Câmeras de monitoramento: entenda a diferença entre 8 modelos

No último post sobre câmeras, falamos um pouco sobre as possibilidades instalar suas câmeras de monitoramentona rede IP. Neste, a ideia é mostrar os diversos tipos de câmeras disponíveis no mercado e suas aplicações. Confira abaixo como elas funcionam:

1) Tipo Domo

São os modelos mais comuns, disponíveis com domo de proteção, opção de proteção antivandalismo e resistente a impactos (que dificultam que sejam quebradas e o sistema boicotado).  Esse tipo de câmera permite ângulos de abertura de lente de variável que chegam a até 180º. Se instalada no teto, é possível ter uma visão de 360º do ambiente.

2) Com LED

Elas são usadas para monitorar ambientes internos completamente escuros, onde os furtos costumam acontecer de lâmpadas apagadas. O alcance de iluminação costuma ser de 10 a 15 metros e a imagem gravada fica sempre em preto e branco por limitação da tecnologia. Estas câmeras também são usadas em ambientes externos e, nestes casos, a iluminação pode alcançar distâncias um pouco maiores. Câmeras mais avançadas possuem compensação da iluminação para garantir que os objetos filmados próximos e mais distantes possam estar com a mesma quantidade de iluminação.

3) Com som

Possui microfone e sistema de som embutido. Outros modelos permitem que você conecte microfone e sistema de som externo, criando cenários e soluções customizadas para captura de som avançada e desenhada para cada necessidade. A gravação de som complementa o monitoramento e agrega no software VMS permitindo disparar alarmes provenientes de capturas do áudio.

4) Fixas para ambientes externos

Este tipo de câmera já é preparado para operação outdoor, suportando chuva, vento, poeira e impacto. Existem modelos com e sem zoom óptico operado remotamente. Em ambientes com pouca luminosidade, o lightfinder, tecnologia que captura toda a luz disponível na cena e consegue trazer imagens mais claras do que o olho humano consegue, é um dos principais recursos para a visualização de imagens coloridas com altíssima qualidade. Além disso, funcionalidades de WDR (wide dynamic range) também compensam fundos de imagem que geram grande fonte de luz e trazem objetos nítidos em qualquer ponto da cena.

5) Com compensador de luz ambiente

Quando há excesso de luz (seja por intensidade do sol ou por que alguém colocou uma lanterna na frente da câmera), a imagem de objetos podem ficar escuros na câmera. Para isso, existem as câmeras de monitoramento com compensação no sensor da imagem, normalmente usadas em ambientes externos. Também há equipamentos com dispositivos de compensação de luz para ambientes escuros. Há ainda modelos com os dois recursos embutidos.

6) PTZ (pan-tilt e zoom)

Os modelos PTZ permitem movimentos mais variados e têm um zoom capaz de capturar objetos a quilômetros de distância. Normalmente, esse modelo gira até 360º, inclina até 180º e tem zoom óptico de até 30 vezes. O movimento de câmera é facilmente controlado por um computador conectado à rede, e ela complementa um conjunto de câmera fixas, por exemplo, para dar um zoom em um incidente e conseguir mais detalhes. Câmeras PTZ também são facilmente programadas para fazer o patrulhamento automático baseado em pontos pré programados ou até mesmo seguir objetos numa determinada cena.

7) Térmicas

Muito utilizadas para detecção de objetos onde não há a necessidade de reconhecimento, são equipamentos que possuem sensor específico para conversão de zonas de calor em imagens. Estas câmeras conseguem detectar objetos com diferença de calor e converter estas diferenças baseado em diferentes cores, por isso não é necessário iluminação e as câmeras podem estar a kilometros de distância da cena. Cada objeto na cena tem uma massa e temperatura, sendo fácil identificar o tipo de objeto monitorado (veículos, pessoas, animais, etc). Ainda é possível atrelar câmeras términas a câmeras comuns de modo a fazer o reconhecimento em ambos os formatos e conseguir identificar exatamente a cena. São muito utilizadas para monitorar ambientes de florestas, locais cercados por uma área de vegetação densa, grandes áreas de fronteiras, rios, oceanos, praias e áreas com restrição de iluminação.

