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Noticias &Virtualização Karina on 29 mar 2012
Virtualização: menos gastos para TI.
O mercado de virtualização de servidores não para de crescer em todo o mundo. Um estudo encomendado pela CA Technologies e feito nos Estados Unidos e Europa, indica que o principal foco das organizações está ligado a esse tema. O levantamento mostrou que até o final desse ano, 51% das empresas devem virtualizar seus servidores em mais de 50% de seus sistemas. O foco desse movimento? A redução de custos e o ganho de eficiência operacional.
As companhias brasileiras também estão seguindo essa linha. O Grupo Lwart, especializado na área de coleta e rerrefino de óleo lubrificante usado e na produção de celulose e produtos para impermeabilização, adotou esse caminho desde 2007 e hoje não tem somente seus servidores virtualizados, mas também todos os seus desktops. As soluções escolhidas foram da VMware. Ao todo, 170 deles estão em servidores da empresa.
Segundo João Paulo Torrecilha, coordenador de infraestrutura do grupo, a decisão tomada em favor da virtualização se deu por vários aspectos. Um deles foi preparar o ambiente tecnológico da empresa para suportar o crescimento da empresa. “O grupo passou por algumas mudanças e uma fase de crescimento, e precisávamos ter um ambiente tecnológico preparado para isso, sem a necessidade de fazer grandes investimentos.” Ele cita um exemplo. “Na obra de uma fábrica nova, conseguimos colocar tudo em nossa nuvem privada, incluindo servidores e desktops”.
A redução de custos de TI foi o outro fator que impulsionou essa mudança. “Enxergamos a virtualização como uma possibilidade de minimizar os custos da área, o que implica em menos gastos com manutenção e ter menos gente para administrar o sistema”, diz Torrecilha. A virtualização possibilitou ao Lwart ter fôlego para investir em segurança em caso de desastres. Criou dois sites redundantes para preservar suas informações caso ocorra algum incidente. “Se não fosse via virtualização, o investimento seria maior e o gerenciamento mais complicado”, diz o coordenador.
Esses investimentos em virtualização fazem parte da filosofia do Grupo Lwart alinhado ao conceito de “TI Verde”, com foco em projetos que priorizam a redução do consumo de energia, otimização do espaço físico e descarte adequado de equipamentos eletrônicos. “Os desktops virtuais consomem 90% menos energia do que o convencional”, diz Torrecilha. Todas as aplicações estão dentro de dois únicos grandes racks com quatro servidores, o que representa uma diminuição de custos com energia, reduz espaço e traz maior segurança de dados.
Os benefícios da virtualização do grupo representaram mais mobilidade e agilidade para os funcionários. “Nosso foco é bastante voltado para a entrega ao usuário, sobre suas necessidades e o que podemos fazer para melhorar seu trabalho, oferecendo conectividade”, explica o coordenador. Os próximos planos do Lwart é investir em comunicação unificada por meio da virtualização e colocar sua central telefônica em nuvem.
Noticias &Virtualização Karina on 29 mar 2012
Novos desafios dos distribuidores de TI.
A computação na “Nuvem” é o primeiro passo para transformar o processamento de dados ou a informática em “utility”, como energia elétrica, água, telefone e TV a Cabo.
Vivemos em uma época acelerada, em que as coisas se desenvolvem exponencialmente. Nas empresas existem dois movimentos, um cultural, mais conservador, e outro tecnológico, que se move à velocidade da luz. É difícil acompanhar a evolução da tecnologia e o seu impacto cultural e social. As diferenças entre as gerações nunca foram tão evidentes. Os mais velhos se sentem um pouco perdidos nesse novo mundo que emerge, consequência das mudanças tecnológicas.
A Globalização, que praticamente se iniciou com a histórica visita do Nixon à China, foi rapidamente catapultada pelas novas tecnologias de telecomunicações e convergência digital. Um novo passo foi dado pela virtualização, velha invenção da IBM que de repente reaparece sob nova roupagem e usando novas tecnologias.
Reconhecemos que a virtualização não foi imprescindível, mas com a internet barateou muito a existência das WAN’s e com elas o surgimento do conceito de “Nuvem”, que se paga pelo processamento e pela armazenagem de dados.
É bom ter em mente que a computação na “Nuvem” é o primeiro passo para transformar o “processamento de dados” ou a “informática” em “utility”, como energia elétrica, água, telefone e TV a Cabo, em que o processo de cobrança é o “on demand”. E que o processamento e armazenagem de informações pesadas serão realizados na nuvem e os Notebooks, Tablets e Celulares serão as unidades de entrada e saída de informações. Isto explica a consolidação que está acontecendo no mercado de Data Centers, com as grandes empresas se preparando para serem a Telefônica e a Sabesp de amanhã.
Tudo isso para dizer que a Distribuição de Software e Hardware está mudando mais rapidamente ainda. As empresas e as pessoas ficarão cada vez mais independentes da compra de hardware e software, pois tudo passará a ser cobrado sob demanda, diretamente pelo prestador de serviço na “Nuvem”.
