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Monthly Archivemarço 2011



Sem Categoria Karina on 30 mar 2011

Soluções NAC – Network Access Control

A Cisco Systems ocupa o topo do quadrante mágico de soluções de NAC do gartner, conforme estudo de Julho/2010. NAC é a abreviação de Network Access Control, traduzido como Controle de Acesso a Rede.

Com a solução de NAC da Cisco, também chamada de Cisco Clean Access, os usuários das organizações são obrigados a cumprir determinadas normas antes de acessar a rede.

A imagem abaixo demonstra a topologia de uma rede com solução NAC implementada. Desta maneira disponibiliza políticas de acesso a todos os disposivitos e uma infinidade de possibilidades, como bloqueio de USB para pendrive ou modem 3G, bloqueio de CD-ROM, diretivas de atualização de software e antivirus e políticas de segurança com restrições a direitos do usuário na máquina provem uma camada adicional de segurança na corporação, garantindo a integridade dos dados, proteção contra vazamento de informação e segurança contra ataques/vírus.

Diversos segmentos precisam estar de acordo com normas mundiais de segurança, como é o caso de bancos e instituições financeiras. A Teltec Networks está pronta para apresentar detalhadamente a solução de NAC adequado às necessidades de sua empresa.
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Dicas &Noticias &VMware Karina on 28 mar 2011

Vai virtualizar? Avalie antes 6 pontos importantes

De acordo com a IDC, até 2014, espera-se a transferência de 70% da carga de trabalho atual para máquinas virtuais.

Ao longo dos três últimos anos, as empresas definiram a clara predileção pelo posicionamento de servidores virtualizados. Mais de a metade das companhias prefere instalar esse tipo de servidor, no lugar das máquinas físicas tradicionais.

De acordo com a IDC, até 2014, espera-se a transferência de 70% da carga de trabalho atual para essas máquinas.

Diferente dos primeiros dias da virtualização, quando a decisão de remover servidores físicos que hospedavam processos essenciais era duramente criticada, as questões que cercam a virtualização da atualidade, são poucas; quase inexistentes.

“Não há muito o que explicar”, diz o diretor de Infraestrutura da Target, Brad Thompson. Atualmente, o executivo lidera uma cruzada em que quer reduzir um contingente de 12.285 servidores físicos para apenas 3.510, espalhados pelos 1.755 pontos de venda.

“Nossos consumidores finais não têm tempo ou disposição para ficar pensando em infraestrutura, a não ser que a questão sejam os custos”, continua. “O que interessa saber é se testamos a tecnologia, se a aprovamos. Para responder essa pergunta, informo que somos consumidores dessa solução, e que a aplicamos nos dez pontos de venda mais importantes de Hollywood. Normalmente, tal explicação basta”, diz.

Mesmo com toda a aceitação, existem confusão e falta de entendimento vagando pela cabeça dos executivos, não obstante sua atuação em grandes empresas. Vamos aos principais:

1. Que tipo de virtualização você tem?

Levantamento realizado recentemente com CIOs e líderes de TI seniores demonstrou que entre as corporações que adotam sistemas virtualizados e as que usam para dar conta de tarefas consideradas essenciais, poucas aplicam hypervisors de mais de um fornecedor diferente.

“Aproximadamente 70% dos respondentes afirmaram aderir a um hypervisor por vez”, conta Gary Cheng, da equipe de analistas da IDC. Segundo ele, 30% das companhias concorda, em princípio, na aplicação de plataformas diferentes, o que não significa que usem diferentes plataformas. No geral, apenas 15% responderam acreditar que existe mais de um sistema virtualizado em operação na empresa.

Pesquisas antigas dão conta da liderança do VMware como gestor de ambientes virtualizados. O mesmo resultado foi percebido no levantamento atual da IDC. Ainda assim, houve crescimento no uso de plataformas híbridas: 71% de todas as empresas incluídas no levantamento têm mais de uma plataforma virtual, sendo Citrix e Hyper-V as mais difundidas por seu baixo custo e facilidade em adquirir.

2. Observe o ROI com cautela

De acordo com James Staten, VP e analista chefe da Forrester, mesmo com as vantagens de processamento e em economia gerada pela adoção de servidores virtualizados, o enorme retorno financeiro prospectado não é proporcional ao volume de máquinas físicas removidas. Staten acha que, normalmente, o processo de substituição de máquinas físicas por máquinas virtuais é realizado em várias fases, o que não necessariamente trará um ROI cada ano ou a cada vez que a empresa realizar essa implementação.