8) Ocultas para ambiente interno

Esse modelo fica embutido em móveis, gesso ou dentro de outros equipamentos, de modo que as pessoas não saibam que estão sendo filmadas e que a própria câmera não prejudique o design arquitetônico do local. Este modelo é diferente das câmeras comuns: no caso das ocultas, a unidade de captura de imagens (lente) costuma ter dimensões bastante reduzidas e fica fisicamente separada da unidade de processamento – as duas partes ficam conectadas por um cabo. Esse modelo costuma ser instalado em caixas eletrônicos e caixas de supermercado, posicionados na altura dos olhos das pessoas da cena.

Tecnologia pode transformar professor em designer digital, dizem especialistas

A tecnologia está mudando a forma como crianças e jovens querem aprender e obter informações e, claro, as metodologias de ensino usadas nas escolas.

Especialistas que tratam do tema disseram que docentes tendem a mudar a forma como dão aula até se transformarem em designers educacionais, ou seja, profissionais que pensam como, porque e quando determinados conhecimentos devem ser transmitidos aos alunos pelos meios digitais.

É o que defende Ronaldo Mota, ex-secretário de educação superior e do MEC (Ministério da Educação) e atual reitor da Universidade Estácio.

No livro Education for Innovation and Independent Learning (Educação para a inovação e para o aprendizado independente, em tradução livre), desenvolvido no Instituto de Educação da Universidade de Londres, ele explica que os docentes terão que quebrar as barreiras do ensino tradicional para se adaptar às mudanças vividas pela sociedade.

— É preciso ensinar aos atuais alunos como aprender a aprender pelos meios disponíveis. As interfaces tecnológicas que ajudam os alunos nesse processo devem ser complementares ao professor na sala de aula. Os professores terão que quebrar as barreiras do ensino tradicional.

Não há mágica 

Bernadete Gatti, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas, reconhece a tendência de os docentes se tornarem designers educacionais. Porém, ela faz considerações sobre esse processo.

— Não será a lousa digital que vai resolver as questões da aprendizagem. É preciso formação para que professores usem essas e outras tecnologias, que são muito atrativas para os jovens.

Para a pesquisadora, ainda existe uma lacuna na formação dos docentes em relação a essas questões.

— Nós não temos reformulado a formação de professores, de maneira geral. Há mais de um século repetimos os mesmos esquemas de formação. Dentro disso, ainda não existem propostas de mudanças curriculares significativas que preveem a incorporação dessas tecnologias no contexto educacional.

Barrados e conectados 

Segundo dados do estudo TIC Educação, sobre recursos educacionais abertos, que foi realizado em 2013 pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, 96% dos professores de educação básica no País utilizam esses conteúdos para elaborar aulas e ajudar nos estudos.

A pesquisa apontou também que 88% dos docentes fazem adaptações nos conteúdos abertos disponíveis. Porém, apenas 21% dos entrevistados disseram que publicam seus materiais na web. Especialistas e professores que lidam — ou tentam lidar — com as tecnologias no cotidiano reconhecem que este cenário mostra a necessidade de formação para melhor utilizar e produzir conteúdos digitais. Também é preciso tratar das restrições  a materiais pulicados na internet que docentes não podem usar nas salas de aula.

Os resultados da pesquisa Recursos educacionais abertos no Brasil: o campo, os recursos e sua apropriação em sala de aula, realizada pela Ação Educativa em parceria com a Wikimedia Foundation, mostram que apenas 10% dos sites educacionais colaborativos voltados para a docência no Brasil têm direitos autorais livres. Foram levantados e analisados mais de 230 portais desse tipo no País.

Jamile Venturini, coordenadora da pesquisa realizada pela Ação Educativa, explica que os dados mostraram que a maioria dos 231 recursos analisados não é restrita, mas, na prática, o uso permitido é limitado e fica aquém das necessidades dos professores.

— De que serve um vídeo incrível sobre o tema da minha aula se eu posso vê-lo, mas não exibi-lo para meus alunos? Ou postá-lo no blog da minha disciplina? Ou colocar legendas para torná-lo mais acessível?

Segundo Jamile, ainda existem muitos desafios para o avanço do uso das tecnologias e dos Recursos Educacionais Abertos no ambiente escolar pelos docentes.

— Há uma questão de infraestrutura que, muitas vezes, inviabiliza a democratização do acesso a essas tecnologias na escola. E isso passa não só pelo acesso aos equipamentos, mas também a uma conexão à internet de qualidade.

