Category ArchiveVirtualização
ESET &Noticias &Virtualização Karina on 13 jan 2012
Cibercriminosos usam Facebook e Windows Live Messenger
Cibercriminosos usam Facebook e Windows Live Messenger para propagar ataque massivo no Brasil
O malware, descoberto pela ESET, converte os equipamentos infectados em parte de uma rede botnet e rouba senhas de acesso às redes sociais
O laboratório da ESET – companhia global de soluções de segurança – descobriu uma nova campanha massiva de propagação de malwares (códigos maliciosos), por meio de mensagens do Facebook e do Windows Live Messenger, direcionada a usuários brasileiros e latino-americanos. Trata-se do Win32/Dorkbot – o código malicioso mais propagado nos últimos seis meses na América Latina –, voltado a transformar os equipamentos infectados em parte de uma rede botnet e roubar informações de acesso às redes sociais.
A distribuição do malware utiliza o mecanismo de Engenharia Social. Para isso, os cibercriminosos despertam a curiosidade dos usuários para que eles cliquem em um link e, em seguida, os induzem a realizar o download de um arquivo malicioso. No caso específico do ataque atual, ele utiliza como armadilha supostas fotos de Hugo Chávez, presidente da Venezuela, em estado agonizante.
A partir do momento que o sistema é infectado, o equipamento passa a fazer parte de uma rede botnet. Com isso, o cibercriminoso passa a controlá-lo remotamente, com o intuito de propagar a ameaça para outros usuários. Assim, sempre que o equipamento se conecta a sites como do Facebook e Windows Live Messenger, ele envia, automaticamente, mensagens com o código malicioso a todos os contatos nas redes sociais.
Esse código malicioso também tem como intuito roubar senhas do Facebook, Gmail, Hotmail, Twitter, PayPal, entre outros serviços online.
“Essa informação vem confirmar as previsões da ESET de que, em 2012, os cibercriminosos devem utilizar, cada vez mais, a engenharia social, para disseminar malwares”, alerta Camillo Di Jorge, country manager da ESET no Brasil.
Sobre a ESET
Fundada em 1992, a ESET é uma companhia global de soluções de software de segurança que provê proteção de ultima geração contra ameaças eletrônicas. A matriz da empresa está localizada na Bratislava (Eslováquia), contando com escritórios de coordenação global em San Diego (Califórnia, EUA), Buenos Aires (Argentina) e Cingapura. A ESET também possui sedes em Londres (Reino Unido), Praga (Republica Checa), Cracóvia (Polônia), São Paulo (Brasil) e Distrito Federal (México).
Além do seu principal produto, o antivírus ESET NOD32, desde 2007 a companhia oferece a solução ESET Smart Security, que integra a premiada proteção proativa do NOD32 com um firewall e um anti-spam. As soluções ESET oferecem aos clientes corporativos um maior retorno do investimento (ROI) do mercado, como resultado de uma alta taxa de produtividade, velocidade e mínima utilização de recursos.
O trabalho da ESET com corporações como Canon, Dell, Bridgestone e Microsoft permitiu à empresa entrar no ranking Deloitte Technology Fast 500 – região Europa, Oriente Médio e África, por cinco anos consecutivos.
A ESET conta também com um grande histórico de reconhecimento de laboratórios prestigiados no mercado: a solução ESET NOD32 conquistou mais prêmios de Virus Bulle[tin que nenhum outro antivirus, detectando consistentemente todas as amostras ativas (in-the-Wild) sem gerar falsos positivos.
Desde 2004, a ESET atua na América Latina, a partir de Buenos Aires (Argentina), onde dispõe de uma equipe de profissionais capacitados para responder às demandas do mercado de forma concisa e imediata, além de um laboratório de pesquisas focado na descoberta proativa de varias ameaças.
A importância de complementar a proteção oferecida pela tecnologia líder na detecção proativa de ameaças com uma navegação e o uso consciente da equipe, junto com o interesse de fomentar a conscientização dos usuários sobre a necessidade de segurança, tornam as campanhas educativas o pilar da identidade corporativa da ESET.