“Quando você faz uma migração em massa para o ambiente virtualizado, tem economia direta. Mas tal economia cessa junto com a fase de remoção das máquinas físicas”, diz Staten.

Para Chen, as empresas deveriam prestar mais atenção aos custos operacionais ligados à manutenção de sistemas. É comum que observem apenas a economia proporcionada pela eliminação de máquinas.

Normalmente, a queda do ROI e o incremento dos custos operacionais – que ocorrem simultaneamente ao finalizar a migração para ambientes virtualizados – dão aos gestores a impressão de não terem realizado nenhuma economia relevante.

“Por fim, a TI é obrigada a explicar uma série de fatos aos gestores. Por exemplo, que o aumento dos custos operacionais é consequência natural da introdução de mais sistemas na rede corporativa”, explica.

3. Multiplicação dos custos com licenças

Staten aponta para o fato de servidores virtualizados ocuparem menos espaço e consumirem menor quantidade de energia. Mas a economia direta cessa nesses pontos. Igual acontece com outros servidores, eles requerem licenças dos software e sistemas operacionais que rodam.

Por falar em licenças, essa é uma questão com que as empresas devem tomar muito cuidado, pois existe a ameaça de ela fugir do controle. Cabe às empresas não se deixarem seduzir pela flexibilidade da instalação de servidores virtualizados e por sua capacidade de rodar múltiplas instâncias de uma só vez.

“Se a organização assinar um contrato em que prevê o posicionamento de 500 servidores virtualizados, ao passo que já está na casa dos 600 e a tendência é de expansão, há um problema pela frente”, alerta Staten. “No momento, existem muitas renegociações de contratos de virtualização em andamento, justamente por questões iguais a essas”, diz.

Thompson, da empresa Target, menciona de que forma percebe a economia gerada e os custos relacionados à virtualização. “Mesmo com todo o dinheiro que deixamos de gastar no posicionamento de servidores, a conta com licenças – 3.500 sistemas Windows mais as licenças dos sistemas virtualizados – acaba sendo expressiva”, diz, sem mencionar a dimensão do investimento.

Uma das origens mais importantes da economia está no fato de cada servidor Windows Server 2008 ter um programa para virtualização nativo. “Isso nos gera um tremendo racionamento financeiro”, afirma.

Existe uma grande diferença entre ‘virtual’ e ‘gratuito’”, reforça Chen.

4. Atribuições da gestão

Existe outro benefício teórico na adoção de sistemas virtualizados. Eles são mais fáceis de gerir do que seus primos físicos, pois podem ser reiniciados, reconfigurados e monitorados remotamente. “Isso é uma perspectiva”, diz Dan Olds, consultor chefe da Gabriel Consulting Group. “Mas o que nossas pesquisas revelam é diferente. Nos últimos três anos, não houve incremento nas declarações dadas por gestores de plataformas virtualizadas dando conta de uma diminuição na carga de trabalho ou aumento na praticidade”, completa.

Olds diz que apenas 52% dos administradores de servidores x86 com instâncias virtualizadas acreditam que o trabalho ficou mais fácil. Para 25% dos respondentes dessa categoria, a virtualização resultou em maior carga de trabalho. Mais de 20% permanecem em dúvida quanto à redução ou à facilitação de suas atribuições por sistemas virtualizados.

“Resta descobrir se o suposto aumento na carga de trabalho se deve à tarefa de gestão dos servidores por força do alto número de conexões, ou se tal circunstância é fruto da carência de ferramentas”, coloca Olds.

5. Mais qualificação exigida

Para Patrick Kuo, consultor de TI da área de Washington, nos EUA, existe uma questão relevante a ser observada. Trata-se da qualificação dos gestores de sistemas virtualizados. “Por vezes, os profissionais selecionados, para dar conta da configuração e da administração dos servidores e das instâncias virtualizadas, não dominam as técnicas necessárias ao cumprimento dessa tarefa”, conta.

Assim que problemas de desempenho começam a surgir nas fazendas de servidores, basta os administradores adicionarem máquinas extras ou contratar bandas de maior largura. Mas tal solução implica em custo e em planejamento logístico. “É tarefa das mais complicadas”, afirma.

