Monthly Archiveabril 2011
Noticias Karina on 29 abr 2011
Fuga de informação é principal preocupação de TI em empresas da América Latina
SÃO PAULO – A empresa ESET, provedora global de soluções antimalware, anuncia a última edição de seu relatório ESET Security Report para a América Latina. O documento analisa a segurança digital em toda a região e revela os principais alertas para o mercado local.
O relatório apresenta os resultados provenientes de uma série de pesquisas realizadas pela empresa em diversos países da América Latina, consultando 3.200 profissionais de diversas organizações.
Segundo os resultados obtidos, os profissionais latino-americanos citam a fuga de informação, ou perda de dados, como a principal preocupação em matéria de segurança informacional, com 42,52% do total de respostas. O grau de conscientização sobre o valor da informação se encontra em franco crescimento e os incidentes relacionados a isso inquietam profundamente as organizações, tanto pelos custos associados quanto pelos riscos à reputação da empresa. Além disso, a ampla repercussão do caso Wikileaks, no final de 2010, contribuiu para colocar o problema em evidência.
Em segundo lugar está o malware, com 35,36% dos votos, preocupação que se mantém no pódio em todos os relatórios já produzidos pela empresa. Malware, identificado como preocupação por uma de cada três pessoas, são ameaças automatizadas que afetam usuários e organizações no mundo inteiro. Vale destacar que 38% das empresas foram infectadas por malware em 2010.
No entanto, é interessante notar que 17% dos entrevistados relataram não ter sofrido qualquer incidente de segurança no ano passado, o que pode indicar realmente a ausência de incidentes de segurança nessas empresas, ou ainda a falta de conhecimento quanto à existência de ameaças, já que apenas uma em cada quatro empresas manifestaram contar com ferramentas de detecção de incidentes dessa natureza.
Seguindo essa tendência, é importante notar que apenas quatro de dez pessoas indicaram que têm em suas empresas ferramentas de detecção de incidentes, outro percentual baixo considerando a grande preocupação com a perda de dados. Nesses casos, destacam-se como as medidas de segurança mais populares em empresas na América Latina software antivírus, cópias de backup, firewall e ferramentas anti-spam.
- Os indicadores de conscientização sobre a importância de políticas adequadas de gestão de segurança de informática em empresas apontam progressos nessa área, mesmo que haja algumas dificuldades para levar à prática, como orçamentos e capacitação de profissionais. Assim, enquanto oito de cada dez pessoas acreditam que a educação para a segurança é muito importante, menos da metade das empresas implementa regularmente planos de conscientização – diz Federico Pacheco, Gerente de Ensino e Pesquisa da ESET América Latina.
O crescimento do uso de redes sociais adiciona uma nova questão para a política de segurança das empresas. Enquanto 36,2% das empresas latino-americanas permitem a livre utilização de todos os tipos de redes sociais, 29,8% bloqueia totalmente o acesso a elas – uma questão que mostra que ainda não existe uma tendência clara sobre permitir ou não o acesso de funcionários. Somado a isso, 50% dos usuários pensam que não há códigos maliciosos nas redes sociais.
- É importante destacar que o fato de permitir o uso de redes sociais na empresa não significa necessariamente uma exposição indiscriminada aos riscos decorrentes de códigos maliciosos. No entanto, é importante que as organizações saibam quais medidas preventivas devem ser tomadas para evitar incidentes que poderiam afetar a empresa – disse Sebastian Bortnik, Coordenador de Awareness & Research da ESET América Latina.
O relatório completo ESET Security Report 2011 da América Latina pode ser encontrado em http://bit.ly/eset_report
As informações constam do comunicado de imprensa enviado hoje (28/04) pela ESET.
Fonte: http://oglobo.globo.com
Sem Categoria Karina on 26 abr 2011
V Workshop de TI das Universidades Federais
Teltec patrocina V Workshop de TI das Universidades Federais.
O evento ocorre em Florianópolis no prédio da Reitoria da UFSC.
Soluções de Rede integradas e Inteligentes à favor da Educação.
Visite nosso stand entre os dias 26 e 29 de abril.
É a TELTEC participando e contribuindo para o desenvolvimento tecnológico na Educação deste País!!
