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datacenters &ESET &Noticias Karina on 24 jan 2012

Iomega coloca Brasil no topo da estratégia de crescimento na AL.

Voltada para pequenas e médias empresas, a divisão da EMC especializada em armazenamento mira cloud computing, virtualização e vídeo vigilância.

Quatro anos depois da aquisição da Iomega pela EMC, a companhia, que opera de forma independente, registrou rápida evolução, especialmente no Brasil. Somente em 2011, o País representou 52% dos negócios da Iomega na América Latina e é classificado como mercado altamente estratégico para a organização focada em armazenamento e segurança de redes para pequenas e médias empresas e consumidores finais.

Jay Krone, diretor sênior da divisão de Produtos para Consumo e Small Business da EMC, aponta que a América Latina está em segundo lugar no ranking, de acordo com a consultoria IDC, das regiões que mais possuem pequenos negócios, “terreno fértil para a Iomega”, observa.“Há grandes oportunidades por aqui e nos últimos dois anos esse cenário ficou claro para nós”, afirma Guilherme Aldighieri, gerente-geral da Iomega no Brasil.

De olho nessa movimentação, Krone esteve no País na semana passada para acompanhar o mercado local, entrar em contato com os parceiros e reforçar as expectativas para este ano. “Buscamos nos certificar sempre que estamos no caminho certo.”

Para o diretor sênior da divisão de Produtos para Consumo e Small Business da EMC, a união com a EMC abriu várias frentes. Muitos dos clientes que antes não podiam, ou não tinham tamanho para contar com tecnologias de grande escala, hoje são capazes de adotar as plataformas a preços competitivos. “Nossas soluções cabem no orçamento dessas empresas, que, muitas vezes, não têm um time de TI. Para se ter uma ideia, o valor vai de 300 dólares até 10 mil dólares”, diz.

De acordo com o executivo, as duas maiores demandas na América Latina são virtualização e cloud computing, sendo que as verticais varejo, governo, saúde são as que mais apostam nos modelos. “Acredito que o Brasil é early adopter de virtualização. Por outro lado, a nuvem no modelo público ainda não saltou da forma esperada, pois demanda infraestrutura de telecomunicações robusta e no Brasil não há. Em uma grande cidade é possível, mas fora dos centros o desafio é maior”, opina.

Como tendências para este ano, a empresa vê o crescimento no mercado de armazenamento de dados em rede (NAS), soluções de vídeo vigilância e nuvem. Somente no mercado de NAS + Internet Small Computer Systems Interface (iSCSI) as oportunidades giram em torno de 800 milhões de dólares em todo o mundo, segundo Krone. No ano passado a receita de produtos NAS representou 48% dos negócios da organização [foram mais de 250 mil unidades comercializadas]. O restante esteve relacionado à comercialização de tecnologias multimídia e hardware. Em 2010, a representatividade de NAS era 32%.

“Essas áreas são foco para nós e temos feito grandes investimentos. Um dos nossos fatores-chave de sucesso é que a Iomega tem um ciclo de desenvolvimento curto de software e isso nos permite estar em linha com as necessidades do mercado”, afirma Krone. Na indústria de computação, prossegue, o hardware pode ser comprado de diferentes companhias, mas o software é o diferencial dentro do hardware.

Atualmente, Krone diz que a Iomega conta com quatro centros de desenvolvimento no mundo: China, Estados Unidos, Índia e Brasil. Por aqui, a companhia tem, em Campinas, um time de 19 engenheiros dedicados à tarefa.

O executivo explica que o setor de vídeo vigilância sofrerá, nos próximos cinco anos, um salto. Isso porque, as câmeras que vemos espelhadas por aí, hoje, em sua maioria, são analógicas e elas serão trocadas por digitais. “Essa mudança requer armazenamento digital”, observa.