Evidentemente que os prestadores de serviço na “Nuvem” serão os responsáveis pela qualidade e pela segurança do que entregam, e continuarão a precisar de hardware e software, mas o mercado ficará muito estreito para distribuidores e integradores. A transição se fará mais rápido que imaginamos, pois o nosso cérebro é linear, mas todo o processo é exponencial.
Nesse cenário, as vendas de micro-computadores e notebooks cairão e as de tablets e smartphones explodirão. As empresas migrarão primeiro as funções não específicas, como emails, documentos de texto, planilhas, powerpoints, Antivírus, Webcontent filter para a nuvem. Depois softwares especializados, mas não específicos como o CRM, ERP, controle de Service Desk, softwares Fiscais entre outros.
Esse novo formato também aponta para outras transformações. A área de TI será bastante reduzida na parte técnica, mas ainda haverá espaço para Análise Funcional e escolha de melhores soluções em “Nuvem”. Poucas empresas têm especialistas em Eletricidade, em Água e Esgoto, em Telefonia, em TV a Cabo e o mesmo acontecerá na área de Informática. Por último ficarão softwares específicos. Talvez por legislação local alguns serviços não poderão ser realizados fora do País, mas poderão ser realizados em “Nuvens brasileiras”.
Nesse contexto as vendas multinível, por meio de distribuidores de valor agregado – VADs – e de seus canais, deve se manter apenas para os mais bem preparados e também para os que conseguem identificar as reais demandas desse novo mercado. Porém, é preciso reconhecer que os desafios cada vez mais se complexificam na medida em que se torna necessário azeitar as engrenagens para atender objetivos diferentes dos que eram postos até então. Houve mudança e para as VADs sobreviverem será necessário entender tais mudanças e garantir ofertas que vão ao encontro desse novo paradigma tecnológico. A satisfação e fidelização dos clientes, sempre oriundas da capacitação, permanecem, bem como o bom relacionamento ainda será a palavra-chave.
Como se sabe, o mundo corporativo é movido por muita tecnologia. O acirramento da competitividade, demanda por redução de custos, aumento da produtividade, necessidade de alta qualidade e rápido retorno do investimento. Os distribuidores terão como principal desafio inovar na prestação de serviços e no suprimento de novas tecnologias, para continuarem a ter valor para os fabricantes e para as revendas nesse novo ambiente.
Por Francisco Camargo. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e fundador e presidente da CLM, distribuidor de valor agregado.
Noticias &VMware Karina on 29 mar 2012
VMware promove debate sobre cloud computing em Campo Grande.
A VMware realizará o evento VMware – YOUR CLOUD, no dia 03 de abril, em Campo Grande (MS). O objetivo é disseminar ao público em geral os conceitos de virtualização de computadores, aplicativos, plataformas tecnológicas e recursos que reduzem a complexidade em TI.
Profissionais de TI, CIOs, revendedores e parceiros poderão conhecer o melhor caminho para o desenvolvimento de soluções de virtualização, infraestrutura e gerenciamento de cloud computing. “A virtualização é o catalisador essencial para permitir a transição para a computação em nuvem. A VMware fornece as soluções mais simples de instalar e gerenciar esse ambiente com segurança”, afirma Celso Azanha, country manager da VMware no Brasil.
VMware – YOUR CLOUD é um evento aberto ao público e tem inscrições gratuitas. As vagas são limitadas.
Basta acessar: http://www.mveras.com.br/vmware/campogrande
CISCO SYSTEMS &Noticias Karina on 22 mar 2012
Cisco ajuda as empresas a ir além da conectividade básica do ‘Traga seu próprio dispositivo’ para criar uma experiência melhor no local de trabalho.
A proposta é permitir que as pessoas trabalhem do jeito que quiserem, quando e onde quiserem e com os aparelhos que quiserem
Funcionários estão exigindo não apenas usar seus próprios aparelhos no trabalho, mas também ter flexibilidade no modo como trabalham e quando e onde trabalham. O relatório Cisco® Connected World Technology apurou que mais de 40% dos estudantes universitários e jovens profissionais disseram que aceitariam um emprego que pagasse menos, mas que oferecesse mais flexibilidade em relação à escolha de aparelhos e mobilidade, em vez de um emprego que pagasse mais, com menos flexibilidade.
Para ajudar as empresas a atender a essas demandas, a Cisco está levando organizações de TI além da etapa básica de conectar aparelhos próprios dos usuários à rede através da introdução de uma abordagem abrangente que unifica políticas, suporta uma melhor experiência de usuário e simplifica a gestão a fim de proporcionar uma experiência de usuário em qualquer local de trabalho. Com essa abordagem holística, baseada na arquitetura Borderless Network, a Cisco pode ajudar organizações de TI a ir além da conectividade básica de BYOD para proporcionar:
1. Uma política unificada através redes LAN wired, wireless, celular e VPN, alcançada por meio de melhorias no Cisco Identity Services Engine (ISE – Dispositivo de Serviços de Identidade Cisco), que permite o fácil auto-provisionamento de dispositivos de usuários e integrações de políticas com as soluções de gestão de dispositivos móveis (MDM – Mobile device management).