Link: www.eset.com.br
Fonte: http://www.segs.com.br/
ESET &Noticias &Sem Categoria &Virtualização Karina on 09 jan 2012
Seis dicas para usar os tablets de forma segura
Dispositivos móveis transformam-se em alvos dos cibercriminosos. Mas especialista da ESET mostra como cuidados simples podem ajudar os usuários a evitar problemas
Por conta da popularidade dos tablets, no mercado brasileiro e mundial, os especialistas da ESET – companhia global de soluções de segurança – consideram que esses equipamentos tendem a ser, cada vez mais, um alvo dos cibercriminosos. E, de acordo com a empresa, em 2012, deve crescer o número de ataques voltados especificamente a esse tipo de dispositivo móvel.
“Os usuários de tablets precisam estar atentos às ameaças que devem ser intensificadas em 2012”, alerta Camillo Di Jorge, country manager da ESET no Brasil. “Mais do que isso, é preciso adotar medidas adequadas para não ser surpreendido pelos cibercriminosos. Muitas vezes, são cuidados simples, mas que a maioria das pessoas ignora no dia-a-dia”, acrescenta o executivo.
A seguir, o country manager da ESET Brasil dá seis dicas para garantir a segurança da informação nos tablets:
Dica 1: Instale todas as atualizações
Até que os tablets cheguem às prateleiras das lojas brasileiras, eles percorrem um longo caminho. Nesse período, provavelmente, foram feitas atualizações e criadas correções, voltadas a garantir a segurança. Assim, o usuário precisa estar atento para atualizar, de forma constante, seu equipamento, a partir da indicação dos fornecedores. Além disso, no caso de aparelhos que usam soluções baseadas em Java e Flash, deve-se estar atento ao fato de que esses ambientes fornecem suas próprias atualizações, independentes do sistema operacional.
Dica 2: Previna-se para o caso de perda ou furto
Por serem dispositivos móveis, os tablets estão sujeitos a perdas e furtos em situações cotidianas. Por outro lado, tendem a virar um alvo dos ladrões, graças à demanda por esse tipo de equipamento no mercado. Assim, quem utiliza um tablet deve instalar algum aplicativo que permita rastreá-lo e bloqueá-lo remotamente. Isso evita que os dados armazenados no dispositivo sejam acessados pelos criminosos.
Dica 3: Tenha um backup adequado
O pior pesadelo para qualquer usuário é, depois de gastar muitos meses para armazenar músicas, fotos, vídeos e todo tipo de documento no tablet perder essas informações, por conta de um problema com o equipamento. A alternativa para evitar esse tipo de surpresa pode ser armazenar os arquivos em um dos diversos serviços de cloud computing (computação em nuvem) disponíveis atualmente no mercado. Outra possibilidade é instalar aplicativos que realizam o backup automático para o computador doméstico ou para um HD (disco rígido) externo.
Dica 4: Cuidado com a instalação de aplicativos
Existe uma proliferação no número de aplicativos disponíveis para tablets, o que seduz os usuários a instalarem o máximo possível de programas em seus equipamentos. No entanto, os cibercriminosos têm utilizado essa tendência como uma facilidade para atacar os usuários, ao criar sistemas maliciosos.
Assim, antes de instalar um novo aplicativo no tablet, o usuário deve tomar uma série de cuidados. O mais importante deles é só baixar programas que estejam disponíveis em lojas oficiais dos fabricantes e, mesmo nesse caso, deve-se ficar atento, já que em 2011 houve casos de aplicativos falsos, criados por cibercriminosos, oferecidos na Android Market (loja oficial de aplicativos para o sistema operacional do Google).
Com base nisso, quanto menos aplicativos no tablet, menor a chance do usuário ser surpreendido por um ataque.
Dica 5: Aumente a segurança nas mídias sociais
De forma geral, as pessoas utilizam os tablets para acessar e-mails, entrar nas redes sociais e navegar na internet. Por conta disso, esses equipamentos estão recheados de senhas e informações pessoais extremamente valiosas, que precisam ser conservadas.
Para prevenir ameaças em dispositivos móveis, o Facebook criou um sistema de notificação, o qual avisa o usuário de que alguém tentou acessar sua conta de um equipamento não identificado. Para utilizar essa funcionalidade do Facebook, basta entrar na rede social e acessar a área de “Configurações de Conta” e na sequência “Segurança”, clicando em seguida em “Aprovações de Login”.
Dica 6: Instale softwares de segurança
Já existem versões de software de segurança voltadas especificamente a proteger tablets e que, assim como no caso dos PCs, são fundamentais para garantir a segurança. No caso da ESET, por exemplo, a empresa conta hoje com uma solução voltada a tablet 3G que rodam o sistema operacional Android, considerado um dos principais alvos de cibercriminosos.
