investir US$ 100 milhões da startup de redes Insieme, com direito de eventualmente comprar a empresa por até US$ 750 milhões. A Insieme foi fundada por três ex-funcionários da Cisco, que anteriormente já havia criado duas outras empresas que receberam financiamento da Cisco, uma especializada em armazenamento de dados e outra em rede de alta velocidade, segundo informa o jornal New York Times. Como Insieme, essas empresas foram criadas para serem compradas pela Cisco, modelo conhecido como um &#8220;spin-in&#8221;.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.tiinside.com.br/19/04/2012/cisco-planeja-dobrar-investimentos-em-smart-grid/ti/273879/news.aspx" target="_blank">http://www.tiinside.com.br</a></strong></p>
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		<title>ESET detecta novo golpe voltado a usuários do Facebook.</title>
		<link>http://blog.teltecnetworks.com.br/2012/04/11/eset-detecta-novo-golpe-voltado-a-usuarios-do-facebook/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 13:44:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antivírus]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[ESET]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<description><![CDATA[Ao divulgar um balanço das principais ameaças à segurança da informação detectadas no último mês de março, os especialistas dos laboratórios da ESET citaram o surgimento de um adware – programa que exibe propagandas e anúncios na tela do computador, sem autorização – voltado a usuários do Facebook. O golpe utiliza como chamariz um recurso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Teltec-Networks/183380028348212" target="_blank"><a href="http://www.teltecnetworks.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=eset&amp;pp_image=3D_Facebook_Icon_psd62926.png" title="3D Facebook Icon psd62926"><img src="http://www.teltecnetworks.com.br/blog/wp-content/photos/3D_Facebook_Icon_psd62926.png" class="centered" alt="3D Facebook Icon psd62926" width="400" height="232" /></a></a><br />
Ao divulgar um balanço das principais ameaças à segurança da informação detectadas no último mês de março, os especialistas dos laboratórios da ESET citaram o surgimento de um adware – programa que exibe propagandas e anúncios na tela do computador, sem autorização – voltado a usuários do Facebook. O golpe utiliza como chamariz um recurso para trocar a cor de fundo da página da rede social, de azul para rosa.</p>
<p>Sob o pretexto de realizar a troca de cor, o adware direciona o usuário do Facebook para um site infectado com um código malicioso, detectado pelo <strong>ESET </strong>NOD32 Antivirus como uma variante do HTML/SrcInject.B.Gen.</p>
<p>Uma vez no site, a vítima é estimulada a realizar uma verificação de suas informações, por meio do preenchimento de um formulário de adesão a um serviço de envio de SMS (mensagem curta de texto para celular). Após colocar seus dados, o usuário é direcionado a realizar o download de uma ferramenta que permite gerenciar o perfil no Facebook mas que, na realidade, é um adware que se instala na máquina da vítima.</p>
<p>De acordo com o relatório divulgado pela ESET, para que as pessoas não sejam vítimas desse tipo de golpe, é fundamental que sejam cuidadosos ao acessarem links, em especial, aqueles que oferecem novos recursos para o Facebook.</p>
<p>Fonte: <a href="http://adrenaline.uol.com.br/seguranca/noticias/12017/eset-detecta-novo-golpe-voltado-a-usuarios-do-facebook.html" target="_blank">http://adrenaline.uol.com.br</a></p>
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		<title>Cisco, EMC e VMware aliam-se na formação para cloud e Big Data.</title>
		<link>http://blog.teltecnetworks.com.br/2012/04/11/cisco-emc-e-vmware-aliam-se-na-formacao-para-cloud-e-big-data/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 13:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[CISCO SYSTEMS]]></category>
		<category><![CDATA[EMC]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[VMware]]></category>

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		<description><![CDATA[As três empresas vão disponibilizar cursos de certificação sobre as principais tendências actuais de tecnologia incluindo cloud computing, a gestão de redes unificadas e de grandes volumes de informação. Como as aplicações em silos começam a desaparecer, os profissionais de TI precisam melhorar e actualizar os seus conhecimentos. Trata-se de se preparem para tirarem pleno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>As três empresas vão disponibilizar cursos de certificação sobre as principais tendências actuais de tecnologia incluindo cloud computing, a gestão de redes unificadas e de grandes volumes de informação.</em><br />
<a href="http://www.teltecnetworks.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=cisco-systems&amp;pp_image=CloudBigData.jpg" title="CloudBigData"><img src="http://www.teltecnetworks.com.br/blog/wp-content/photos/CloudBigData.jpg" class="centered" alt="CloudBigData" width="300" height="239" /></a><br />