2. Uma experiência de usuário ao longo de toda a rede wired/wireless por meio de atualizações da infraestrutura LAN wireless com o Cisco Unified Wireless Network Software 7.2. As atualizações oferecem até o dobro de escalabilidade de vídeo para transmissão de vídeo multicast, permitem que um controlador suporte até 30.000 aparelhos e oferecem suporte de IPv6 para aparelhos de clientes. Essas atualizações podem ajudar a melhorar a qualidade de aplicativos de colaboração como o Cisco Jabber e Cisco WebEx com vídeo em tempo real através das redes Cisco.
3. Gestão simplificada de operações e redes com a introdução do Prime Assurance Manager e Prime Infrastructure, que ajudam os profissionais de TI a entender o desempenho do aplicativo a partir da perspectiva do usuário, acelerar a solução de problemas e reduzir os custos de operação.
Destaques:
• Política Unificada: A abordagem da Cisco para ir além da conectividade BYOD básica oferece uma política unificada através de toda a rede da organização – LAN wired, wireless, celular e VPN – ajudando a estabelecer e reforçar políticas específicas através de toda a empresa com base nas funções dos usuários, os aparelhos que estão usando, os aplicativos em uso e informações de posture. Com esse anúncio a Cisco está melhorando o ISE para incluir:
• Zero-touch On-boarding: ISE 1.1MR orienta os usuários por um fácil processo passo-a-passo para rapidamente auto-provisionar seus próprios aparelhos no momento mais conveniente para eles sem onerar a equipe de TI, permitindo que esta se concentre em questões mais complexas e sensíveis ao fator tempo.
• Integração de política MDM: Para proteger melhor os dados e reforçar a adequação dos dispositivos móveis, a Cisco está trabalhando com diversos fornecedores de MDM, incluindo AirWatch, Good Technology, MobileIron e Zenprise para integrar suas soluções ao ISE. Com essa integração o departamento de TI pode usar o Cisco ISE para definir políticas que ajudem a assegurar que os aparelhos móveis estejam inscritos no MDM e adquirir visibilidade e controle sobre acesso final baseado em políticas como requisitar uma trava pin, desabilitar aparelhos desbloqueados ou apagar remotamente os dados de aparelhos perdidos ou roubados.
• Considerando as conclusões do Connected World Technology Report de que 70% dos funcionários em todo o mundo admitem infringir políticas de TI, com um a cada cinco citando a necessidade de acessar programas e aplicativos não autorizados para garantir que seu trabalho fosse feito, uma política unificada baseada tanto nas necessidades do usuário quanto nas necessidades da empresa criará uma experiência de trabalho mais segura que dê suporte às necessidades do funcionário e de TI.
• Experiência de Usuário Desvinculada ao Tipo de Dispositivo: A Cisco ajuda as áreas de TI a otimizar a experiência para uma gama variada de usuários com qualquer tipo de aparelho e qualquer tipo de desktop (nativo ou virtual), através da rede wired/wireless, permitindo que eles façam com que seus negócios evoluam além das necessidades de BYOD atuais. Como parte disso, a Cisco está atualizando sua estrutura de wireless LAN com o lançamento do Cisco Unified Wireless Network Software 7.2, que inclui:
• Melhor Capacidade de Vídeo: Até o dobro de escalabilidade de vídeo em comparação com soluções concorrentes com o Cisco VideoStream, que otimiza a rede para transmissão de vídeo multicast para que os usuários possam sintonizar eventos de vídeo da empresa no aparelho e local de sua preferência. O VideoStream também permite que a área de TI priorize a transmissão de vídeo eficientemente através da rede wired. A escalabilidade de vídeo está se tornando cada vez mais importante, especialmente se considerarmos a previsão do Cisco Visual Networking Index (VNI – Índice de Formação de Rede Virtual) que detalha como o vídeo será responsável pela maior parte do tráfego geral, com as transmissões de vídeoconferências de negócios isoladamente crescendo seis vezes entre 2010 e 2015.
• Mais Aparelhos: Com essa atualização, um controlador pode suportar até 3.000 pontos de acesso e 30.000 clientes, possibilitando uma rede wireless flexível e escalável capaz de suportar maiores capacidades ao mesmo tempo em que reduz custos operacionais.
• Suporte IPv6: Suporte IPv6 ao cliente otimizado com funcionalidade total, oferecendo roaming contínuo sem falhas, melhor comunicação de vídeo e rede e proteção de segurança de IPv6 aprimorada para fechar quaisquer brechas de segurança. Ter funcionalidade de cliente IPv6 completa é crucial para a estratégia BYOD de uma empresa, já que 71% dos smartphones e tablets – 1,6 bilhões no total – suportarão IPv6 até 2016, de acordo com o Cisco VNI.
• O Cisco Unified Wireless Network Software 7.2 também está disponível para controladores embutidos nos Roteadores G2 de Serviços Integrados e Switches Cisco Catalyst® da Série 6500.