Sobre a ESET
Fundada em 1992, a ESET é uma companhia global de soluções de software de segurança que provê proteção de ultima geração contra ameaças eletrônicas. A matriz da empresa está localizada na Bratislava (Eslováquia), contando com escritórios de coordenação global em San Diego (Califórnia, EUA), Buenos Aires (Argentina) e Cingapura. A ESET também possui sedes em Londres (Reino Unido), Praga (Republica Checa), Cracóvia (Polônia), São Paulo (Brasil) e Distrito Federal (México).
Além do seu principal produto, o antivírus ESET NOD32, desde 2007 a companhia oferece a solução ESET Smart Security, que integra a premiada proteção proativa do NOD32 com um firewall e um anti-spam. As soluções ESET oferecem aos clientes corporativos um maior retorno do investimento (ROI) do mercado, como resultado de uma alta taxa de produtividade, velocidade e mínima utilização de recursos.
O trabalho da ESET com corporações como Canon, Dell, Bridgestone e Microsoft permitiu à empresa entrar no ranking Deloitte Technology Fast 500 – região Europa, Oriente Médio e África, por cinco anos consecutivos.
A ESET conta também com um grande histórico de reconhecimento de laboratórios prestigiados no mercado: a solução ESET NOD32 conquistou mais prêmios de Virus Bulle[tin que nenhum outro antivirus, detectando consistentemente todas as amostras ativas (in-the-Wild) sem gerar falsos positivos.
Desde 2004, a ESET atua na América Latina, a partir de Buenos Aires (Argentina), onde dispõe de uma equipe de profissionais capacitados para responder às demandas do mercado de forma concisa e imediata, além de um laboratório de pesquisas focado na descoberta proativa de varias ameaças.
A importância de complementar a proteção oferecida pela tecnologia líder na detecção proativa de ameaças com uma navegação e o uso consciente da equipe, junto com o interesse de fomentar a conscientização dos usuários sobre a necessidade de segurança, tornam as campanhas educativas o pilar da identidade corporativa da ESET.
Para mais informações, www.eset.com.br
Fonte: http://www.segs.com.br/
CISCO SYSTEMS &Noticias &Virtualização Karina on 06 jan 2012
Programa social da Cisco chega ao Morro do Alemão
A Prefeitura do Rio de Janeiro, representada pela Secretaria Municipal de Habitação, está oferecendo cursos de capacitação em TI do Cisco Networking Academy, na comunidade de Nova Brasília, no Morro do Alemão. O programa é parte da Praça do Conhecimento, projeto social voltado para cultura e educação, inaugurado no final de dezembro de 2011.
A parceria da Cisco com a Praça do Conhecimento vai inserir a comunidade de Nova Brasília em uma rede mundial de educação que atende mais de um milhão de estudantes em 165 países, sendo 25 mil somente no Brasil. A previsão é que mais de 300 jovens da comunidade sejam formados pelo Networking Academy somente no primeiro semestre de 2012.
A Praça do Conhecimento contará com dois módulos do programa da Cisco: o IT Essentials, que capacita o estudante para trabalhar como especialista de suporte, técnico de help desk, técnico de redes, profissional de instalação de hardware e suporte de aplicações de software, e o CCNA (Cisco Certified Network Associated), certificação que habilita o profissional a atuar como administrador de sistemas, especialista em internet, analista de sistemas de redes e dados e como analista de redes e computadores.
O Networking Academy também será oferecido nas próximas unidades da Praça do Conhecimento, que serão inauguradas em 2012, em outras comunidades carentes do Rio de Janeiro. O projeto da Secretaria da Habitação deve ser estendido para a Colônica Juliano Moreira (Jacarepaguá), Pedreira (Costa Barros), Turano (Rio Comprido) e Complexo da Penha.
O programa Networking Academy na Praça do Conhecimento também incluiu a formação de professores e material didático cedido pela Cisco.
Fonte: www.decisionreport.com.br
3com &AXIS &Case &CISCO SYSTEMS &D-LINK &datacenters &EMC &ESET &Eventos &Google &Institucional TELTEC &Noticias &Riverbed &Sem Categoria &Software Livre &SONY &Virtualização &VMware Karina on 23 dez 2011
A Teltec Networks deseja a todos os parceiros, cliente e amigos um FELIZ NATAL!