Essas circunstâncias não acontecem em plataformas virtualizadas. Por não serem limitadas em vários aspectos. Engenheiros e planejadores de data centers virtualizados precisam distribuir a estrutura, levando em consideração vários detalhes antes ignorados. Se tiverem experiência limitada à gestão de sistemas de dados e não tiverem sólidos conhecimentos referentes à gestão de aplicativos e de redes, pode haver sérias complicações para a empresa contratante.

Segundo Kuo, um de seus clientes, a Daily Caller, demandou uma configuração especializada para atingir o desempenho esperado. “Tivemos de planejar uma arquitetura Tier 4 para melhorar o desempenho do sistema. As camadas são divididas em cachê (1ª), serviço de aplicativos (2ª), web (3ª) e uma base de dados replica de forma a dar maior segurança a toda a operação. O Tier 4 é uma camada voltada aos editores e produtores de conteúdo, e não tem qualquer vínculo com a produção.

É bastante comum desenvolver arquiteturas com vários níveis, principalmente em data centers e no design de aplicativos de uso corporativo. Ainda assim, essa arquitetura é, normalmente, executada em segundo plano e atendida pelo gerente de virtualização da empresa.

Ocorre que manter o foco na avaliação do desempenho de servidores, em vez de apreciar o panorama geral, confere ao hardware um peso injustamente grande na equação. É sugerido que seja observada a performance conjunta das funções cumpridas pelos stacks nos data centers e remover o foco restrito ao hardware.

“As pessoas têm mania de não otimizar plataformas virtualizadas, sendo que, especialmente no caso das corporações é necessário que se entre nos detalhes. Você deve monitorar o funcionamento das instâncias em situações de determinadas cargas de trabalho e observar os diferentes segmentos para avaliar qual seria o cenário em eventuais aumentos de 10% na carga de processos. Assim que evidenciar uma camada deficiente, vale reservar recursos para supri-la de forma preventiva”, recomenda Kuo.

6. Virtualização não vem sozinha

Phil Hochmuth, gerente do programa de produtos de segurança da IDC, avisa que não há servidor virtualizado igual a outro. “Mesmo assim, qualquer operação que seja efetuada em um servidor deverá ser repetida em outro ou em todos”, diz Hochmuth.

“Uma maneira bastante comum de monitorar servidores físicos, consiste em instalar clientes de softwares bem leves para dar conta da geração de relatórios com informações sobre desempenho enviadas para o console principal”, sugere. “No caso de servidores virtualizados, essa operação implica na instalação de um agente no servidor físico e outro na instância virtualizada”, completa.

Por: Kevin Fogarty, da CIO-EUA
Fonte: http://computerworld.uol.com.br

Case &CISCO SYSTEMS &Institucional TELTEC Karina on 28 mar 2011

Case TELTEC NETWORKS

DATACENTER SENAI – CISCO UCS, NEXUS e MDS

Com a necessidade de prover serviços de alta qualidade aos seus clientes, o SENAI/SC precisava aumentar sua estrutura para atendimento das demandas do negócio. Para tal, elegeu a virtualização de seus servidores como a melhor tecnologia para garantir qualidade e disponibilidade dos serviços e a facilidade de crescimento da estrutura (escalabilidade). A solução foi implantada com a arquitetura Cisco UCS — Unified Computing System, Switches Nexus 5000 e Vmware vSphere. O parceiro na implantação da solução foi a TELTEC NETWORKS.

Assista o video e siga nosso canal no YouTube.

Institucional TELTEC Karina on 25 mar 2011

Diversão e muita adrenalina nos 20 anos da TELTEC!

No último dia 18 a Teltec comemorou seu aniversário de 20 anos com toda sua equipe no Beto Carreiro World.

A ordem do dia era DIVERSÃO e muita adrenalina!
Um dia repleto de aventuras que despertou o lado aventureiro dos profissionais que traçam o sucesso da empresa.

Feliz aniversário para a empresa e Parabéns a todos os colaboradores que são os grandes responsáveis por esses sólidos 20 anos de sucesso.

Institucional TELTEC Karina on 17 mar 2011

TELTEC NETWORKS COMEMORA 20 ANOS!