Noticias Karina on 25 abr 2011
A virtualização chegou às aplicações
Para entendermos virtualização, primeiro precisamos entender que: Virtual é tudo aquilo que parece ser real, mas não é.
Na tecnologia da Informação, por exemplo, virtualização de servidores é um conceito muito conhecido e aplicado atualmente. Ele permite a criação de várias máquinas virtuais onde existe uma única ou um conjunto de máquinas físicas.
As Aplicações Virtualizadas por sua vez, também dão a ilusão de que executam no equipamento em que estão sendo acessadas, entretanto elas rodam remotamente em outro equipamento, num servidor de aplicações centralizado.
A máquina de acesso (Cliente) tem por função só mostrar a tela e permitir interagir com a aplicação que está rodando no servidor. Ela pode estar rodando remotamente, a partir de qualquer localidade física, em qualquer lugar onde haja internet.
Com a virtualização das aplicações, podemos acessá-las a partir de dispositivos móveis como Tablets, Smartphones ou Netbooks, sem que o programa esteja instalado no dispositivo de acesso. Elas podem ser acessadas por um software cliente ou mesmo pelo browser do dispositivo móvel e interagir com o servidor remoto onde residem os dados e o programa. Toda operação realizada no programa fica registrada instantaneamente no computador central. Isto é, ao mesmo tempo, garantia de segurança e de agilidade.
Aplicações Virtualizadas são o futuro, pois dão mobilidade, podem ser acessadas de qualquer lugar, de qualquer equipamento com acesso à internet, seja por conexão discada, banda larga convencional ou conexão 3G, dando uma universalidade de acesso e uma flexibilidade desejada no mundo atual.
Elas são muito mais eficientes no acesso ou execução, pois não transmitem os dados e nem precisam ser sincronizadas com o dispositivo remoto. Todas as informações e processamento ficam no computador central, a salvo de vírus, hackers ou perda do equipamento ou das informações nele contidas.
Muito se tem falado em mobilidade da aplicação, mas concluímos que o acesso virtualizado a partir de dispositivos móveis à aplicação centralizada é mais importante que a aplicação móvel que roda nos próprios dispositivos, que, contudo requer uma posterior sincronização de dados com a base de dados central.
Decididamente, o acesso virtual à aplicação centralizada a partir de dispositivos móveis ganhará a batalha pela mobilidade.
Enviado por Ribamar – Consultor de Negócios Teltec
Fonte: http://www.itweb.com.br/voce_informa/interna.asp?cod=20925
Sem Categoria Karina on 11 abr 2011
Cisco prevê um aparelho móvel por habitante no mundo em 2015.
Um estudo realizado por Cisco Systems previu que em 2015 haverá aproximadamente um dispositivo móvel por habitante no mundo e o tráfego de dados será 26 vezes maior que o de 2010.
A última atualização do relatório “Cisco Visual Networking Index: Global Mobile Data Traffic Forecast” certificou a rápida expansão da tecnologia móvel em todo o planeta e apontou que o ritmo de crescimento continuará nos próximos anos.
Só em 2010, o tráfego de dados cresceu 159% em relação a 2009 até alcançar os 237 Pbytes mensais, um número que é três vezes superior à transferência gerada por mês em 2000.
A velocidade das redes de telecomunicações dobrou no ano passado, assim como o número de usuários dos smartphones, que representam 13% dos dispositivos móveis no mercado, embora gerem 78% do tráfego de dados em telefonia.
Outro dado significativo de 2010 foi o crescimento do negócio dos tablets.
Em cinco anos haverá aproximadamente 7,1 bilhões de dispositivos móveis conectados em rede e se prevê que em 2015 a população mundial seja de 7,2 bilhões de pessoas.
Segundo a Cisco, no final deste período haverá 138 milhões de pessoas que não terão eletricidade em seus lares, mas disporão de um serviço móvel, principalmente em áreas como África Subsaariana, Oriente Médio e sul e sudeste da Ásia.
Fonte: http://m.folha.uol.com.br
Sem Categoria Karina on 08 abr 2011
Especialistas descobrem mais de 20 ameaças para Android.
Os dispositivos móveis têm despertado mais o interesse dos criminosos virtuais, principalmente o Android. No mês de março, foram descobertos 21 aplicativos maliciosos distribuídos através da própria loja oficial do sistema, de acordo com a empresa de segurança ESET.