• Operações Simplificadas e Gestão de Rede: A Cisco oferece operações e gestão de rede simplificadas e centralizadas para entender o desempenho de aplicativos a partir da perspectiva do usuário, acelerar solução de problemas e diminuir custos de operação. Hoje a Cisco está anunciando inovações no portfólio Cisco Prime™, incluindo:
• Visibilidade Simples e Completa: Prime Assurance Manager 1.1, uma novíssima plataforma de gestão, oferece visibilidade simples e completa sobre o desempenho do aplicativo através de redes e aparelhos wired/wireless. Essa visibilidade adicional permite que a área de TI entenda e rastreie o desempenho do aplicativo do usuário, identifique rapidamente a localização exata do problema de desempenho de um aplicativo e o corrija na primeira tentativa, economizando tempo e dinheiro, ao mesmo tempo em que aumenta a satisfação do usuário.
• Gestão Completa de Ciclo de Vida: Prime Infrastructure 1.1 oferece um pacote fechado para a gestão completa de ciclo de vida através da infraestrutura wired/wireless, com portfólios de gestão de novas ramificações para controlar componentes individuais de ramificações. Esse pacote proporciona à área de TI um local único para o planejamento, implementação e gestão contínua da infraestrutura da Cisco.
Disponibilidade de Produto:
• O Cisco Unified Wireless Network Software Release 7.2 já está disponível globalmente.
• Cisco ISE 1.1MR deverá estar disponível globalmente no final de 2012. A integração com o MDM deverá estar disponível globalmente até o final de 2012.
• Prime Assurance Manager 1.1 e Prime Infrastructure 1.1 já estão disponíveis globalmente.
Citações de Apoio:
• Rebecca Jacoby, vice-presidente sênior e CIO da Cisco:
“O BYOD não envolve apenas conectar aparelhos de usuários e permitir acesso a convidados. Trata-se do que você faz depois disso – é aí que as coisas ficam interessantes. A Cisco vai além daquele primeiro passo para oferecer às empresas uma solução completa para abordar o fenômeno BYOD hoje e amanhã.”
• Sujai Hajela, vice-presidente e gerente geral da Wireless Networking Business Unit, Cisco:
“A tendência do BYOD está aqui para ficar, mas as empresas devem ir além da ação básica de conectar aparelhos de usuários a uma estratégia de BYOD abrangente para atender às demandas de funcionários. Diferentemente dos concorrentes, a Cisco está abordando o BYOD holisticamente. Com uma estratégia abrangente projetada em torno da rede, políticas unificadas e gestão simplificada, a Cisco oferece uma experiência de usuário em qualquer local de trabalho, colocando as empresas no caminho do sucesso hoje e no futuro.”
• Paul DeBeasi, VP de Pesquisa da Gartner:
“O tráfego de comunicação móvel continuará a crescer exponencialmente. Este crescimento no tráfego colocará pressão nas redes wireless (WLAN e celular móvel). Isso exigirá que as empresas e prestadores de serviços de comunicação móvel invistam capital para aprimorar a capacidade, confiabilidade e gerenciamento das redes. Mais ainda, as empresas começaram a acolher a política de trazer seu próprio aparelho (BYOD) como forma de satisfazer as exigências do usuário, possivelmente economizar dinheiro e deixar de gerenciar hardware de usuários finais. As empresas devem considerar uma abordagem abrangente para o BYOD que equilibre segurança, experiência de usuário e capacidade de suporte.”
Recursos de Apoio:
• Cisco Enterprise Mobility
• Cisco Aironet 3600 Series Access Points
• Cisco Identity Services Engine
• Cisco Prime Infrastructure
• Cisco Prime Assurance Manager
• Cisco Wireless Case Study: Bowdoin College
• Fundamentals of the Identity Services Engine
• Fundamentals of Spatial Streams
• TechWiseTV Episodio110: Embracing the Bring-Your-Own-Device Trend
• Mobility Conversation
Sobre a Cisco Systems
A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em redes que transformam o modo como as pessoas se conectam, comunicam e colaboram. Para informações sobre a Cisco, acesse http://www.cisco.com. Para notícias, acesse http://newsroom.cisco.com.
Fonte: http://www.segs.com.br
CISCO SYSTEMS &Cloud/Nuvem &EMC &Noticias &VMware Karina on 15 mar 2012
VMware tem nova sede no Brasil e quer inovar em cloud.
Empresa cresceu globalmente no ano passado mais de 30% e pretende reforçar atuação em nuvem em solo nacional, liderando implementações de novas aplicações.
Os resultados foram positivos em 2012 para a VMware, que contabilizou globalmente crescimento de 32%, totalizando faturamento de 3,77 bilhões de dólares em 2011. Nesse bolo, a América Latina tem fatia de 8%, com Brasil contribuindo com 52%.
Em solo nacional, a estratégia permanece forte em projetos de virtualização em variados setores da economia, em especial finanças, telecomunicações, governo e data center e prepara-se para um futuro que já está acontecendo, voltado para a nuvem, segundo Celso Azanha, diretor-geral da VMware Brasil.