Fonte: http://noticias.r7.com/educacao/tecnologia-pode-transformar-professor-em-designer-digital-dizem-especialistas-07102014

A eficiência da comunicação interna com a TV corporativa

Por Leonardo Becker Coordenador de Soluções – Borderless e Collaboration, Teltec Solutions

A comunicação interna de uma empresa, principalmente de médio e grande porte, pode ganhar agilidade e eficiência com o investimento em um projeto de TV corporativa. O principal benefício é garantir que informações sobre a empresa e notícias de interesse comum cheguem com maior assertividade aos funcionários de diferentes cargos e setores e aos clientes que transitarem pelas áreas de convívio.

Apesar de se falar cada vez mais em comunicação colaborativa, a eficácia desse tipo de TV se deve ao fato de que a informação chega aos colaboradores sem que eles procurem. Ou seja, a passividade de quem está tomando um café do refeitório ou aguardando um executivo na recepção diante da TV corporativa é o que faz com que esse canal seja mais eficiente em relação a uma intranet, aos velhos murais, aos boletins digitais ou aos jornais corporativos em papel, que exigem um postura mais ativa do receptor. Aliás, as informações desses canais podem ser reaproveitadas pela televisão.

O conteúdo a ser transmitido pode ser diverso: lançamento de produtos, prêmio e certificações de funcionários, cotações do dólar e explicações novas regulamentações no setor de atuação da companhia.

Um dos nossos clientes, o Angeloni Capoeiras, tem 200 funcionários e usa sua TV para informar o dia em que o salário vai ser depositado, quando chegarão os uniformes novos, qual é a previsão do tempo ou alguma mensagem motivacional. Algumas empresas, principalmente aquelas que bloqueiam o acesso aos portais via Internet, contratam serviços de conteúdo para veicular também notícias.

Como fazer

Não é necessário ter uma estrutura de TI muito sofisticada para instalar um sistema de TV corporativa. Basta ter uma rede interna de qualidade, gerenciada, com capacidade de suportar o tráfego de vídeos e Multicast IP (protocolo para envio de informações para diferentes pontos, simultaneamente).

A maioria das aplicações para essas televisões não demanda acesso à Internet (as exceções são as previsões do tempo e informações sobre as bolsas de valores). Os televisores corporativos não são equipamentos comuns: eles costumam ter uma vida útil cinco vezes maiores que um aparelho convencional. Em cada uma deles, é instalado um player que recebe e transmite os conteúdos.

Os vídeos, fotos e textos a serem transmitidos podem ser inseridos a partir de qualquer computador, por meio de navegadores tradicionais. O ambiente web é bem amigável – por isso, não é necessário funcionários super qualificados em design ou TI para executar essa tarefa.

A gestão costuma ser centralizada nas área de marketing ou de recursos humanos. Para que haja maior efetividade na comunicação, é fundamental que essas TVs fiquem posicionadas em locais com grande fluxo de pessoas e em espaços onde as pessoas costumam ficar paradas por um tempo, como salas de espera, refeitórios, corredores ou recepções.

O despertar da curiosidade: o desafio no uso de tecnologias da educação

A familiaridade que as crianças pequenas têm com a tecnologia surpreendem adultos de nossa geração todos os dias. Eles aprendem sozinhos a baixar aplicativos, usar smartphones e TVs interativas. “Olha só, como eles são inteligentes”! “Em dois minutos, ela já aprendeu a bater foto e instalou um joguinho”. O segredo desse fenômeno é a curiosidade, característica humana que costuma ser muito mais aguçada na infância e que é fundamental no processo de ensino-aprendizagem. Saber como despertá-la é o grande desafio no treinamento de professores para o uso de tecnologias da educação.

Alguns estudiosos da área da educação têm refletido sobre como a curiosidade está relacionada ao processo de aprendizagem.  Um deles é o norte-americano Carl Roger (1902-1987), que desenvolveu o conceito de aprendizagem significativa. Segundo ele, no livro “Tornar-se pessoa”, a aprendizagem significativa “provoca modificação, quer seja no comportamento do indivíduo, na orientação futura que escolhe ou nas suas atitudes e personalidade”. Seria mais do que uma acumulação de fatos.