Em solo nacional, os megaeventos esportivos serão alavanca. O Estádio Metropolitano Roberto Santos, também conhecido como Pituaçú, em Salvador, após recente reforma passou a contar com 115 câmeras IP para monitoramento do ambiente e os equipamentos por trás dessa estrutura são da Iomega, exemplifica Aldighieri.

Para oferecer a solução de vídeo vigilância na nuvem, Aldighieri diz que a Iomega está em fase de negociações com dois parceiros locais para desenvolver e prover o serviço no Brasil e a expectativa é que ele esteja disponível até o final do primeiro semestre. “Com os parceiros agregando valor aos nossos produtos, acreditamos que podemos crescer mais e de forma mais rápida”, diz.

O armazenamento em nuvem é outra área em expansão. “Temos tecnologia própria e ainda oferecemos a possibilidade de o cliente usar os serviços da Amazon”, explica Aldighieri. Ele completa que para se ter uma ideia, nos últimos 12 meses, 38.813 pessoas criaram nuvens pessoais a partir dos serviços da Iomega.

Para este ano, a companhia adianta que deverá lançar cinco produtos focados no mercado de pequenas e médias empresas e mercado de home office. “Todos alinhados às necessidades desse público”, garante Krone.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br

3com &AXIS &Case &CISCO SYSTEMS &D-LINK &datacenters &EMC &ESET &Eventos &Google &Institucional TELTEC &Noticias &Riverbed &Sem Categoria &Software Livre &SONY &Virtualização &VMware Karina on 23 dez 2011

A Teltec Networks deseja a todos os parceiros, cliente e amigos um FELIZ NATAL!

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CISCO SYSTEMS &datacenters &Virtualização Karina on 20 dez 2011

Para TI, 2012 já começou!

Para TI, 2011 foi um ano de transição. O consumo de TI chegou a medida plena, e cloud computing deixou de ser ficção científica. Será que as mudanças que ocorrerão em 2012 serão mais concreto? Aqui está a minha lista de probabilidades para o novo ano.

Big data - Os benefícios de Business Intelligence e Analytics nunca foram mais intensamente desejados do que são agora. O problema é que a maioria dos dados corporativos não se alinha em agradáveis linhas estruturadas. Surgem em uma ampla variedade de formatos. Isso faz com que o aproveitamento de grandes volumes de dados que agora temos à nossa disposição seja encarado como mais um obstáculo técnico. Hadoop, a estrutura de software e o sistema de arquivos que muitos acreditam que será uma ferramenta importante para dominar o Big Data, é ainda promissora. Há um longo caminho a percorrer, mas o progresso em direção a conquista do Big Data tem tudo para ser o desenvolvimento mais significativo em 2012.

CoIT, BYOD e mobilidade - Em 2012, as discussões sobre a possibilidade de abraçar ou reprimir a consumerização de TI (CoIT) e a tendência de funcionários levarem seus próprios dispositivos para o trabalho (BYOD) vai começar a parecer ridícula. Tecnologias de consumo poderão ser colocadas para trabalhar. E enquanto este for o caso, farão parte do local de trabalho. É hora de começar colocar essas tendências em prática e a se concentrar em como gerenciar segurança e outros aspectos dessas tecnologias. Você também precisará de uma estratégia de gerenciamento e suporte de aplicativos móveis.

Mídias Sociais e as empresas – É tarde demais para a maioria das empresas criarem redes sociais internas; eles não vão ter sucesso. E as tentativas de bloquear o Facebook e o Twitter são inúteis. Esses são os sites de redes sociais que as pessoas dedicam seu tempo agora. A questão é, será que empresas como Facebook criarão serviços que sejam úteis para as empresas? Se fizerem isso, uma nova explosão de mídia social começará.

Computação em nuvem – Até o final de 2012, a computação em nuvem pode começar parecer um pouco como um terno antiquado. Os problemas serão gritantescos, e teremos mais exemplos de erros no uso de cloud. Mas também veremos as soluções para esses problemas começarem a surgir, bem como algumas práticas recomendadas. Nuvem veio para ficar. A única pergunta ainda por responder é que aspectos da nuvem vão decolar.