A nova sede da empresa inaugurada oficialmente hoje (13/03) será um dos impulsionadores de negócios. “Um espaço para receber clientes, realizar reuniões, com instalações modernas que também promovam o bem estar dos funcionários”, relata Azanha. “São mais de 11 mil funcionários no mundo e no Brasil somaremos 60 até o final do ano.”
O modelo comercial da VMware é apoiado no ecossistema de canais. “No Brasil, temos 500 revendas”, aponta. E parceiros importantes como HP, SAP, Cisco, EMC, Dell, Intel e AMD. Por meio da rede de negócios, a empresa pretende expandir atuação. “Queremos ampliar nossa presença em todo o País, criando capilaridade por meio da abertura de escritórios em Brasília e no Rio de Janeiro e representantes em outros estados”, diz.
A nova forma de trabalho, com modelos flexíveis de home office, atual geração de funcionários equipada com toda a sorte de recursos como smartphones e tablets e a forma como estão sendo entregues e consumidas as tecnologias transformaram o desenho do mundo e da TI, criando novas demandas na avaliação de Azanha. “E estamos prontos para atendê-las”, diz o executivo, que revela ser o foco mais importante da empresa para este ano “liderar implementação de novas aplicações, especialmente as voltadas para cloud. Tudo isso em conjunto com o integrador, que terá papel importante, no desenho e na definição de estratégias de cloud”.
Abrigando na carteira de clientes grandes companhias como Univen Petróleo, Bradesco, Banco Itaú, Santander e Vale, a VMware pretende seguir o exemplo da empresa lá fora, que tem parte significativa da receita originada no segmento de pequenas empresas (SMB). “No Brasil, elas representam cerca de 20% da receita. Vamos reforçar nossa estratégia, além da versão gratuita de virtualização que oferecemos no site para esse segmento”, diz.
“Estamos prontos para apoiar organizações que já têm mais de 40 servidores virtualizados e agora ingressam em virtualização de aplicações e no mundo de cloud computing”, diz. “As áreas de TI estão sendo pressionadas a promover negócios mais eficientes a custos menores. E vamos auxiliar nessa tarefa”, conclui o executivo, que destaca a necessidade atual de TI virar o jogo e voltar-se mais para inovação do que para manutenção de infraestrutura e controle de custos. “Tudo isso é possível por meio da virtualização [uma ponte para cloud] rumo ao conceito de cloud computing”, finaliza.
CISCO SYSTEMS &Noticias Karina on 15 mar 2012
Cisco destaca benefícios de sua solução de computação unificada para plataformas da SAP
O sistema da empresa, que está disponível para qualquer aplicação, virtualizada ou não, estará rodando o sofware HANA durante o SAP Forum 2012
A Cisco demonstra durante o SAP Forum 2012 os ganhos de escalabilidade proporcionados pelo seu sistema de computação unificada (UCS – Unified Computing System) para os clientes que utilizam soluções da SAP. O evento ocorre de 13 a 15 de março, em São Paulo.
Os clientes dos aplicativos SAP que utilizam o UCS da Cisco têm uma vantagem operacional, já que usam uma plataforma projetada desde o início para atender os desafios do setor. Lançado em 2009, o sistema da Cisco atendeu a uma demanda de mercado por uma nova abordagem, que permitisse novos modelos de negócio a partir de uma inovadora arquitetura integrada. Otimizando computação, rede, gerenciamento e virtualização, o UCS permite que seus clientes reduzam o tempo de entrega de novos aplicativos, melhorem a agilidade do negócio e reduzam custos.
Para os sistemas que envolvem a instalação de instâncias SAP, como o SAP HANA – software que permite o gerenciamento e análise de altíssimos volumes de dados, na arquitetura multi-nós (scale out) – o Cisco Unified Computing System oferece hardware, que integra servidor, armazenamento e recursos de rede. Essas vantagens estão disponíveis para qualquer aplicação SAP, virtualizada ou não.
A Cisco demonstrará o SAP HANA rodando em seu UCS durante todo o evento. A empresa é patrocinadora também do hands-on do aplicativo no fórum.
Outro destaque da Cisco no SAP Forum será sua arquitetura Borderless Networks, que reúne soluções de rede, mobilidade e segurança. A empresa demonstrará o Branch Transformation 3.0, uma solução voltada para o rápido avanço tecnológico de filiais de empresas, que possibilita o uso da tecnologia para otimização de negócios ou criação de novos serviços. A arquitetura possibilita também o maior uso de vídeo, mobilidade, alta performance de comunicação e redução de custos para clientes, independente da quantidade de filiais.