ESET &Noticias &Virtualização Karina on 22 dez 2011
ESET detecta as dez principais ameaças à segurança.
Os laboratórios da ESET divulgaram um estudo com as dez principais ameaças à segurança na internet no mundo, detectadas durante o mês de novembro. De acordo com o ThreatSense.Net, ferramenta de análise estatística encontrada nos produtos da ESET, os malwares com maior propagação no período foram:
1. INF/Autorun (porcentagem total de detecções: 4,38%)
É um arquivo malicioso utilizado para executar ações automaticamente, quando uma mídia externa – como um CD, DVD ou USB – é usado por um computador.
2. Win32/Dorkbot (porcentagem total de detecções: 3,43%)
Worm que se propaga por meio de mídias removíveis e que contêm um backdoor (falha de segurança que pode existir em um programa de computador ou sistema operacional). Pode ser controlado remotamente. Consegue “roubar” as senhas dos usuários quando eles utilizam determinados sites.
3. HTML /ScrInject.B (porcentagem total de detecções: 2,40%)
É um tipo de detecção genérica das páginas web HTML que inclui script “escondido” ou iframes que são direcionados automaticamente para o download do malware.
4. HTML/iFrame.B (porcentagem total de detecções: 2,24%)
Detecção genérica para iframes maliciosos inseridos em páginas HTML, que são redirecionados para uma URL específica com conteúdo malicioso.
5. Win32/Conficker (porcentagem total de detecções: 2,20%)
É um worm que se propaga com o uso da internet como plataforma de ataque, aproveitando-se de diferentes vulnerabilidades nos sistemas operacionais Microsoft Windows que já foram corrigidos, além de invadir outras tecnologias como os dispositivos de armazenamento removível e recursos compartilhados em redes. Dessa forma, um ataque pode controlar o sistema de forma remota e realizar ações maliciosas sem a necessidade de utilizar senhas de usuários válidas.
6. Win32/Autoit (porcentagem total de detecções: 1,53%)
Trata-se de um worm que se propaga, no geral, por meio de mídias removíveis, embora algumas variantes se espalhem pelo sistema de mensagens eletrônicas MSN. Pode chegar ao sistema como um arquivo baixado a partir de um site malicioso, além de realizar o download de um novo malware. Depois que realiza a infecção, esse worm busca todos os arquivos executáveis e os troca por uma cópia de si mesmo. Ele é replicado tanto no disco local como nos recursos encontrados na rede.
7. Win32/Sality (porcentagem total de detecções: 1,03%)
O Sality é um vírus polimórfico, que, quando executado, inicia um serviço e cria ou elimina chaves de registro relacionadas às atividades de segurança do sistema. Este malware modifica os arquivos do tipo .exe e .scr e desativa os serviços e processos relacionados às soluções de segurança.
8. Win32/Ramnit (porcentagem total de detecções: 0,97%)
Trata-se de um vírus que é executado ao iniciar o sistema. Ataca arquivos .dll e .exe. Também procura por arquivos HTM e HTML para realizar ações maliciosas neles. Pode ser controlado remotamente para capturas de tela, enviar informações de modo coberto, fazer o download ou executar arquivos e desligar ou reiniciar o equipamento.
9. JS/TrojanDownloader.Iframe.NKE (porcentagem total de detecções: 0,79%)
É um trojan (ataque conhecido como Cavalo de Troia) que redireciona o navegador para uma URL específica com o código malicioso. Usualmente, encontra-se nas páginas HTML.
10. Win32/PSW.OnLineGames (porcentagem total de detecções: 0,75%)
É um trojan com características de ameaças keylogger e rootkit que capta informações vinculadas aos jogos online e seus usuários, além de obter as senhas dos usuários.
CISCO SYSTEMS &datacenters &Virtualização Karina on 20 dez 2011
Para TI, 2012 já começou!
Para TI, 2011 foi um ano de transição. O consumo de TI chegou a medida plena, e cloud computing deixou de ser ficção científica. Será que as mudanças que ocorrerão em 2012 serão mais concreto? Aqui está a minha lista de probabilidades para o novo ano.
