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Monthly Archiveoutubro 2011



datacenters &Noticias Karina on 31 out 2011

Novo datacenter do Facebook no ártico vai ser resfriado com clima local

Antes de uma empresa abrir um novo datacenter ela precisa pensar em locais, infraestrutura, possíveis situações de emergência que podem acontecer e como contorná-las, dentre outros itens.

O Facebook pensou em um item extra: economizar uns trocados em resfriamento de servidores. O novo datacenter da empresa na Europa conta com um sistema de resfriamento bem prático. Por lá, o máximo que eles vão precisar fazer para manter as máquinas em baixa temperatura é abrir as portas e janelas do prédio.
Ok, talvez seja um pouco mais complicado que isso.

Mas um dos pontos positivos do novo datacenter do Facebook é mesmo o aproveitamento do clima local: durante oito meses ao ano, ele vai dispensar resfriamento adicional. Ao todo o datacenter vai ter 28 mil metros quadrados de área, vai usar 120 MW de energia e vai contar com 14 geradores em caso de falta dela.

datacenter facebook artico

Por enquanto o Facebook tem apenas planos de instalar um servidor na Europa, mas já sabe que ele será localizado na cidade de Lulea, na Suécia, e vai ser o primeiro datacenter da empresa fora dos EUA.

O novo datacenter deve ficar pronto em 2014 e só então vai servir para que os moradores da Europa acessem mais rápido o Facebook, já que eles não vão depender tanto dos servidores que estão do outro lado do atlântico.

Fonte: http://tecnoblog.net

Noticias &Virtualização Karina on 14 out 2011

Sete razões básicas para virtualizar

Há boas razões para a virtualização estar sendo usado tão extensivamente através da maioria dos data centers corporativos.

As maiores organizações gerem tipicamente 470 máquinas virtuais e 113 servidores de hospedagem, de acordo com o estudo “V-Índice”, da Bourne Vanson, realizado no Reino Unido, Estados Unidos, França e Alemanha. Nestes mercados em todos os países, a média é de 39% dos servidores virtualizados. Mais de nove em cada 10 empresas usam a virtualização de alguma maneira. Quatro em dez aponta as preocupações com a confiabilidade como barreira para usar mais a virtualização. Uma proporção semelhante também espera atualizar o seu hardware primeiro.

No Brasil, pesquisa conduzida pela consultoria IDC, a pedido da Unisys, e divulgada este mês, aponta que 70% das 101 companhias consultadas disseram que estão investindo em virtualização, consolidação e/ou estandardização do ambiente. O número, mostra o levantamento, está em linha com a média dos demais países pesquisados.

Há boas razões para a virtualização estar sendo usado tão extensivamente através da maioria dos data centers corporativos: ela oferece uma economia atraente em hardware, uso de energia, custos de gestão, e suporta grande tolerância a falhas. Se você ainda não está usando virtualização, comece a pensar seriamente a respeito. Veja porquê.

1. Ela permite que você obtenha máximo proveito do seu servidor.

Normalmente, muitos servidores operam na maior parte do dia em níveis muito baixos de utilização. Adicionando múltiplos SOs e aplicativos você pode tirar o máximo proveito dos recursos do servidor. Uma vez que muitas máquinas virtuais podem ser executados em um servidor, você reduz substancialmente a despesa total com hardware.

2. Ele permitirá que você configure servidores redundantes para melhorar a tolerância a falhas.

Hipervisors permitem migrar sistemas operacionais e seus aplicativos de um sistema para outro. Se um servidor de hardware ou de sistemas operacionais e aplicativos rodando sobre ele falhar, os sistemas operacionais e aplicativos podem ser movidos para outro hypervisor rodando em um servidor físico diferente. Grandes servidores são configurados normalmente para melhor tolerância a falhas do que os servidores de pequeno porte. Dois servidores de grande porte, por exemplo, podem permitir a migração de aplicações e fornecer tolerância a falhas melhor do que uma dúzia de servidores de pequeno porte. E ainda usam menos energia e são mais fáceis de gerenciar.

3. Gerenciamento é simplificado.

Já que todos os sistemas operacionais em um hypervisor podem ser administrados através de uma interface única, e podem usar mais recursos de computação, conforme necessário, pode ser muito mais fácil gerenciar uma dúzia de servidores virtuais do que uma dúzia de sistemas físicos separados. Cada sistema operacional deve continuar a ser gerido separadamente. Feramentas add-on estão disponíveis para simplificar esse processo.