A Teltec Networks comemora no próximo dia 18 seu aniversário de 20 anos de idade.
Um marco na história da nossa empresa que se firmou com base na parceria de seus fornecedores, clientes e colaboradores.
Mantendo-se fiel ao seu compromisso com a qualidade a Teltec firmou parcerias com os fornecedores detentores das melhores tecnologias na sua área de tecnologia da informação, entre eles: a empresa Cisco Systems com a qual conquistou várias certificações, como Premier Partner, e com as empresas 3COM e D-Link, sendo reconhecida por ambas como parceira GOLD, o mais alto nível de parceria dos fabricantes.
Atualmente a Teltec Networks é um dos principais integradores do Sul do País. Sua sede em Florianópolis possui mais de 500m² e abriga um laboratório para demonstrações e auditório, além de contar com a recém inaugurada filial em Curitiba, localizada no Centro Cívico da cidade mantendo o mesmo compromisso com a qualidade.
Como parte das comemorações a empresa lançou o selo de 20 anos, um novo conceito “Transformamos conhecimento e tecnologia em resultados” e levará toda sua equipe para um dia de pura diversão e magia no mundo do Beto Carreiro World.
Em breve mais comemorações.

VMware Karina on 16 mar 2011

VMware reforça estratégia para cloud

Empresa apresenta VMware vCenter Operations, que busca simplificar e automatizar gerenciamento de serviços em ambientes baseados na nuvem.

A VMware, empresa de soluções de virtualização, reforça a estratégia da empresa para a nuvem. A companhia anunciou a solução VMware vCenter Operations, que busca simplificar e automatizar o gerenciamento de serviços em ambientes de nuvem e virtuais.

“O gerenciamento de TI está se transformando à medida que as empresas expandem suas infraestruturas virtuais para obter maior eficiência e agilidade”, afirma Ramin Sayar, vice-presidente de estratégia de produto e gestão empresarial da VMware. Para o executivo, a nova tecnologia vai ajudar as organizações nessa missão.

Segundo a companhia, o plataforma é integrada ao VMware vSphere, responsável por simplificar funções de gerenciamento dos sistemas, como alocação de recursos e balanceamento de carga, colocando-os na plataforma de virtualização.

Essa união possibilitará gerenciamento de infraestrutura avançado e vai analisar em tempo real milhões de pontos de dados que esses sistemas produzem para obter as informações que forem relevantes e apresentá-las de maneira simples por meio de dashboards.

Com isso, as equipes de operações e infraestrutura terão a inteligência necessária para tomar decisões operacionais rápidas para, por exemplo, garantir os níveis de serviço de forma pró-ativa em ambientes de nuvem dinâmicos e manter a conformidade diante de mudanças constantes.

O vCenter Operations estará disponível, até o final do primeiro trimestre, em três edições: vCenter Operations Standard, vCenter Operations Advanced e vCenter Operations Enterprise.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br

Sem Categoria Karina on 16 mar 2011

Riverbed aprimora ferramentas de análise para otimizar o desempenho comercial das empresas

Os novos Cascade 9.0 e RiOS 6.5, da Riverbed, permitem à área de TI alocar recursos refinados com base nas necessidades comerciais das empresas, para todos os tipos de tráfego e aplicações.

A Riverbed Technology (NASDAQ: RVBD), empresa de alto desempenho em TI, anunciou otimizações para suas soluções Cascade® e Riverbed Optimization System (RiOS®), que oferecem visibilidade sobre o negócio e controle para todos os tipos de tráfego e aplicações para empresas globalmente conectadas. Estão programados para este mês os lançamentos da versão 9.0 do Cascade, com sua rede avançada e solução em visibilidade e análise de desempenho de aplicação, e da versão 6.5 do RiOS, que alimenta as soluções para otimização de rede de área ampliada (WAN).

A partir desses lançamentos, a Riverbed proverá um amplo leque de funcionalidades que ampliam a visibilidade desde o engenheiro da rede até a C-suite e permitem à área de TI alocar recursos com base nas necessidades comerciais das empresas. Atualmente, as organizações com escritórios remotos estão exigindo não apenas um melhor desempenho da aplicação, mas também a capacidade de compreender de que forma os recursos de TI estão sendo utilizados, e de aplicar a alocação de recursos refinados.