Big data - Os benefícios de Business Intelligence e Analytics nunca foram mais intensamente desejados do que são agora. O problema é que a maioria dos dados corporativos não se alinha em agradáveis linhas estruturadas. Surgem em uma ampla variedade de formatos. Isso faz com que o aproveitamento de grandes volumes de dados que agora temos à nossa disposição seja encarado como mais um obstáculo técnico. Hadoop, a estrutura de software e o sistema de arquivos que muitos acreditam que será uma ferramenta importante para dominar o Big Data, é ainda promissora. Há um longo caminho a percorrer, mas o progresso em direção a conquista do Big Data tem tudo para ser o desenvolvimento mais significativo em 2012.
CoIT, BYOD e mobilidade - Em 2012, as discussões sobre a possibilidade de abraçar ou reprimir a consumerização de TI (CoIT) e a tendência de funcionários levarem seus próprios dispositivos para o trabalho (BYOD) vai começar a parecer ridícula. Tecnologias de consumo poderão ser colocadas para trabalhar. E enquanto este for o caso, farão parte do local de trabalho. É hora de começar colocar essas tendências em prática e a se concentrar em como gerenciar segurança e outros aspectos dessas tecnologias. Você também precisará de uma estratégia de gerenciamento e suporte de aplicativos móveis.
Mídias Sociais e as empresas – É tarde demais para a maioria das empresas criarem redes sociais internas; eles não vão ter sucesso. E as tentativas de bloquear o Facebook e o Twitter são inúteis. Esses são os sites de redes sociais que as pessoas dedicam seu tempo agora. A questão é, será que empresas como Facebook criarão serviços que sejam úteis para as empresas? Se fizerem isso, uma nova explosão de mídia social começará.
Computação em nuvem – Até o final de 2012, a computação em nuvem pode começar parecer um pouco como um terno antiquado. Os problemas serão gritantescos, e teremos mais exemplos de erros no uso de cloud. Mas também veremos as soluções para esses problemas começarem a surgir, bem como algumas práticas recomendadas. Nuvem veio para ficar. A única pergunta ainda por responder é que aspectos da nuvem vão decolar.
Virtualização – Virtualização de servidores (que pode parecer um conceito velho para alguns de nós) vai crescer vigorosamente em 2012. Por quê? Porque muitas empresas ainda têm de adotá-lo, e suas salas de servidores estão cheias de equipamentos que deveriam ter sido substituídos em 2008. Como as empresas procuram modernizar seus equipamentos, muitos se voltarão para virtualização de servidores para esticar seus orçamentos.
Tablets x PCs - Tablets vão realmente substituir os PCs? Acredito que não. A verdade é que os tablets ainda não estão substituindo notebooks no ambiente de trabalho empresarial. São uma extensão da experiência do computador para alguns. No curto prazo, de qualquer modo, a explosão de vendas dos tablets foi exagerada como um agente de mudança da TI corporativa. O advento dos mais leves e poderosos ultrabooks será o grande avanço que manterá os PCs relevantes em um mundo onde as pessoas têm sido seduzidas pela conveniência dos tablets.
Segurança – A confluência de orçamentos limitados e a ascensão de mais sofisticadas técnicas de invasão poderia facilmente significar um desastre para algumas empresas em 2012. É um grande momento para uma revisão das políticas de segurança.
Fonte: http://cio.uol.com.br
CISCO SYSTEMS &Virtualização &VMware Karina on 01 dez 2011
Cisco, Google Ventures, VMware investem US$ 8,5 milhões em Start-up.
Cisco, Google Ventures e VMware anunciaram que investiram US$ 8,5 milhões na Puppet Labs, start-up especializada no desenvolvimento de software para automação para data centers. Contabilizando os recursos obtidos com investidores anteriores, a empresa acumula US$ 15,75 milhões.
Entre os 250 clientes da Puppet Labs estão empresas como a companhia de jogos sociais Zynga, que prepara a abertura de capital, o microblog Twitter e a gigante de software Oracle. O carro-chefe da empresa é o Puppet Enterprise, solução para gestão e monitoramento de infraestrutura em nuvem voltada a administradores de sistemas.
“A equipe da Puppet Labs demonstrou liderança para capitalizar esta tremenda oportunidade. Vamos trabalhar com eles para aumentar os negócios”, afirmou em nota a Karim Faris, parceira do Google Ventures. Recentemente, a Puppet Labs adquiriu a Mcollective, que desenvolveu um framework para administração de servidores em paralelo a operações normais de sistemas.