Uma das ameaças detectadas no mês passado foi o “DroidDream”, especializado em roubar informações do aparelho, como o International Mobile Equipment Identity (IMEI), e do cartão SIM.
Outro malware, inclusive, se aproveitou do DroidDream, disfarçando-se de atualização de segurança para removê-lo. Chamado de “Android Market Security Tool”, o código malicioso era uma versão falsa do update de mesmo nome lançado pelo Google, mas tinha o objetivo de enviar SMS para um servidor que permitia a um invasor controlar o aparelho remotamente.
Entre os demais aplicativos perigosos detectados, conforme a ESET, estão “Falling Down”, “Super Guitar Solo”, “Super Ringtone Maker”, “Super Sex Positions”, “Chess”, “Advanced Currency Converter” e “Spider Man”. Esses apps são capazes de realizar o download de outros códigos maliciosos sem o conhecimento do usuário.
“O total de 21 aplicações maliciosas descobertas no Android Market durante este mês representou mais de 50 mil downloads por parte dos usuários, um número elevado se levarmos em conta que se tratou somente de um período de quatro dias”, avalia Federico Pacheco, Gerente de Educação e Investigação da ESET América Latina. “A crescente utilização dessas plataformas as torna alvos interessantes para o desenvolvimento de ameaças virtuais, motivo pelo qual é fundamental proteger esses dispositivos e estar consciente do valor que a informação que eles carregam”, ressalta.
Sem Categoria Karina on 05 abr 2011
Cisco: Nuvem para ampliar tráfego Internet
De olho no mercado de cloud computing, a Cisco comprou na semana passada a norte-americana newScale. A empresa de pouco mais de dez anos de vida desenvolve uma espécie de vitrine de loja online pela qual os profissionais de TI podem comprar ou gerenciar serviços e aplicativos de negócios baseados na internet.
De acordo com a Cisco, a ideia é facilitar a contratação de serviços e o acesso a recursos computacionais na nuvem. Pela solução da newScale, á area de TI pode fácil e rapidamente comprar e configurar serviços, inlcuindo produtos da própria Cisco ou de outros fabricantes.
A Cisco planeja oferecer a solução newScale tanto como um produto independente, quanto como parte de um pacote maior de tecnologias para que as empresas possam estabelecer rapidamente os serviços contratados via web.
Na visão dos especialistas, o movimento da Cisco no sentido da computação em nuvem – a exemplo de seus demais esforços – está diretamente ligado à iniciativa de gerar mais tráfego pela internet. Isso aumenta a demanda por sistemas de roteamento e de switching, que constituem o negócio principal da Cisco.
Sem Categoria Karina on 04 abr 2011
Teltec no evento IDC – São Paulo
O IDC Brasil promoveu na última semana de Março o IDC Cloud Solutions Conference, evento abordando diversos assuntos relacionados a Cloud Computing, onde foram discutidos os impactos dos novos conceitos de TI nas organizações e como as novas soluções afetarão as estruturas e as prioridades das áreas de TI nos próximos anos.
Para o IDC, a virtualização é vista como prioridade de investimento. O uso da computação em nuvem é muito útil às empresas grandes ou em crescimento, pois podem inovar tecnologicamente, assim como ter acesso a um conjunto de recursos configuráveis (rede, servidores, armazenamento, aplicativos e serviços). Com isso, as organizações se beneficiam da facilidade na execução e no rápido fornecimento de aplicativos com mínima administração e manutenção de TI.
Durante a conferência, num dos painéis do evento o tema: Montando uma Infra Estrutura para Cloud, foi muito disputado por engenheiros e técnicos presentes, onde os palestrantes procuraram orientar e tornar mais clara a criação de uma infra estrutura para a computação em nuvem, simplificando a implementação e otimizando os ambientes de computação em nuvem privada dos clientes, reduzindo os riscos de sua adoção.
Pela quantidade expressiva de engenheiros e técnicos, pode-se notar o interesse de tantos profissionais a cerca deste assunto que deixou de ser uma tendência e passou a realidade das organizações que procuram tirar o máximo desta nova arquitetura.
Escrito por Ribamar ( Gerente de Contas da Teltec Networks )