“Com uma ampla variedade de aplicações e serviços distribuídos ao longo da rede, as empresas requerem uma melhor compreensão do desempenho da aplicação para tomar decisões inteligentes em TI, que promovam as metas do negócio”, afirmou Joe Skorupa, vice-presidente da Gartner para pesquisa. “Recursos sólidos de gerenciamento de tráfego como classificação e cumprimento de QoS são necessários para priorizar o tráfego crítico para o negócio, visando a oferecer os serviços essenciais que mantêm o negócio em funcionamento”.

Com o lançamento do Cascade 9.0 e RiOS 6.5, a Riverbed fornecerá às empresas soluções fáceis de usar, para garantir que elas tenham uma maior visibilidade dos seus serviços e aplicações críticas, e possam controlar o desempenho do aplicativo na rede. Nesse sentido, a Riverbed lança, com essas soluções, novos recursos de informe e monitoramento de contratos de nível de serviço (SLA), bem como um novo recurso de execução de qualidade de serviço (QoS), para prover níveis incomparáveis de visibilidade, controle e otimização, os quais se adaptam dinamicamente ao ambiente de TI de qualquer empresa.

Sobre o Cascade 9.0

Para ajudar as empresas a melhor compreenderem o seu desempenho de TI, o Cascade 9.0 oferece aos clientes uma classificação refinada do tráfego, incluindo a percepção da Camada 7 e uma vista única do desempenho em nível de negócio das aplicações e serviços. Um novo painel em nível de serviço apresenta o status imediato das aplicações e serviços críticos, com a capacidade de drill down ao nível de usuário, localidade e aplicação, para uma melhor visibilidade e controle.

O novo Assistente de Localização de Serviço (‘Service Discovery Wizard’) agiliza o processo para localizar um serviço multicamadas e configurar o seu monitoramento e painéis. As empresas agora dispõem de uma solução de monitoramento de ponta a ponta para ajudá-las a compreender as interdependências de diversos componentes de rede e a localizar com precisão a causa central de um problema de desempenho. Além disso, um novo recurso de informe em nível de serviço fornece às empresas um relatório em nível do negócio que permite efetuar uma comparação histórica dos níveis de desempenho, de maneira a auxiliar a alta gerência a tomar decisões inteligentes acerca da alocação de recursos da rede.

Sobre o RiOS 6.5

Com o lançamento do RIOS 6.5, agora as empresas podem voltar-se para um único dispositivo para oferecer soluções em otimização de WAN, bem como recursos de QoS fáceis de implantar e gerenciar, a um custo otimizado.

O RiOS 6.5 oferece às empresas recursos de QoS avançados, incluindo Riverbed AppFlow Classification Engine, Latency-aware QoS e Templated Scalable Management.

Sobre a Riverbed

A Riverbed Technology é uma companhia de desempenho da infraestrutura de TI para redes, aplicações e armazenamento. A família de soluções da Riverbed para otimização de redes geográficas (WAN- Wide-area Network) possibilita que as empresas fiquem livres de problemas comuns de TI, aumentando a performance de aplicações. Além disso, as soluções Riverbed permitem redes corporativas mais expandidas e eliminam a necessidade de aumentar a largura de banda da rede, a capacidade de armazenamento e o número de servidores. Milhares de companhias com operações distribuídas usam Riverbed para tornar a infraestrutura de TI mais rápida, menos cara e mais eficaz.

Sediada em São Francisco, Califórnia (EUA), a Riverbed está presente globalmente por meio de escritórios nas Américas, Europa e Ásia. Em todo mundo, já são mais de 6.500 clientes utilizando suas soluções.

Mais informações sobre a Riverbed (Nasdaq:RVBD): www.riverbed.com

Fonte: http://www.segs.com.br

Case &Noticias Karina on 15 mar 2011

Monitoramento IP

Instalado projeto de Monitoramento IP em importante órgão Federal de Santa Catarina. Aguarde para maiores informações sobre esse grande case de Segurança.

Noticias Karina on 15 mar 2011

VoIP e fibra sustentam crescimento da rede fixa

No último trimestre de 2010 o número de acessos telefônicos na rede fixa aumentou 0,4% face aos três meses anteriores e 4%, comparativamente ao mesmo período do ano passado.

Os dados, divulgados nesta quinta-feira (10) pela Autoridade Nacional de Comunicações de Portugal (Anacom), revelam que a diminuição do número de acessos convencionais foi compensada pelo crescimento de outras tecnologias como o VoIP e a fibra óptica.