Para ele, ensinar pressupõe despertar a curiosidade e desafiar o estudante a confiar em si mesmo e procurar, por conta própria, mais conhecimento. Vale mais ensinar a aprender do que impor a uma criança ou jovem que decore informações que amanhã ou depois podem ser consideradas erradas.

A tecnologia, que permeia tantos aspectos de nossa vida atual, é fruto dessa curiosidade que produz conhecimento e ferramenta para ensinar e aprender de forma diferente. Idealmente, o treinamento de professores deve levar em conta que a maioria das crianças e jovens usa a Internet, por meio dos seus celulares principalmente, para buscar conhecimento e cultura espontaneamente. Eles procuram e encontram respostas para suas dúvidas nesses ambientes virtuais sem a imposição de ninguém.

O desafio é incentivar que essa busca não fique restrita ao entretenimento e mostrar que pode ser divertido usar ferramentas digitais de colaboração para entender melhor a sociedade, para pensar em que profissão seguir no futuro e para alimentar sonhos de transformação deste mundo.

O execício, para os educadores, é despertar em si mesmo essa curiosidade sobre o que está posto: tentar entender como a atual geração pensa e se informa e, alinhado a essa nova dinâmica de aprendizagem da vida externa à escola, adaptar os métodos dentro dos muros das escolas. A escola não pode mais ser baseada no fluxo aula-prova-nota-diploma, concorda?

Compartilhe conosco o que você pensa sobre como o treinamento de professores no uso das tecnologias de compartilhamento deve ser feito para estimular a curiosidade dos estudantes.

FONTE: MUNDOTELTEC

Cisco ultrapassa HP em vendas de servidores

De acordo uma pesquisa da IDC – empresa líder em inteligência de mercado e consultoria nas indústrias de tecnologia da informação, telecomunicações e mercados de consumo em massa de tecnologia , a Cisco Systems ultrapassou a concorrente HP e se tornou a número 1 em fornecimento de Blade servers na América do Norte, pelo menos no quesito de receita, no primeiro semestre de 2014. Em termos de unidades vendidas, a HP ainda mantém a liderança.

Paul Perez, vice-presidente e diretor de tecnologia de Datacenter da Cisco, disse que o crescimento constante do UCS – Cisco Unified Computing Systems e a oferta de infraestrutura convergente, lançados em 2009, permitiram que o gigante das redes finalmente ultrapassasse a concorrente.

“Chegar ao topo em um mercado difícil é uma grande realização e eu estou extremamente orgulhoso da equipe”, disse Perez. “Quando vimos que a notícia foi confirmada e era oficial, eu deixei uma mensagem de voz para o Chambers (CEO da Cisco), dizendo que eu me sentia muito privilegiado por ser capaz de conduzir uma grande equipe”.

A HP tinha sido líder de mercado em Blade servers x86 na América do Norte, desde o quarto trimestre de 2006, de acordo com Kuba Stolarski, gerente de pesquisa da IDC. “De uma perspectiva geral de TI, a Cisco tem ótimas relações com seus clientes, e acredito que uma grande parte de suas vendas vem essencialmente da agregação de suas ofertas de rede e servidor para o mesmo cliente”, disse Stolarski.

Perez disse que a Cisco, nos últimos trimestres, conquistou aproximadamente 1000 novos clientes para a instalação da base UCS, em cada mês. UCS inclui Blade servers, que são projetados para ambientes de infraestrutura virtualizada ou convergentes. “Eu não passei 30 anos nesta indústria para terminar em segundo ou terceiro. Nós estamos definitivamente indo para o topo”, disse Perez.

Os parceiros da fabricante disseram que não ficam surpresos ao ver as recentes conquistas da Cisco no mercado de Blade servers, especialmente tendo em conta o sucesso que estão vendo dentro de suas empresas com o desempenho dos servidores UCS.

Fonte: crn.com

 

0800 é mais um canal de comunicação da Teltec.

A Teltec lançou a linha 0800. Um canal que facilita ainda mais o dia-a-dia dos nossos clientes que estão presentes em todo o território nacional.

Além desta facilidade, a Teltec utiliza também uma ferramenta de web conferência, Cisco Webex, onde a equipe de service desk compartilha a tela do acesso remoto tornando o atendimento ainda mais rápido e eficiente.