Como as aplicações em silos começam a desaparecer, os profissionais de TI precisam melhorar e actualizar os seus conhecimentos. Trata-se de se preparem para tirarem pleno partido das novas tecnologias, como a cloud computing, a virtualização, a unificação de redes e a gestão do fenómeno Big Data.<br />
Assim, alguns dos principais fornecedores de tecnologia em todo o mundo, incluindo a Cisco, a EMC e a VMware estabeleceram uma parceria para oferecer formação a especialistas em TIC.<br />
“Há alguma confusão sobre a cloud computing, serviços baseados neste modelo, e a forma como este é aproveitado como parte de uma transformação global das organizações. Como se passa do clássico centro de dados virtual de para uma plataforma de cloud computing?”, explica Anthony Bryant, director de serviços de formação na iniciativa Cisco@ Learning. “Há também a confusão sobre a forma como se poderá transformar o talento técnico nesta área.”<br />
A iniciativa de formação da <strong>Cisco</strong> e da <strong>EMC </strong>também inclui os recursos do <strong>VMware</strong>. Os pacotes oferecem em conjunto cursos e certificações relacionadas com a arquitectura de cloud, virtualização, armazenamento, rede e ciência de dados em geral.<br />
São organizados em torno de disciplinas e funções específicas, incluindo a figuras de arquitecto de cloud, administradores de sistemas, especialistas em backup e recuperação, desenhadores de de rede e cientista de dados.<br />
“Um administrador de sistema, de bases de dados ou um administrador de rede precisa de entender o que está a acontecer através das diferentes áreas de tecnologia no centro de dados”, disse Alok Shrivastava, director sénior na EMC Education Services.<br />
No modelo de formação da Cisco, EMC e VMware há um caminho associado com cada disciplina que oferece os cursos necessários para se desenvolverem competências. Os profissionais de TI podem optar por comprar os cursos como um pacote ou separadamente. A formação é ministrada por instrutores através de cursos, dirigidos por um instrutor de vídeo e, em alguns casos, nas instalações do cliente.<br />
Do ponto de vista de um CIO de uma organização de mil pessoas, “o sucesso da transformação da nuvem depende da equipa”,  diz Shrivastava. Sem esta desenvolver novas aptidões, o projecto poderia não funcionar muito bem, explica. Na sua visão, <em>“transformar a força de trabalho está a tornar-se extremamente crítico para um CIO”</em>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.computerworld.com.pt/2012/04/05/cisco-emc-e-vmware-aliam-se-na-formacao-para-cloud-e-big-data/" target="_blank">http://www.computerworld.com.pt</a></p>
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		<title>Vivo lança serviços de nuvem em parceria com Cisco</title>
		<link>http://blog.teltecnetworks.com.br/2012/04/11/vivo-lanca-servicos-de-nuvem-em-parceria-com-cisco/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 13:34:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[CISCO SYSTEMS]]></category>
		<category><![CDATA[EMC]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Produto de armazenagem de dados, que será comercializado à princípio para as companhias consideradas grandes pela Telefônica, é o primeiro a vir com a marca Vivo. A Vivo Cloud Plus é a nova oferta de serviços de infra-estrutura de serviços (TI) na nuvem da Telefônica-Vivo em parceria com as gigantes Cisco, VCE e EMC, lançada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Produto de armazenagem de dados, que será comercializado à princípio para as companhias consideradas grandes pela Telefônica, é o primeiro a vir com a marca Vivo.</strong></p>
<p>A <strong>Vivo Cloud Plus</strong> é a nova oferta  de serviços de infra-estrutura de serviços  (TI) na nuvem da Telefônica-Vivo em parceria com as gigantes <strong>Cisco, VCE e EMC</strong>, lançada  nesta quarta-feira (4) para o mercado nacional, no Rio de Janeiro.<br />
<a href="http://www.teltecnetworks.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=cisco-systems&amp;pp_image=boneco_vivo.jpg" title="boneco vivo"><img src="http://www.teltecnetworks.com.br/blog/wp-content/photos/boneco_vivo.jpg" class="centered" alt="boneco vivo" width="150" height="159" /></a><br />
O produto de armazenagem de dados, que será comercializado à princípio para as companhias consideradas grandes pela Telefônica, é o primeiro a vir com a marca Vivo.<br />
<em>“A grande diferença entre o nosso antigo sistema de hosting e o Vivo Cloud Plus, é que agora temos uma solução que permite rápida contratação e escala”</em>, diz Maurício Azevedo, diretor  executivo do segmento corporativo da Telefônica|Vivo.<br />
<em>“O nosso modelo é 100% serviço, não há investimento nenhum por parte do cliente”.</em></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dci.com.br/telefonica%7Cvivo-lanca-servicos-de-nuvem-em-parceria-com-cisco-id288891.html" target="_blank">http://www.dci.com.br</a></p>
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