As soluções de computação unificada, virtualização e arquiteturas para transformação de negócios da Cisco também são temas de duas palestras da Cisco. No dia 13 de março, às 18 horas, o Distinguished Systems Engineer de Data Center da Cisco, Carlos Pereira, e o diretor do Cisco-SAP Competence Center na SAP em Walldorf, Alemanha, Michael Missbach, falam sobre as soluções para computação unificada, vitualização e arquitetura HANA multi-nós escalável. Esta sessão detalhará como a tecnologia “stateless computing” disponível no Cisco Unified Computing System, permite um ganho substancial na implementação de várias instâncias em um ou múltiplos SAP landscape.
Será detalhada também a aliança da SAP e da Cisco para soluções baseadas em appliances, desde o BWA e o HANA até a arquiretura scale-out da Cisco para HANA e SAP applications “on-top”, utilizando o Cisco UCS com armazenamento externo e consolidado via os parceiros Cisco, líderes de mercado neste segmento. Será apresentada ainda a terceira geração da plataforma fabric computing do UCS, anunciada na semana passada, que incorpora a nova família de processadores Intel® Xeon® E5-2600 e inclui servidores múltiplos que oferecem a mais alta densidade e eficiência de servidores do setor, com até oito vezes mais capacidade de memória e quatro vezes o I/O comparados aos servidores UCS anteriores. O UCS Manager da Cisco agora permite que administradores de TI gerenciem tanto os servidores blade quanto os servidores rack como uma entidade comum, e estende a gestão do domínio para cobrir milhares de servidores em centros de dados ao redor do mundo.
Já no dia 14 de março, também às 18 horas, o gerente de Business Transformation da Cisco do Brasil, Amri Tarsis, falará sobre arquiteturas tecnológicas integradas e transformação de negócios. Direcionada para arquitetos, gestores e profissionais de TI, a palestra vai detalhar as sinergias entre soluções SAP e Cisco no desenho de arquiteturas tecnológicas integradas e alinhadas com os negócios. Esta sessão descreverá como algumas decisões de arquitetura tecnológica criam opções e flexibilidade, permitindo a transformação do modelo de negócios maximizando o investimento feito em TI. O executivo mostrará, por exemplo, como os avanços das soluções de rede, mobilidade e segurança da Cisco permitirão o acesso seguro e eficiente a aplicações SAP por usuários em trânsito ou remotos. A integração da plataforma de colaboração Cisco com aplicações SAP também serão destacadas na palestra
Sobre a Cisco
A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em redes que transformam o modo como as pessoas se conectam, comunicam e colaboram. Para informações sobre a Cisco, acesse http://www.cisco.com. Para notícias, acesse http://newsroom.cisco.com.
Sobre a SAP
Como líder do mercado mundial de aplicações de software empresarial, a SAP (NYSE: SAP) ajuda empresas de todos os tamanhos e setores do mercado a funcionar melhor. Ao abranger desde o chão de fábrica às salas de reunião, de armazéns de depósito a pontos de venda e de desktops até dispositivos móveis, a SAP capacita pessoas e organizações a trabalhar juntas e a explorar suas percepções de negócios com mais eficiência para manter-se à frente da concorrência. Os serviços e aplicativos da SAP dão a mais de 172 mil clientes no mundo (incluindo aqueles provenientes da aquisição da Sybase) condições para operar com rentabilidade, adaptar-se constantemente e crescer com sustentabilidade.
Para mais informações, acesse www.sap.com.br, a sala de imprensa http://brasil.news-sap.com/ e siga no Twitter @SAPNotíciasBR.
Fonte: http://www.segs.com.br
CISCO SYSTEMS &Noticias Karina on 12 mar 2012
Novo UCS Cisco quadruplica memória
A Cisco inovou o seu sistema de computação unificada (UCS) para agilizar a construção de nuvens e a implantação de ferramentas de negócios.
O centro da oferta é a terceira geração da plataforma Fabric Computing, integrada aos processadores Intel Xeon E5-2600, e servidores múltiplos com até oito vezes mais capacidade de memória.
Com o UCS Manager, promete a Cisco, administradores de TI poderão gerenciar tanto os servidores blade quanto os servidores rack como uma entidade comum.
“O portfólio quadruplica a capacidade de memória, duplica a comutação e simplifica a gestão de implantações de USC de grande porte”, informa Soni Jiandani, vice-presidente de Server Access and Virtualization Technology da Cisco.
De acordo com a empresa, clientes do novo UCS obtiveram melhorias operacionais e de custos, entre elas 30% a menos em despesas com infraestrutura, redução de 90% no tempo de implantação, melhorias de 40% no desempenho de aplicativos e redução de 60% nos custos com energia.
Com sede na Califórnia, a Cisco conta com mais de 50 mil funcionários e, no segundo trimestre do ano fiscal, encerrado em 28 de janeiro de 2012, registrou lucro de US$ 2,7 bilhões e receita líquida de US$ 11,5 bilhões.
Camila Freitas, 12 de março 2012.
CISCO SYSTEMS &Noticias Karina on 06 mar 2012
Intelbras anuncia detalhes da oferta de comunicações unificadas Cisco
Cisco Business Edition 3000 (BE3000) passa a ser comercializado pela Intelbras sob o nome CIP60300. O equipamento, base da oferta de produtos para o mercado de comunicações unificadas, é parte da estratégia da Cisco e Intelbras para conquistar a liderança do mercado de telefonia IP no segmento de médias empresas.