Os acessos suportados nestas tecnologias cresceram 5,8% no trimestre e 39,5% desde o mesmo período do ano passado. Pela primeira vez desde que chegaram ao mercado, os acessos suportados em GSM/UMTS também perderam terreno no trimestre – recuando 0,4%, embora a tendência de crescimento se mantenha (4,8%), se a comparação for feita com o mesmo período.

No final do ano a Portugal Telecom (PT) mantinha a liderança de mercado, com uma quota de 59,5% nos acessos instalados a pedido do cliente, embora o número represente uma queda de 3,2% face ao mesmo período do ano passado.

Em clientes, a posição da PT também lidera com uma quota de 54,4%, resultado de uma descida de 3,1% face ao mesmo período de 2009, que fica a dever sobretudo às “novas ofertas dos prestadores alternativos, baseadas em tecnologias de acesso distintas do serviço telefônico fixo tradicional, sobretudo das ofertas em pacote”.

Entre outubro e dezembro, o parque de acessos telefônicos rondava os 4,4 milhões. Os acessos diretos serviam 3,5 milhões de clientes, 5,4% a mais que no mesmo período. O tráfego de voz originado na rede fixa atingiu os 2 mil milhões de minutos, para um total de 587 milhões de chamadas.

Fonte:IPNews

CISCO SYSTEMS &Sem Categoria Karina on 10 mar 2011

Vendas da Cisco Brasil crescem 42% no 4o. trimestre de 2010

Executivos da América Latina vislumbram oportunidade de US$ 18 bilhões nos próximos três anos na região.

Os números e as perspectivas para quem trabalha a marca Cisco na América Latina estão em clima de Mardi Gras**, se levada em conta a visão dos líderes da região, Jaime Valles, vice-presidente da Cisco para América Latina, e Dário Loriato, diretor da organização de canais também AL.

Em apresentação para a imprensa regional na manhã desta quarta-feira (02/03), os executivos mostraram números mais do que saudáveis tanto sobre o passado, quanto para o futuro.

Segundo Valles, as vendas Cisco no Brasil cresceram 47% no quarto trimestre de 2010, enquanto a América Latina também elevou bastante seus negócios, com alta de 38%.

Não bastasse o resultado azul dos países em questão, o futuro promete, segundo Loriato, um montante de US$ 18 bilhões a ser arrematado em forma de negócios pelos canais Cisco nos próximos três anos. “Desse total, US$ 6,6 bilhões estarão no Brasil”, reforça o executivo.

Com esse cenário em mente, Valles resume os esforços que tem feito para atrair o olhar da corporação no lugar de outros mercados emergentes. “Em 2010, o PIB da região foi de aproximadamente US$ 4,6 trilhões, em comparação com os US$ 5 trilhões da China”, compara ele, completando: “Eu tenho que trazer os investimentos para cá, para este bloco econômico tão poderoso.”

Seguindo o tom geral do Cisco Partner Summit 2011, Loriato aponta caminhos para honrar o foco da corporação nesse mercado e levar os canais no mesmo ritmo: novos territórios; novas verticais; novas arquiteturas; novos modelos de negócios; novos serviços. Acompanhados de reforços na oferta de soluções financeiras de auxílio e também na capacitação desses parceiros.

“A estratégia principal é a de levar inovação, prosperidade, geração de emprego e inclusão social, por meio de redes capazes de mudar a vida das pessoas”, dizem os executivos, reforçando a mensagem do CEO, John Chambers.

Este ano em New Orleans, Louisiana (EUA), o Cisco Partner Summit conta com a audiência de aproximadamente 10 mil canais, sendo 2 mil presentes e o restante acompanhando a versão online. A América Latina contribui com 175 empresas participando, do total de 5 mil parceiros Cisco que a região abriga.

* A jornalista viajou a New Orleans a convite da Cisco

** Mardi Gras, em francês, significa terça-feira gorda. Mais especificamente a terça-feira de Carnaval, porque, em resumo, Mardi Gras é o Carnaval tradicional de New Orleans, que acontece na mesma época do brasileiro e, inclusive, acontece durante os dias do Cisco Partner Summit 2011.

Fonte: http://www.resellerweb.com.br

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