4. Você pode definir partições em sistemas operacionais separados para maior confiabilidade.

Normalmente, um servidor físico será executado em um sistema operacional, que terá vários servidores de aplicações instalados nele – um servidor Web, um servidor de e-mail, um servidor de banco de dados, e assim por diante. No entanto, a execução de vários servidores de aplicações em um único sistema operacional aumenta a possibilidade de que uma aplicação interfira na outra, causando gargalos ou mesmo acidentes. Com o particionamento, e as aplicações rodando em diferentes máquinas virtuais, cada uma tem seu próprio sistema operacional e recursos, e é menos provável que interfira em outras aplicações.

5. Provisionamento de novos servidores para testes de protótipos, e migração simplificada.

Com a virtualização, a criação de um servidor adicional para testes demora alguns minutos e não requer nenhum hardware adicional. Em contraste, a compra de um novo servidor físico (ou a manutenção de servidores extras para testes) é mais caro e, considerando a instalação de sistema operacionais e aplicativos, também bastante demorado. Jás máquinas virtuais existentes podem ser clonadas com todas as configurações do sistema operacional e aplicações, em um processo muito simples de duplicação de um sistema de produção para teste de novos patches ou uma nova versão de um aplicativo.

6. Você pode economizar energia.

Embora avanços tenham sido feitos em eficiência energética para servidores, ainda é mais barato executar um ou dois grandes servidores do que uma dúzia ou mais de servidores tradicionais. Sem contar que servidores virtuais permitem que os recursos sejam desligados quando não estiverem em uso, reduzindo ainda mais o uso de energia. Um grande servidor que hospeda dezenas de VMs pode substituir dezenas de servidores de pequeno porte e gastar menos energia.

7. Com a virtualização de desktops você pode economizar uma fortuna em PCs.

Além de virtualizar sistemas operacionais e aplicativos de servidor, você pode querer considerar a virtualização de desktops. A VDI permite que você execute um thin client em desktops existentes ou hardware novo, e tenha acesso virtual ao Windows 7 ou outro sistema operacional. Isso significa que você pode oferecer desktops Windows 7 para usuários cujos sistemas existentes não suportam o Windows 7 rodando localmente. A gestão também pode ser simplificada, uma vez que os patches para o Windows e os aplicativos podem ser aplicados uma só vez e estarem disponíveis para todos no servidor VDI.

Fonte: http://cio.uol.com.br

datacenters &Noticias Karina on 14 out 2011

6 passos para otimizar energia do data center

Verificar a conta e optar por virtualização estão na lista de ações que podem ser tomadas para garantir a eficiência do ambiente.

Estudo recente da Universidade de Stanford, conduzido pelo professor Jonathan Koomey, aponta que de 2005 a 2010 houve crescimento de 36% no consumo de energia nos data centers dos Estados Unidos. Um número menor do que muitos analistas previam, mas ainda assim significativo.

Em uma economia em constante instabilidade, vale a pena dar uma olhada em como aumentar a eficiência energética em data centers, especialmente porque, em muitos casos, a eficiência energética pode ser obtida sem grandes reparações de equipamentos ou instalações de TI.

1. Determine o uso

O primeiro passo para tornar a energia do data center mais eficiente é descobrir exatamente quanta eletricidade o ambiente usa, e em que, especificamente, a eletricidade é consumida.

“Minha primeira recomendação para os CIOs é realizar uma avaliação do data center para quantificar o que o uso de energia significa para a companhia”, diz John Tucillo, presidente e chairman do conselho do Green Grid, organização sem fins lucrativos dedicada a promover a eficiência dos recursos na data center.

O Green Grid tem uma métrica para uso de energia chamada PUE que envolve dividir o total de energia utilizado em uma instalação pelos equipamentos de TI. “Você não precisa ser sofisticado para quantificar o consumo de energia básica”, diz Tucillo. “Compreender o PUE pode fornecer uma perspectiva sobre como você pode ser mais eficiente”, completa.

2. Verifique a conta
Outra forma bastante simples para registrar melhoria da eficiência energética é sempre avaliar com cautela a conta do data center, uma prática não muito realizada pelos departamentos de TI hoje.

Tucillo recomenda que CIOs trabalhem em conjunto com CFOs para analisar contas de serviços públicos em um esforço para descobrir as áreas que poderiam ser mais eficientes no quesito energia. Enquanto os custos mensais nem sempre correspondem às ineficiências, eles podem, pelo menos, destacar onde estão as oportunidades de melhoria.