Após o anúncio do acordo para incentivar as pequenas e médias empresas brasileiras a migrarem para a telefonia IP, a Intelbras e a Cisco apresentam agora os produtos que compõem a solução de comunicações unificadas. As ofertas incluem o Cisco Business Edition 3000 (BE3000), projetado para o mercado brasileiro, e o licenciamento da tecnologia Cisco Unified Communications para determinados modelos de telefones IP e gateways de voz da Intelbras. A comercialização da solução completa será realizada pelo canal de integradores da Intelbras no Brasil.
O Cisco Business Edition 3000 (BE3000) será comercializado pela Intelbras no País sob o nome de CIP60300 e estará disponível para vendas a partir do mês de abril de 2012. Trata-se de uma solução de comunicações unificadas para atender empresas entre 50 e 300 usuários, integrando voz, vídeo, mobilidade, mensagens, conferência e serviços de gateway de voz, em múltiplas localidades. Além disso, o sistema permite implantação, gestão e uso simplificados, diminuindo o custo total de propriedade e proporcionando uma transição suave do sistema de telefonia tradicional para um sistema moderno de comunicações unificadas. A nova solução CIP60300 conta ainda com interfaces do tipo Digital E1 para conexão com operadoras de telefonia fixa convencional e oferece a possibilidade de interligações com operadoras VoIP através de conexões que utilizam SIP-Trunking.
Para adequar a oferta ao mercado brasileiro de comunicações unificadas, a Intelbras desenvolveu um conjunto de equipamentos que complementam e se integram à solução: um telefone IP modelo TIP100-S, também estará disponível para ser utilizado em conjunto com a tecnologia de comunicação unificada da Cisco. Ainda fazem parte das opções de terminais IP, os telefones Cisco das linhas 3900, 6900 e 8900. Para empresas que possuem sistemas legados de telefonia e desejam migrar para a tecnologia IP de forma transparente, aproveitando a estrutura existente, a Intelbras desenvolveu o gateway de voz InfinityExtension, uma solução híbrida que permite preservar os investimentos realizados previamente pelos clientes em telefones analógicos.
Ampliando as possibilidades de interligação, estarão disponíveis, também, um gateway FXO de 8 canais para conexões de troncos analógicos com operadoras de telefonia convencional e um gateway GSM de 8 canais para conexão com operadoras de telefonia móvel. Notadamente, a solução é inteiramente baseada no protocolo de rede IP, fruto da integração tecnológica de ambas as empresas.
De acordo com Marcelo Fogaça, gerente geral da unidade de soluções corporativas da Intelbras, a parceria estratégica com a Cisco traz ao mercado uma solução completa de comunicações unificadas para o mercado de pequenas e médias empresas. “A solução ofertada pode se adaptar facilmente às demandas mais exigentes do mercado em termos de tecnologia IP, porém apresentando um leque bastante abrangente de componentes que viabilizam uma migração suave de sistemas legados sem exigir grandes investimentos por parte do cliente”, explica.
Segundo Cleber Giorgetti, gerente de desenvolvimento de negócios de colaboração para médias empresas da Cisco do Brasil, o acordo entre as duas corporações torna as soluções mais acessíveis às pequenas e médias empresas. “Unimos a tecnologia mundialmente reconhecida da Cisco ao entendimento da Intelbras sobre este mercado de menor porte no Brasil e, juntos, vamos chegar a maior parte das pequenas e médias empresas brasileiras, através da capilaridade da rede de integradores da Intelbras”.
Sobre a Intelbras
Fundada em 1976, a Intelbras é uma empresa com capital 100% nacional e líder na comercialização de centrais telefônicas na América Latina. Atua em três áreas: telecomunicações, redes e segurança eletrônica e exporta para América Latina, África e Oriente Médio. Saiba mais sobre a empresa e sua loja virtual no site www.intelbras.com.br e no twitter @intelbras.
Sobre a Cisco Systems
A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em redes que transformam o modo como as pessoas se conectam, comunicam e colaboram. Para informações sobre a Cisco, acesse http://www.cisco.com. Para notícias, acesse http://newsroom.cisco.com.
Fonte: http://www.segs.com.br/
ESET &Noticias Karina on 06 fev 2012
Eset terá programa de canais este mês.
Novo programa será anunciado até o fim de fevereiro; fabricante também anunciou novo distribuidor para cobertura nacional e escritório em São Paulo.
De acordo com o country manager da Eset para o Brasil, a fabricante dos antivírus NOD 32 contará com um programa de canais estruturado, segmentado através de processos de vendas, treinamentos e níveis de parcerias.
“A Eset iniciou as atividades no Brasil em 2010, e em 2011 tivemos crescimento de 50% frente a operação inicial. Temos a intenção de conquistar mais mercado a partir do conhecimento da marca, e isso se vem com melhor posicionamento no mercado e ampliação da oferta”, conta Camillo Di Jorge, que tem a meta de crescer em 40% as atividades da Eset no País.