Fonte: http://www.tiinside.com.br
Noticias &Riverbed &Virtualização Karina on 09 nov 2011
Riverbed entra para a comunidade OpenStack
Empresa de otimização colabora no desenvolvimento de soluções baseadas em código aberto para a nuvem
A Riverbed Technology (NASDAQ: RVBD), empresa de alto desempenho em TI, anuncia a sua participação na comunidade OpenStack™, um grupo global de desenvolvedores que trabalha de forma colaborativa em prol de um sistema operacional para nuvem baseado em código aberto.
Com as empresas migrando os seus dados e aplicativos para a nuvem, a crescente conectividade via rede WAN (geograficamente dispersa) apresenta-se como um desafio para o desempenho dos aplicativos. Como membro da OpenStack, a Riverbed® também está trabalhando com o grupo nas suas próprias soluções de otimização da WAN a fim de viabilizar ambientes em nuvem bem-sucedidos.
O trabalho da OpenStack com as soluções Riverbed para otimização da WAN é uma expansão de uma colaboração anterior com esta comunidade, relacionada à controladora para a entrega de aplicativos virtuais (vADC). As soluções Riverbed para otimização da WAN e as vADCs dão às empresas uma plataforma tecnológica que melhora o desempenho em ambientes de nuvem pública, privada e híbrida.
“Acreditamos que seja benéfico à comunidade e à computação na nuvem de forma geral, nos unirmos com grandes nomes do mercado de TI em prol das tecnologias de código aberto. A adoção desse enfoque ajudará a computação em nuvem a se expandir e a atender os desafios dos futuros aplicativos”, disse Mark Collier, vice-presidente da Rackspace Cloud Builders.
Mais de 16 mil empresas mundialmente usam Riverbed para entender, otimizar e consolidar as suas infraestruturas de TI, através de soluções que respondem aos desafios de desempenho relacionados à distância, ao ambiente distribuído e ao crescente volume de dados. Com as áreas de TI adotando iniciativas estratégicas para virtualizar, consolidar e migrar as cargas de trabalho para o ambiente em nuvem, os usuários levam seus dados para mais longe. Dessa forma, os aplicativos e as transferências de arquivos ficam mais lentos e os sites – que se tornam ineficientes – interferem negativamente no desempenho dessas iniciativas.
A Riverbed melhora substancialmente o desempenho de TI com soluções que abrangem otimização da WAN , gerenciamento do desempenho da rede (NPM) com base na entrega dos aplicativos, otimização de conteúdo web (WCO), proteção dos dados em nuvem para backup, arquivamento e recuperação de desastres. Oferecendo amplo portfólio de soluções de desempenho que otimizam qualquer aplicativo, onde e quando necessário, a Riverbed permite que as empresas melhorem a produtividade, a eficiência, a flexibilidade dos negócios e controlem os custos.
“Espera-se que os aplicativos em nuvem ofereçam desempenho consistente e uma excelente experiência para o usuário, independentemente da conectividade e da localização. A Riverbed trabalha junto com a base de clientes no desenvolvimento de soluções que atendam aos desafios de desempenho do crescente número de empresas migrando a nuvem”, disse Venugopal Pai, vice-presidente de alianças globais da Riverbed. “Como membro da OpenStack, a Riverbed ajudará na criação, especificação e no desenvolvimento de soluções em código aberto para maior integração das tecnologias de otimização da nuvem para os futuros aplicativos. A união da OpenStack ao compromisso da Riverbed permitirá oferecer aplicativos em nuvens públicas, privativas e híbridas em um ambiente de alta performance e sem comprometer o desempenho.”
Sobre a Riverbed
Riverbed Technology entrega desempenho para a empresa conectada globalmente. Com a Riverbed, as empresas podem de forma bem sucedida e inteligente implementar iniciativas estratégicas, tais como virtualização, consolidação, computação em nuvem, e recuperação de desastre sem medo de comprometer o desempenho. Ao fornecer às empresas a plataforma elas precisam entender, otimizar e consolidar sua TI, a Riverbed ajuda empresas a construir uma arquitetura de TI dinâmica, flexível e rápida que alinha as necessidades empresariais da organização. Informação adicional sobre a Riverbed (NASDAQ: RVBD) está disponível no www.riverbed.com.