3. Prepare-se para virtualização
Uma vez que as primeiras avaliações forem realizadas, os CIOs podem, então, examinar onde cortar o uso da eletricidade. Estratégias específicas vão variar de data center para data center. No entanto, a virtualização de servidores é uma estratégia comum e que pode reduzir o consumo de energia e custos de forma significativa, substituindo muitos servidores físicos. Para extrair o máximo da virtualização, ou qualquer atividade que visa a eficiência, a companhia tem de considerar o efeito cascata sobre as operações de data center.

“Se o seu servidor de storage tem cerca de 80% de uso, é preciso garantir que está acompanhando os requisitos de energia para efetuar a correta utilização”, exemplifica Tucillo. Ao implementar virtualização, diz, a densidade de carga de trabalho aumenta em determinados servidores, com isso, energia e refrigeração devem ser ajustadas de acordo com os racks dos servidores.

A revisão da arquitetura de refrigeração pode levar a economias significativas com esforço mínimo. “Com essa ação, é possível registrar economia de eficiência energética em torno de 20% a 40%”, diz Tucillo.

Para o executivo, essa ação pode ser tão simples como mover os aparelhos de ar-condicionado para perto dos servidores virtualizados, uma estratégia chamada resfriamento close-coupled. A ideia por trás da refrigeração close-coupled é ter mais controle sobre o fornecimento de ar frio e da captura de ar quente. “Você pode empregar o resfriamento direito necessário para um determinado rack no momento em que é preciso”, explica Tucillo.

4. Preencha espaços vazios

Quando servidores virtualizados são removidos de um rack, pode-se criar problemas com a refrigeração e a eficiência energética, diz Don Beaty, presidente da DLB Associates, empresa de construção. Preencher os espaços vazios dentro de racks, cabeamento, painéis etc é vital nesse cenário.

5. Adaptar abordagem
Virtualização facilita a criação de zonas. “Assim, você pode ter uma zona altamente utilizada dentro do data center, que vai permitir, literalmente, fechar toda as outras áreas do ambiente”, explica Tucillo. Por sua vez, as capacidades adequadas de energia e resfriamento podem estar localizadas precisamente onde são necessárias.

Zonas organizadas de acordo com aplicativos também podem melhor permitir balanceamento de carga do data center, eficiência do servidor e requisitos de redundância. Por exemplo, aplicações de back office podem ficar em uma zona de instalação, enquanto sistemas de missão crítica em outra. Em vez de entregar a mesma quantidade de energia redundante e refrigeração por toda parte, a zona de missão crítica pode ser direcionada para os níveis mais elevados de redundância e refrigeração.

“A oportunidade de economizar energia no data center requer olhar para mais variáveis “, diz Beaty. “Eficiência de carga e redundância trabalham juntas para otimizar o consumo de energia”, completa.

6. Economize com ar que vem de fora

Além de tomar cuidado com o ar interno, o que vem de fora também deve ser levado em consideração. Beaty diz que os data centers são frequentemente mantidos por meio do aumento da temperatura de acordo com as necessidades dos equipamentos. Entretanto, os data centers podem economizar ao contar com ar externo para refrigeração.

Aumentar a temperatura interna em cinco graus não vai comprometer o desempenho dos equipamentos de TI, afirma Beaty, e vai permitir que o data center aproveite os dias de frio de fora para manter-se na temperatura adequada. A economia gerada ao usar esse método pode ser vistas rapidamente. “É possível registrar economia de energia de 50% ou mais a cada hora que a companhia usar o modo economizador”, diz Beaty.

Otimizar o uso da energia por todo o data center pode ser um exercício demorado, mas seguindo esses passos relativamente simples é possível registrar grandes economias.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br

Noticias &Virtualização Karina on 14 out 2011

Dossier: Virtualização de Servidores

A virtualização de infra-estrutura de TI e, em particular, a de servidores está já bem implantada entre as empresas portuguesas, de acordo com vários responsáveis de organizações do sector das TIC.

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Dado o reconhecimento dos benefícios da prática e tecnologias inerentes, o investimento inicial não será uma importante barreira. Contudo, a expansão ainda fica na fronteira das aplicações críticas de negócio.

O processo para a implantação de uma infra-estrutura virtualizada tem uma série de armadilhas. Torna-se importante gerir a ruptura com a situação anterior e não criar expectativas irrealistas. É preciso saber minimizar o risco e garantir o desempenho durante a implantação, a qual envolve em grande parte dos casos uma renovação de máquinas.

Noutras vezes, esquece-se a formação dos gestores de TI, crucial para usufruir dos benefícios em pleno. Algumas empresas prescindem dessa formação como forma de reduzir custos, enquanto outras, em menor número, levantam a hipótese de se libertarem dos próprios recursos humanos.

Fonte: http://www.computerworld.com.pt