Comprometida com todo o clico de vida de uma solução de TI, a TELTEC realiza uma pesquisa constante de satisfação de atendimento com seus clientes. Segunda Murilo Schulz, coordenador de pós-vendas, as notas do último ano cresceram ainda mais terminando o ano com índice de satisfação dos clientes acima de 9,6. “

 

Teltec leva conceito “as-a-service” ao CIO Executive Day SC

Para expor suas soluções e realizar networking com CIOs de grandes empresas, a Teltec Solutions é uma das patrocinadoras da 10ª edição do CIO Executive Day SC. O evento, que acontece no Mercure Camboriú Internacional, Em Balneário Camboriú, em 30 e 31 de maio, promove o fluxo de informações, apresenta as últimas novidades em tecnologias do mercado e estreita o relacionamento entre executivos de TI. O tema a ser discutido neste ano será “Tecnologias colaborativas na integração dos processos organizacionais”.

A Teltec Solutions será representada pelo diretor técnico, Rafael Araújo, o diretor comercial, Luiz Antonio da Costa Silva, e os executivos de contas Marco Antônio Milioli Borgo e Eduardo Mazzochi. Na ocasião, a empresa terá um estande no qual apresentará suas soluções as-a-service, ou seja, serviços gerenciados pela Teltec. O foco será na apresentação do Wireless-as-a-service e Firewall-as-a-service, pelos quais a Teltec gerencia com transparência a rede de uma empresa, garantindo a segurança e o controle dos acessos.

A empresa oferecerá, ainda, um brinde as 15 primeiras empresas que tiverem interesse nos serviços da Teltec. Pela campanha entitulada “Teste & Comprove”, as empresas terão direito a escolher entre três opções: um serviço de Banco de Horas, que oferecerá o equivalente a R$ 1.500,00 em suporte técnico remoto à infraestrutura de rede; uma Análise de Link, com um relatório customizado de tráfego de rede; ou um Site Survey, que realizará um estudo da cobertura WiFi do cliente.

O CIO Executive Day alia relacionamento, conteúdo e integração, com um público formado por executivos das principais organizações de Santa Catarina. O evento é realizado anualmente em sete estados brasileiros: Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e Pernambuco.

Cisco inicia produção local de servidores para comunicação unificada

Equipamentos são da família UCS e fabricação no Brasil é para aumentar competitividade da empresa no País com essa linha.

A Cisco anunciou hoje o primeiro servidore UCS (Unified Computing System) fabricado no Brasil. A companhia passa a produzir no país equipamentos rack e blade da família UCS, sistema que unifica computação, rede, gerenciamento, virtualização e acesso a armazenamento em uma única arquitetura integrada.

Parte do plano de investimentos da Cisco no Brasil, anunciado em 2012, que inclui a ampliação da manufatura local, a produção  do UCS, segundo a empresa, reforça seu compromisso de longo prazo no País. Assim poderá, atender melhor às necessidades do mercado brasileiro e otimizar a disponibilidade do produto e sua competitividade.

Lançado em 2009, o Cisco UCS, a plataforma promete visibilidade, gerenciamento e controle de servidores em ambientes  físicos e virtuais, além de acelerar a atual migração para a computação em nuvem com infraestrutura baseada em fabric computing.

A grande vantagem do servidor Cisco UCS é sua infraestrutura programável que simplifica a implantação de aplicativos e serviços de data center. A Cisco, com a aposta em uma arquitetura integrada  tornou o servidor UCS um dos líderes no mercado global, como o sistema de base para a tendência crescente do cloud computing.

Com a ampliação da manufatura local através da produção dos servidores UCS, a expectativa da Cisco é atender também aos futuros eventos de grande porte programados no país.

A fabricante é apoiadora e fornecedora oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, responsável pelos Equipamentos de Rede e Servidores Corporativos. A empresa fornecerá servidores Cisco UCS das famílias blade e rack.

Como parte do acordo, a Cisco fornecerá também a infraestrutura de rede para o evento, incluindo todas as redes LAN cabeadas e sem fio, roteadores IP, soluções de segurança, de data center e sistemas de gestão de rede.

Fonte: computerworld.com.br

Teltec cresce 31% e amplia sua atuação como integradora de TI

Com projetos que vão desde a implantação de sistemas de segurança até a disseminação da cultura de tecnologias para a educação, a empresa se mantém em franco crescimento, com alta geração de empregos.