A Riverbed e qualquer nome ou logotipo de produto ou serviço da Riverbed usados aqui são marcas comerciais da Riverbed Technology, Inc. Todas as outras marcas comerciais usadas aqui pertencem aos seus respectivos proprietários.
Declarações Admonitórias
Este comunicado à imprensa contém declarações admonitórias, incluindo declarações relacionadas com a demanda esperada para os produtos e serviços da Riverbed e declarações relacionadas à habilidade da Riverbed em satisfazer as necessidades das organizações distribuídas. Estas declarações admonitórias envolvem riscos e incertezas, bem como suposições que, se não forem completamente materializadas ou provadas incorretas, podem fazer com que os nossos resultados se diferenciem materialmente destes expressos ou implícitos por tais declarações admonitórias. Os riscos e incertezas que poderiam causar que os nossos resultados diferissem materialmente destes expressos ou implícitos por tais declarações admonitórias incluem nossa habilidade de reagir às tendências e desafios nos nossos negócios e nos mercados em que operamos; nossa habilidade de antecipar as necessidades do mercado ou desenvolver produtos novos e aprimorados para satisfazer estas necessidades; a taxa de adoção dos nossos produtos; nossa habilidade de estabelecer e manter relações de sucesso com nossos parceiros de distribuição; flutuações em demanda, ciclos de vendas e preços para os nossos produtos e serviços; escassez e flutuações de preço na nossa cadeia de abastecimento; nossa habilidade de proteger os direitos de propriedade intelectual; condições e eventos gerais de mercado, econômicos e políticos e outros riscos e incertezas descritos em mais detalhes em nossos documentos arquivados na Comissão de Bolsas e Valores. Mais informações sobre estes e outros riscos que podem causar impacto nos negócios da Riverbed são apresentados no nosso Formulário 10-K arquivado com o SEC em 8 de fevereiro, 2011. Todas as declarações admonitórias neste comunicado à imprensa são baseadas nas informações disponibilizadas para nós nesta data e nós não assumimos nenhuma obrigação em atualizar estas declarações admonitórias. Qualquer produto futuro, recurso ou especificação relacionada que pode ser referenciada neste comunicado são somente para fins informativos e não são compromissos para entregar qualquer tecnologia ou aprimoramento. A Riverbed reserve-se o direito de modificar planos de produto futuro a qualquer momento.
Fonte: http://www.segs.com.br/
Noticias &Virtualização Karina on 14 out 2011
Sete razões básicas para virtualizar
Há boas razões para a virtualização estar sendo usado tão extensivamente através da maioria dos data centers corporativos.
As maiores organizações gerem tipicamente 470 máquinas virtuais e 113 servidores de hospedagem, de acordo com o estudo “V-Índice”, da Bourne Vanson, realizado no Reino Unido, Estados Unidos, França e Alemanha. Nestes mercados em todos os países, a média é de 39% dos servidores virtualizados. Mais de nove em cada 10 empresas usam a virtualização de alguma maneira. Quatro em dez aponta as preocupações com a confiabilidade como barreira para usar mais a virtualização. Uma proporção semelhante também espera atualizar o seu hardware primeiro.
No Brasil, pesquisa conduzida pela consultoria IDC, a pedido da Unisys, e divulgada este mês, aponta que 70% das 101 companhias consultadas disseram que estão investindo em virtualização, consolidação e/ou estandardização do ambiente. O número, mostra o levantamento, está em linha com a média dos demais países pesquisados.
Há boas razões para a virtualização estar sendo usado tão extensivamente através da maioria dos data centers corporativos: ela oferece uma economia atraente em hardware, uso de energia, custos de gestão, e suporta grande tolerância a falhas. Se você ainda não está usando virtualização, comece a pensar seriamente a respeito. Veja porquê.
1. Ela permite que você obtenha máximo proveito do seu servidor.
Normalmente, muitos servidores operam na maior parte do dia em níveis muito baixos de utilização. Adicionando múltiplos SOs e aplicativos você pode tirar o máximo proveito dos recursos do servidor. Uma vez que muitas máquinas virtuais podem ser executados em um servidor, você reduz substancialmente a despesa total com hardware.