Virtualização – Virtualização de servidores (que pode parecer um conceito velho para alguns de nós) vai crescer vigorosamente em 2012. Por quê? Porque muitas empresas ainda têm de adotá-lo, e suas salas de servidores estão cheias de equipamentos que deveriam ter sido substituídos em 2008. Como as empresas procuram modernizar seus equipamentos, muitos se voltarão para virtualização de servidores para esticar seus orçamentos.

Tablets x PCs - Tablets vão realmente substituir os PCs? Acredito que não. A verdade é que os tablets ainda não estão substituindo notebooks no ambiente de trabalho empresarial. São uma extensão da experiência do computador para alguns. No curto prazo, de qualquer modo, a explosão de vendas dos tablets foi exagerada como um agente de mudança da TI corporativa. O advento dos mais leves e poderosos ultrabooks será o grande avanço que manterá os PCs relevantes em um mundo onde as pessoas têm sido seduzidas pela conveniência dos tablets.

Segurança – A confluência de orçamentos limitados e a ascensão de mais sofisticadas técnicas de invasão poderia facilmente significar um desastre para algumas empresas em 2012. É um grande momento para uma revisão das políticas de segurança.

Fonte: http://cio.uol.com.br

datacenters &Noticias Karina on 31 out 2011

Novo datacenter do Facebook no ártico vai ser resfriado com clima local

Antes de uma empresa abrir um novo datacenter ela precisa pensar em locais, infraestrutura, possíveis situações de emergência que podem acontecer e como contorná-las, dentre outros itens.

O Facebook pensou em um item extra: economizar uns trocados em resfriamento de servidores. O novo datacenter da empresa na Europa conta com um sistema de resfriamento bem prático. Por lá, o máximo que eles vão precisar fazer para manter as máquinas em baixa temperatura é abrir as portas e janelas do prédio.
Ok, talvez seja um pouco mais complicado que isso.

Mas um dos pontos positivos do novo datacenter do Facebook é mesmo o aproveitamento do clima local: durante oito meses ao ano, ele vai dispensar resfriamento adicional. Ao todo o datacenter vai ter 28 mil metros quadrados de área, vai usar 120 MW de energia e vai contar com 14 geradores em caso de falta dela.

datacenter facebook artico

Por enquanto o Facebook tem apenas planos de instalar um servidor na Europa, mas já sabe que ele será localizado na cidade de Lulea, na Suécia, e vai ser o primeiro datacenter da empresa fora dos EUA.

O novo datacenter deve ficar pronto em 2014 e só então vai servir para que os moradores da Europa acessem mais rápido o Facebook, já que eles não vão depender tanto dos servidores que estão do outro lado do atlântico.

Fonte: http://tecnoblog.net

datacenters &Noticias Karina on 14 out 2011

6 passos para otimizar energia do data center

Verificar a conta e optar por virtualização estão na lista de ações que podem ser tomadas para garantir a eficiência do ambiente.

Estudo recente da Universidade de Stanford, conduzido pelo professor Jonathan Koomey, aponta que de 2005 a 2010 houve crescimento de 36% no consumo de energia nos data centers dos Estados Unidos. Um número menor do que muitos analistas previam, mas ainda assim significativo.

Em uma economia em constante instabilidade, vale a pena dar uma olhada em como aumentar a eficiência energética em data centers, especialmente porque, em muitos casos, a eficiência energética pode ser obtida sem grandes reparações de equipamentos ou instalações de TI.

1. Determine o uso

O primeiro passo para tornar a energia do data center mais eficiente é descobrir exatamente quanta eletricidade o ambiente usa, e em que, especificamente, a eletricidade é consumida.

“Minha primeira recomendação para os CIOs é realizar uma avaliação do data center para quantificar o que o uso de energia significa para a companhia”, diz John Tucillo, presidente e chairman do conselho do Green Grid, organização sem fins lucrativos dedicada a promover a eficiência dos recursos na data center.