O programa de canais da Eset vem em momento oportuno da empresa, uma vez que neste ano muitas das soluções terão suas versões atualizadas, o que vai gerar novas certificações, além da chegada de novas ferramentas que, segundo Camillo, “não são necessariamente antivírus”. “Vamos expandir o portfólio no País, e teremos que ter o mercado estruturado para isso”, afirma.
Ainda neste mês, como forma de estreitar as funcionalidades e questões operacionais do programa de canais, a Eset fará sua primeira reunião com parceiros, para “introduzir as expectativas que temos para o mercado brasileiro, estimular o conhecimento da marca e apontar mercados chaves para a atuação de nossas soluções”, explica o country manager. “Inclusive, o material e conteúdo para treinamento já está pronto”.
Com a carruagem andando de forma ordenada, Camillo tem planos de trazer mais um profissional para atuar na área comercial da companhia. Mais informações e especificações do programa que chegará ainda este mês não foram informadas, pois “ainda há alguns pontos para fechar junto aos parceiros”.
Enfim, Eset Brasil
Camillo informou também que a partir deste mês a fabricante terá um escritório no País, passando a atuar como, de fato, Eset Brasil, o que, para o country manager, significa “o comprometimento da empresa para o mercado nacional”.
“Fica claro que a marca tem muito que conquistar, mas centralizar e operacionalizar as atividades de um ponto comum e nacional é um ponta pé muito grande para dar força à Eset no País”, conta.
Novo distribuidor
Com o anuncio do novo distribuidor, a A10TI, a Eset tem planos de impactar mais o mercado de segurança da informação, colocando o nome da fabricante em mais empresas em todo o território nacional.
De acordo com Camillo Di Jorge, country manager da Eset para o Brasil, a companhia deve avançar em novas frentes de mercado, em busca de estruturar a oferta em regiões como Norte e Nordeste. “Há muito mercado para conquistar, uma vez que estamos no País desde 2010, e temos que ir além do que temos hoje em diferentes verticais do mercado”, afirmou o country manager.
“A parceria traz conhecimento para aprofundar os negócios com o governo e capacidade de chegar em grandes contas para fechar acordos, uma vez que eles tem 100% de atuação no mercado de segurança. A A10TI conta com uma inteligência de mercado muito profunda, principalmente ao que tange negócios governamentais, uma das grandes vertentes da nossa estratégia”, contou Camillo. Graças ao acordo com a A10TI, a Eset estima aumento de 20% no faturamento da subsidiária brasileira em 2012.
Hoje, os negócios da Eset estão 20% no mercado doméstico, 60% nas PMEs e 20% nas grandes corporações.
Fonte: http://crn.itweb.com.br
EMC &Noticias Karina on 30 jan 2012
EMC tem aumento de 14% em receita no 4º trimestre de 2011.
Empresa atribui bom desempenho às soluções de armazenamento unificado e intermediárias. Resultados financeiros são recorde no período e em todo o ano de 2011.
A EMC divulga recorde de resultados financeiros no quarto trimestre e em todo o ano de 2011. No período, a empresa obteve aumento na receita consolidada trimestral, no lucro líquido, e no fluxo de caixa operacional.
O faturamento consolidado do quarto trimestre foi de 5,6 bilhões de dólares, um crescimento de 14% em comparação ao mesmo período ano passado. O lucro líquido, segundo os Princípios Contábeis do quarto trimestre aumentou 32% e ficou em 832 milhões de dólares. Para todo o ano de 2011, a receita foi de 20 bilhões de dólares, com elevação de 18% sobre os resultados de 2010.
Os resultados no quarto trimestre, segundo a empresa, foram balizados pelo armazenamento de informação, que vem aumentando a receita em 12% de ano para ano. Assim, a receita com produtos de storage Symmetrix obteve um incremento de 11%, comparado o mesmo período do ano passado. Já a de produtos de armazenamento intermediários subiu 24% de ano para ano.
O crescimento da receita para a família de armazenamento unificado EMC VNX também contribuiu para o bom desempenho no período, além do portfólio de Backup Recovery Systems (BRS).
A receita consolidada do quarto trimestre da EMC dos Estados Unidos atingiu o recorde de 3 bilhões de dólares, aumento de 16% de ano para ano, representando 54% dos negócios totais no período. O faturamento das operações comerciais da companhia fora dos EUA alcançou um recorde de 2,6 bilhões de dólares, incremento de 12%, representando 46% de receita consolidada entre outrobro e dezembro de 2011. Assim, de ano para ano, a receita aumentou 6% na região, o que corresponde Europa, Oriente Médio e África, 26% na Ásia-Pacífico e Japão combinados e 26% na América Latina.
David Goulden, Vice-Presidente Executivo e Chief Financial Officer da EMC, desafia: “Esperamos crescer duas vezes mais rápidos do que a previsão de crescimento dos investimentos em TI para alcançar uma receita consolidada de 2012 de 22 bilhões de dólares.”