2. Ele permitirá que você configure servidores redundantes para melhorar a tolerância a falhas.
Hipervisors permitem migrar sistemas operacionais e seus aplicativos de um sistema para outro. Se um servidor de hardware ou de sistemas operacionais e aplicativos rodando sobre ele falhar, os sistemas operacionais e aplicativos podem ser movidos para outro hypervisor rodando em um servidor físico diferente. Grandes servidores são configurados normalmente para melhor tolerância a falhas do que os servidores de pequeno porte. Dois servidores de grande porte, por exemplo, podem permitir a migração de aplicações e fornecer tolerância a falhas melhor do que uma dúzia de servidores de pequeno porte. E ainda usam menos energia e são mais fáceis de gerenciar.
3. Gerenciamento é simplificado.
Já que todos os sistemas operacionais em um hypervisor podem ser administrados através de uma interface única, e podem usar mais recursos de computação, conforme necessário, pode ser muito mais fácil gerenciar uma dúzia de servidores virtuais do que uma dúzia de sistemas físicos separados. Cada sistema operacional deve continuar a ser gerido separadamente. Feramentas add-on estão disponíveis para simplificar esse processo.
4. Você pode definir partições em sistemas operacionais separados para maior confiabilidade.
Normalmente, um servidor físico será executado em um sistema operacional, que terá vários servidores de aplicações instalados nele – um servidor Web, um servidor de e-mail, um servidor de banco de dados, e assim por diante. No entanto, a execução de vários servidores de aplicações em um único sistema operacional aumenta a possibilidade de que uma aplicação interfira na outra, causando gargalos ou mesmo acidentes. Com o particionamento, e as aplicações rodando em diferentes máquinas virtuais, cada uma tem seu próprio sistema operacional e recursos, e é menos provável que interfira em outras aplicações.
5. Provisionamento de novos servidores para testes de protótipos, e migração simplificada.
Com a virtualização, a criação de um servidor adicional para testes demora alguns minutos e não requer nenhum hardware adicional. Em contraste, a compra de um novo servidor físico (ou a manutenção de servidores extras para testes) é mais caro e, considerando a instalação de sistema operacionais e aplicativos, também bastante demorado. Jás máquinas virtuais existentes podem ser clonadas com todas as configurações do sistema operacional e aplicações, em um processo muito simples de duplicação de um sistema de produção para teste de novos patches ou uma nova versão de um aplicativo.
6. Você pode economizar energia.
Embora avanços tenham sido feitos em eficiência energética para servidores, ainda é mais barato executar um ou dois grandes servidores do que uma dúzia ou mais de servidores tradicionais. Sem contar que servidores virtuais permitem que os recursos sejam desligados quando não estiverem em uso, reduzindo ainda mais o uso de energia. Um grande servidor que hospeda dezenas de VMs pode substituir dezenas de servidores de pequeno porte e gastar menos energia.
7. Com a virtualização de desktops você pode economizar uma fortuna em PCs.
Além de virtualizar sistemas operacionais e aplicativos de servidor, você pode querer considerar a virtualização de desktops. A VDI permite que você execute um thin client em desktops existentes ou hardware novo, e tenha acesso virtual ao Windows 7 ou outro sistema operacional. Isso significa que você pode oferecer desktops Windows 7 para usuários cujos sistemas existentes não suportam o Windows 7 rodando localmente. A gestão também pode ser simplificada, uma vez que os patches para o Windows e os aplicativos podem ser aplicados uma só vez e estarem disponíveis para todos no servidor VDI.
Fonte: http://cio.uol.com.br
Noticias &Virtualização Karina on 14 out 2011
Dossier: Virtualização de Servidores
A virtualização de infra-estrutura de TI e, em particular, a de servidores está já bem implantada entre as empresas portuguesas, de acordo com vários responsáveis de organizações do sector das TIC.
Dado o reconhecimento dos benefícios da prática e tecnologias inerentes, o investimento inicial não será uma importante barreira. Contudo, a expansão ainda fica na fronteira das aplicações críticas de negócio.
O processo para a implantação de uma infra-estrutura virtualizada tem uma série de armadilhas. Torna-se importante gerir a ruptura com a situação anterior e não criar expectativas irrealistas. É preciso saber minimizar o risco e garantir o desempenho durante a implantação, a qual envolve em grande parte dos casos uma renovação de máquinas.
Noutras vezes, esquece-se a formação dos gestores de TI, crucial para usufruir dos benefícios em pleno. Algumas empresas prescindem dessa formação como forma de reduzir custos, enquanto outras, em menor número, levantam a hipótese de se libertarem dos próprios recursos humanos.