A Teltec Solutions, empresa catarinense integradora de soluções de TI, teve um aumento de 31% no faturamento do ano fiscal de 2013 frente a 2012, dando continuidade a um ciclo de grande expansão: em 2012, este resultado foi de 41%, enquanto 2011 representou um salto de 69% em relação ao ano anterior. O ritmo consolida um crescimento três vezes superior à média do mercado em que atua.

“Fazemos parte de um seleto grupo de empresas que conseguiram manter, nos últimos três anos, um crescimento de 20% no número de funcionários a cada ano. Isso representa 1,5% do total de empresas do país, que são responsáveis por 50% dos empregos gerados”, afirma Diego Brites Ramos, diretor-executivo da Teltec. Ele aponta, ainda, a conquista do prêmio de melhor parceiro do ano da Cisco na área governamental (Public Sector). “Há dois anos, estávamos entre os cinco melhores e queríamos ser os primeiros. Hoje, batemos essa meta dois anos antes do que prevíamos”, revela Ramos. Segundo ele, o objetivo agora é “ter a equipe número 1 de integradores no país”. Para isso, a empresa irá aumentar em 2014 os recursos para capacitação da equipe e infraestrutura.

A Teltec tem uma gama ampla de projetos em TI, desde infraestrutura e metodologia pedagógica para tecnologia educacional – viabilizada recentemente via parceria com a DOT, organização canadense que visa disseminar o uso da tecnologia na educação – até implantação de câmeras de segurança em instituições – projeto recente realizado no campus da UFRJ na Ilha do Governador, que reduziu a zero o número de sequestros relâmpagos na região. Segundo Diego Brites Ramos, a Teltec não atende apenas clientes. “Com nossas soluções, ajudamos a melhorar a segurança pública, a educação, a inclusão digital, entre outros, além de gerar mais empregos e ajudar o país a crescer”, destaca.

Para 2014, a Teltec objetiva manter o crescimento acelerado. “Queremos continuar crescendo em uma média de, no mínimo, três vezes a taxa de mercado”, aponta Ramos.

Fonte: revistafatorbrasil.com.br

28 de Abril – Dia Internacional da Educação

No dia da Educação, especialistas apontam as principais qualidades de um professor.

Diante da lousa, com a autoridade de quem detém o saber, o professor discursa. Em silêncio quase sepulcral, os alunos escutam. Não há brecha para questionamentos nem discussões. Corriqueira algumas décadas atrás, a cena descrita já não existe mais. Ou, se existe, está com os dias contados — assim como a figura daquele velho educador.

Com o século 21, não por acaso batizado de “século do conhecimento”, nasce um novo mestre. Com o intuito de valorizá-los, o movimento Todos Pela Educação acaba de lançar uma campanha de mobilização, que a partir desta quinta-feira — Dia da Educação — ganha destaque na mídia nacional. Com o slogan “Um bom professor, um bom começo”, a intenção é reforçar a importância desses homens e mulheres e pressionar por melhorias.

— O professor tem uma posição estratégica no século 21. Só que ele também precisa ser valorizado, e isso inclui salários iniciais atraentes, plano de carreira e melhores condições de trabalho. Sem isso, não basta ter brilho nos olhos e, como a gente diz aqui no Nordeste, fogo nas ventas — diz Mozart Neves Ramos, professor da Universidade Federal de Pernambuco e conselheiro do Todos pela Educação.

Mais do que simples transmissor de conteúdo, esse novo profissional atua como um guia. Em meio à avalanche de informações despejada a cada segundo sobre crianças e adolescentes, é ele quem indica o caminho. Trata-se de um tutor, que dialoga e provoca. Tem paixão pelo que faz, segue estudando, preocupa-se em falar a mesma língua dos pupilos e nem de longe é um analfabeto digital.

Nesta reportagem, especialistas apontam as principais qualidades de um bom educador. O professor ideal deve…

1) Gostar do que faz

Mais do que qualquer profissional, quem opta pelo magistério tem de ter paixão por ensinar e se orgulhar de seu papel na sociedade. Quanto mais os alunos sentirem essa empatia, garantem especialistas, mais abertos estarão à aprendizagem e melhor será o desempenho em sala de aula.