O Green Grid tem uma métrica para uso de energia chamada PUE que envolve dividir o total de energia utilizado em uma instalação pelos equipamentos de TI. “Você não precisa ser sofisticado para quantificar o consumo de energia básica”, diz Tucillo. “Compreender o PUE pode fornecer uma perspectiva sobre como você pode ser mais eficiente”, completa.

2. Verifique a conta
Outra forma bastante simples para registrar melhoria da eficiência energética é sempre avaliar com cautela a conta do data center, uma prática não muito realizada pelos departamentos de TI hoje.

Tucillo recomenda que CIOs trabalhem em conjunto com CFOs para analisar contas de serviços públicos em um esforço para descobrir as áreas que poderiam ser mais eficientes no quesito energia. Enquanto os custos mensais nem sempre correspondem às ineficiências, eles podem, pelo menos, destacar onde estão as oportunidades de melhoria.

3. Prepare-se para virtualização
Uma vez que as primeiras avaliações forem realizadas, os CIOs podem, então, examinar onde cortar o uso da eletricidade. Estratégias específicas vão variar de data center para data center. No entanto, a virtualização de servidores é uma estratégia comum e que pode reduzir o consumo de energia e custos de forma significativa, substituindo muitos servidores físicos. Para extrair o máximo da virtualização, ou qualquer atividade que visa a eficiência, a companhia tem de considerar o efeito cascata sobre as operações de data center.

“Se o seu servidor de storage tem cerca de 80% de uso, é preciso garantir que está acompanhando os requisitos de energia para efetuar a correta utilização”, exemplifica Tucillo. Ao implementar virtualização, diz, a densidade de carga de trabalho aumenta em determinados servidores, com isso, energia e refrigeração devem ser ajustadas de acordo com os racks dos servidores.

A revisão da arquitetura de refrigeração pode levar a economias significativas com esforço mínimo. “Com essa ação, é possível registrar economia de eficiência energética em torno de 20% a 40%”, diz Tucillo.

Para o executivo, essa ação pode ser tão simples como mover os aparelhos de ar-condicionado para perto dos servidores virtualizados, uma estratégia chamada resfriamento close-coupled. A ideia por trás da refrigeração close-coupled é ter mais controle sobre o fornecimento de ar frio e da captura de ar quente. “Você pode empregar o resfriamento direito necessário para um determinado rack no momento em que é preciso”, explica Tucillo.

4. Preencha espaços vazios

Quando servidores virtualizados são removidos de um rack, pode-se criar problemas com a refrigeração e a eficiência energética, diz Don Beaty, presidente da DLB Associates, empresa de construção. Preencher os espaços vazios dentro de racks, cabeamento, painéis etc é vital nesse cenário.

5. Adaptar abordagem
Virtualização facilita a criação de zonas. “Assim, você pode ter uma zona altamente utilizada dentro do data center, que vai permitir, literalmente, fechar toda as outras áreas do ambiente”, explica Tucillo. Por sua vez, as capacidades adequadas de energia e resfriamento podem estar localizadas precisamente onde são necessárias.

Zonas organizadas de acordo com aplicativos também podem melhor permitir balanceamento de carga do data center, eficiência do servidor e requisitos de redundância. Por exemplo, aplicações de back office podem ficar em uma zona de instalação, enquanto sistemas de missão crítica em outra. Em vez de entregar a mesma quantidade de energia redundante e refrigeração por toda parte, a zona de missão crítica pode ser direcionada para os níveis mais elevados de redundância e refrigeração.

“A oportunidade de economizar energia no data center requer olhar para mais variáveis “, diz Beaty. “Eficiência de carga e redundância trabalham juntas para otimizar o consumo de energia”, completa.

6. Economize com ar que vem de fora

Além de tomar cuidado com o ar interno, o que vem de fora também deve ser levado em consideração. Beaty diz que os data centers são frequentemente mantidos por meio do aumento da temperatura de acordo com as necessidades dos equipamentos. Entretanto, os data centers podem economizar ao contar com ar externo para refrigeração.

Aumentar a temperatura interna em cinco graus não vai comprometer o desempenho dos equipamentos de TI, afirma Beaty, e vai permitir que o data center aproveite os dias de frio de fora para manter-se na temperatura adequada. A economia gerada ao usar esse método pode ser vistas rapidamente. “É possível registrar economia de energia de 50% ou mais a cada hora que a companhia usar o modo economizador”, diz Beaty.

Otimizar o uso da energia por todo o data center pode ser um exercício demorado, mas seguindo esses passos relativamente simples é possível registrar grandes economias.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br

datacenters &Virtualização Karina on 09 ago 2011

Virtualização ainda é prioridade em data centers, diz estudo

Não é surpresa, segundo pesquisa da Network World, contudo é importante saber que a tecnologia irá liderar investimentos nos próximos 2 anos nesses centros. Mas há novidades

Não chega a ser algo inesperado que a virtualização esteja no topo da lista de tecnologias que deverão ter maior impacto sobre os investimentos dos data centers nos próximos dois anos, segundo um novo estudo Network World, mas a pesquisa mostrou também algumas novidades.

Uma surpresa: Os 376 entrevistados relataram uma média saudável de gastos com manutenção e investimentos em data centers: 53% e 47%, respectivamente. O que mostra que as empresas têm tido sucesso implementando tecnologias que requerem menor manutenção, liberando mais verbas para investimento em inovação, um acentuado distanciamento da relação 80/20 entre opex e capex tão frequentemente mencionado nesse negócio.

Menos surpreendente é o fato de existirem três tipos de virtualização que mais crescem. Quase metade dos entrevistados disseram que a virtualização de servidores terá maior impacto sobre os investimentos dos data centers nos próximos dois anos, seguido de virtualização de armazenamento (citado por 40%) e virtualização de desktops (35%).

Que tal a nuvem? Cerca de 31% acreditam que a tecnologia de nuvem privada terá impacto significativo nos gastos dos data centers nos próximos dois anos, seguida pela nuvem híbrida, com 25% e nuvem pública, com 19%.

Questionados sobre a necessidade de migrar para rede flatter ou network fabric para lidar com as mudanças para recursos virtuais, 26% dos entrevistados disseram não ter certeza se a necessidade é real. Um grupo maior, no entanto, acha que é algo que vai acontecer: 20% disseram que é real e vão avaliar a tecnologia este ano, 23% acham real, mas farão isso daqui a um ano, e 18% também classificam como real, mas avaliarão dentro de dois anos ou mais. Os 13% restantes não vêem a necessidade de mudar nada.

Perguntados sobre como sua estratégia de data center está afetando as taxas de utilização de recursos, 60% disseram que estão subindo, o que talvez explique algumas mudanças nos gastos com manutenção e as verbas de investimentos.

Porém, mesmo com grandes investimentos em virtualização, 40% dos entrevistados disseram que a quantidade de equipamentos em seus data centers está aumentando, enquanto apenas 28% estão vendo diminur (e 18% relataram não ter ocorrido alteração). E 29% vêem os números de fornecedores a aumentar, apesar de anos de esforço para inverter essa situação. Apenas 23% conseguiram reduzir o número de fornecedores (39% relataram não visto alterações).

Além disso, apesar de as empresas terem se esforçado para reduzir o número de aplicações que gerenciam, 52% dos entrevistados apontaram aumento. Apenas 10% disseram ter havido queda, enquanto 31% estão ao sabor da maré (treading water).

Panorama Geral: parece que os ganhos com a virtualização têm diminuído a necessidade de simplificar os ambientes, de redução de equipamentos, e de aplicativos.

fonte: Computerworld