— O bom professor não apenas deve ter orgulho da profissão, como deve defendê-la com garra. Ele é um otimista, um sonhador. Tem a utopia de um mundo melhor, sem a ingenuidade da busca de resultados fáceis e sem se abater frente aos obstáculos — afirma Francisco Aparecido Cordão, presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE) e diretor-presidente da Consultoria Educacional Peabiru.

Em contrapartida, reconhecem gestores e estudiosos, o educador que ama o que faz e se dedica de corpo e alma ao trabalho também precisa ser valorizado por isso. Melhores salários e condições de trabalho são considerados fundamentais.

2) Ter uma boa formação

Para cumprir com louvor o seu papel, o professor ideal também deve ter uma formação sólida e ampla. Esse processo, segundo a superintendente de Educação e Pesquisa da Fundação Carlos Chagas, Bernardete Gatti, deve incluir o domínio dos conteúdos da disciplina escolhida e, em igual peso, o conhecimento das metodologias e práticas de ensino.

— De nada adianta saber o conteúdo, se o educador não consegue transmiti-lo aos alunos. A maioria dos cursos não tem nem 10% de formação pedagógica, e esse é um problema sério, que precisa ser repensado — alerta Bernardete.

Além de uma boa base, a diretora do Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinpro-RS), Cecília Farias, destaca a importância de haver continuidade nos estudos. Para acompanhar a velocidade das mudanças na sociedade atual, os mestres precisam se manter atualizados — e, para isso, devem contar com o apoio dos gestores, públicos ou privados. Além de uma imposição profissional, esse deve ser um desejo pessoal.

3) Falar a língua dos alunos

Não se trata de adotar as gírias ou se comunicar como um adolescente, mas de entender o universo da garotada e planejar aulas que levem em conta esse jeito particular de ver e viver o mundo de hoje.

— O professor tem de compartilhar o mesmo universo dos seus alunos e ser um pouco artista diante desse público. Se ele não usar isso a seu favor, se não falar a mesma língua deles, corre o risco de se transformar em uma cápsula de sonífero — diz o consultor educacional do Fronteiras Educação — Diálogos com a Geração Z, professor Francisco Marshall, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Isso significa, por exemplo, estimular a interatividade e evitar falar sozinho, sem parar, uma aula inteira. Significa, também, não subestimar os adolescentes. Foi-se o tempo em que o mestre era o dono do conhecimento. No passado, ele falava e os estudantes ouviam em silêncio. Hoje, ele deve estimular o diálogo. Se, para isso, for possível usar e abusar de recursos audiovisuais, como projeções de imagens, vídeos e músicas, tanto melhor.

4) Usar as novas tecnologias em aula

O educador do século 21 não pode ser um analfabeto digital. Ignorar ou repudiar a influência da internet na vida dos alunos é aprofundar o abismo entre os estudantes e a escola.

— Ao tirar proveito disso, o professor traz a realidade da criança e do adolescente para a sala de aula. É uma forma de aproximação e, além disso, uma maneira de apresentar o conhecimento de um novo jeito — afirma a professora Maria Elizabeth de Almeida, da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Não basta, porém, dominar a tecnologia. É preciso que o educador saiba aplicá-la. Primeiro, é importante que navegue nos sites preferidos de seus pupilos e faça parte das redes sociais para entender sua lógica. Depois, a ideia é que explore o potencial dessas ferramentas de forma criativa.

Por que continuar restrito ao velho mapa-mundi se pode usar programas gratuitos como o Google Earth para mostrar regiões, países e cidades em detalhes? Por que não estimular a garotada a escrever microcontos no Twitter? As portas que se abrem são infinitas.

5) Ir além do conteúdo formal

O bom professor, ressaltam especialistas, deve saber que sua missão profissional não se resume a repassar o conteúdo da disciplina. Hoje ele deve ser um guia, um tutor. O velho chavão “ensinar para a vida” continua valendo. Cabe ao mestre, junto com a família, difundir valores éticos e morais e fazer com que crianças e adolescentes sejam capazes de fazer reflexões críticas.

Para Maria de Salete Silva, coordenadora do Programa de Educação do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, ir além do conteúdo implica usar as experiências vivenciadas pelos alunos como ponto de partida para discutir assuntos importantes e transmitir ensinamentos.

Fonte: amambainoticias.com.br